Provérbios 31
Versão Católica (VC, 2024) vs NVT
1 Palavras de Lamuel, rei de Massa, que lhe foram ensinadas por sua mãe:
1 Os ditados do rei Lemuel contêm esta mensagem, que sua mãe lhe ensinou:
2 Meu filho, filho de minhas entranhas, que te direi eu? Não, ó filho de meus votos!
2 Meu filho, filho de meu ventre, filho de meus votos,
3 Não dês teu vigor às mulheres e teu caminho àquelas que perdem os reis.
3 não desperdice sua força com mulheres, nem sua vida com aquelas que destroem reis.
4 Não é próprio dos reis, Lamuel, não convém aos reis beber vinho, nem aos príncipes dar-se aos licores,
4 Não convém aos reis, ó Lemuel, tomar muito vinho; os governantes não devem desejar bebida alcoólica.
5 para que, bebendo, eles não esqueçam a lei e não desconheçam o direito de todos os infelizes.
5 Se beberem, pode ser que se esqueçam da lei e deixem de fazer justiça aos oprimidos.
6 Dai a bebida forte àquele que desfalece e o vinho àquele que tem amargura no coração:
6 O álcool é para os que estão morrendo, e o vinho, para os que estão amargurados.
7 que ele beba e esquecerá sua miséria e já não se lembrará de suas mágoas.
7 Que bebam para se esquecer de sua pobreza e não se lembrar de suas dificuldades.
8 Abre tua boca a favor do mundo, pela causa de todos os abandonados;
8 Fale em favor daqueles que não podem se defender; garanta justiça para os que estão aflitos.
9 abre tua boca para pronunciar sentenças justas, faze justiça ao aflito e ao indigente.
9 Sim, fale em favor dos pobres e desamparados, e providencie que recebam justiça.
10 Uma mulher virtuosa, quem pode encontrá-la? Superior ao das pérolas é o seu valor.
10 Quem encontrará uma mulher virtuosa? Ela é mais preciosa que rubis.
11 Confia nela o coração de seu marido, e jamais lhe faltará coisa alguma.
11 O marido tem plena confiança nela, e ela lhe enriquecerá a vida grandemente.
12 Ela lhe proporciona o bem, nunca o mal, em todos os dias de sua vida.
12 Ela lhe faz bem, e não mal, todos os dias de sua vida.
13 Ela procura lã e linho e trabalha com mão alegre.
13 Ela adquire lã e linho e, com alegria, trabalha os fios com as mãos.
14 Semelhante ao navio do mercador, manda vir seus víveres de longe.
14 Como navio mercante, traz alimentos de longe.
15 Levanta-se, ainda de noite, distribui a comida à sua casa e a tarefa às suas servas.
15 Levanta-se de madrugada para preparar a refeição da família e planeja as tarefas do dia para suas servas.
16 Ela encontra uma terra, adquire-a. Planta uma vinha com o ganho de suas mãos.
16 Vai examinar um campo e o compra; com o que ganha, planta um vinhedo.
17 Cinge os rins de fortaleza, revigora seus braços.
17 É cheia de energia, forte e trabalhadora.
18 Alegra-se com o seu lucro, e sua lâmpada não se apaga durante a noite.
18 Certifica-se de que seus negócios sejam lucrativos; sua lâmpada permanece acesa à noite.
19 Põe a mão na roca, seus dedos manejam o fuso.
19 Suas mãos operam o tear, e seus dedos manejam a roca.
20 Estende os braços ao infeliz e abre a mão ao indigente.
20 Estende a mão para ajudar os pobres e abre os braços para os necessitados.
21 Ela não teme a neve em sua casa, porque toda a sua família tem vestes duplas.
21 Quando chega o inverno, não se preocupa, pois todos em sua família têm roupas quentes.
22 Faz para si cobertas: suas vestes são de linho fino e de púrpura.
22 Faz suas próprias cobertas e usa vestidos de linho fino e tecido vermelho.
23 Seu marido é considerado nas portas da cidade, quando se senta com os anciãos da terra.
23 Seu marido é respeitado na porta da cidade, onde se senta com as demais autoridades.
24 Tece linha e o vende, fornece cintos ao mercador.
24 Faz roupas de linho com cintos e faixas para vender aos comerciantes.
25 Fortaleza e graça lhe servem de ornamentos; ri-se do dia de amanhã.
25 Veste-se de força e dignidade e ri sem medo do futuro.
26 Abre a boca com sabedoria, amáveis instruções surgem de sua língua.
26 Quando ela fala, suas palavras são sábias; quando dá instruções, demonstra bondade.
27 Vigia o andamento de sua casa e não come o pão da ociosidade.
27 Cuida bem de tudo em sua casa e nunca dá lugar à preguiça.
28 Seus filhos se levantam para proclamá-la bem-aventurada e seu marido para elogiá-la.
28 Seus filhos se levantam e a chamam de “abençoada”, e seu marido a elogia:
29 Muitas mulheres demonstram vigor, mas tu excedes a todas.
29 “Há muitas mulheres virtuosas neste mundo, mas você supera todas elas!”.
30 A graça é falaz e a beleza é vã; a mulher inteligente é a que se deve louvar.
30 Os encantos são enganosos, e a beleza não dura para sempre, mas a mulher que teme o S
31 Dai-lhe o fruto de suas mãos e que suas obras a louvem nas portas da cidade.
31 Recompensem-na por tudo que ela faz; que suas obras a elogiem publicamente.
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