Provérbios 26

Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Como a neve no verão, e como a chuva na sega, assim não fica bem para o tolo a honra.
1 Como a neve no verão e como a chuva na sega, assim não é conveniente ao louco a honra.
2 Como ao pássaro o vaguear, como à andorinha o voar, assim a maldição sem causa não virá.
2 Como o pássaro no seu vaguear, e como a andorinha no seu voo, assim a maldição sem causa não virá.
3 O açoite é para o cavalo, o freio é para o jumento, e a vara é para as costas dos tolos.
3 O açoite é para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas dos tolos.
4 Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia; para que também não te faças semelhante a ele.
4 Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia, para que também te não faças semelhante a ele.
5 Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus próprios olhos.
5 Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus olhos.
6 Os pés corta, e o dano sorve, aquele que manda mensagem pela mão dum tolo.
6 Os pés corta e o dano bebe quem manda mensagens pelas mãos de um tolo.
7 Como as pernas do coxo, que pendem flácidas, assim é o provérbio na boca dos tolos.
7 Como as pernas do coxo, que pendem frouxas, assim é o provérbio na boca dos tolos.
8 Como o que arma a funda com pedra preciosa, assim é aquele que concede honra ao tolo.
8 Como o que prende a pedra preciosa na funda, assim é aquele que dá honra ao tolo.
9 Como o espinho que entra na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.
9 Como o espinho que entra na mão do ébrio, assim é o provérbio na boca dos tolos.
10 O Poderoso, que formou todas as coisas, paga ao tolo, e recompensa ao transgressor.
10 Como um besteiro que a todos espanta, assim é o que assalaria os tolos e os transgressores.
11 Como o cão torna ao seu vômito, assim o tolo repete a sua estultícia.
11 Como o cão que torna ao seu vômito, assim é o tolo que reitera a sua estultícia.
12 Tens visto o homem que é sábio a seus próprios olhos? Pode-se esperar mais do tolo do que dele.
12 Tens visto um homem que é sábio a seus próprios olhos? Maior esperança há no tolo do que nele.
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
13 Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
14 Como a porta gira nos seus gonzos, assim o preguiçoso na sua cama.
14 Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o preguiçoso, na sua cama.
15 O preguiçoso esconde a sua mão ao seio; e cansa-se até de torná-la à sua boca.
15 O preguiçoso esconde a mão no seio; enfada-se de a levar à sua boca.
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que respondem bem.
16 Mais sábio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que bem respondem.
17 O que, passando, se põe em questão alheia, é como aquele que pega um cão pelas orelhas.
17 O que, passando, se mete em questão alheia é como aquele que toma um cão pelas orelhas.
18 Como o louco que solta faíscas, flechas, e mortandades,
18 Como o louco que lança de si faíscas, flechas e mortandades,
19 Assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira.
19 assim é o homem que engana o seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.
20 Sem lenha, o fogo se apagará; e não havendo intrigante, cessará a contenda.
20 Sem lenha, o fogo se apagará; e, não havendo maldizente, cessará a contenda.
21 Como o carvão para as brasas, e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
21 Como o carvão é para o borralho, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
22 As palavras do intrigante são como doces bocados; elas descem ao mais íntimo do ventre.
22 As palavras do maldizente são como deliciosos bocados, que descem ao íntimo do ventre.
23 Como o caco de vaso coberto de escórias de prata, assim são os lábios ardentes com o coração maligno.
23 Como o caco coberto de escórias de prata, assim são os lábios ardentes e o coração maligno.
24 Aquele que odeia dissimula com seus lábios, mas no seu íntimo encobre o engano;
24 Aquele que aborrece dissimula com os seus lábios, mas no seu interior encobre o engano.
25 Quando te suplicar com voz suave não te fies nele, porque abriga sete abominações no seu coração,
25 Quando te suplicar com a sua voz, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração.
26 Cujo ódio se encobre com engano, a sua maldade será exposta perante a congregação.
26 Ainda que o seu ódio se encobre com engano, a sua malícia se descobrirá na congregação.
27 O que cava uma cova cairá nela; e o que revolve a pedra, esta voltará sobre ele.
27 O que faz uma cova nela cairá; e o que revolve a pedra, esta sobre ele rolará.
28 A língua falsa odeia aos que ela fere, e a boca lisonjeira provoca a ruína.
28 A língua falsa aborrece aquele a quem ela tem maravilhado, e a boca lisonjeira opera a ruína.

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