Provérbios 31

Versão Católica (VC, 2024) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Palavras de Lamuel, rei de Massa, que lhe foram ensinadas por sua mãe:
1 Palavras do rei Lemuel, de Massá, que a mãe dele lhe ensinou.
2 Meu filho, filho de minhas entranhas, que te direi eu? Não, ó filho de meus votos!
2 O que lhe direi, meu filho, filho do meu ventre? Que lhe direi, ó filho dos meus votos?
3 Não dês teu vigor às mulheres e teu caminho àquelas que perdem os reis.
3 Não dê às mulheres a sua força, nem os seus caminhos às que destroem os reis.
4 Não é próprio dos reis, Lamuel, não convém aos reis beber vinho, nem aos príncipes dar-se aos licores,
4 Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte.
5 para que, bebendo, eles não esqueçam a lei e não desconheçam o direito de todos os infelizes.
5 Quando eles bebem, se esquecem da lei e pervertem o direito de todos os aflitos.
6 Dai a bebida forte àquele que desfalece e o vinho àquele que tem amargura no coração:
6 Deem bebida forte aos que estão morrendo e vinho, aos amargurados de espírito;
7 que ele beba e esquecerá sua miséria e já não se lembrará de suas mágoas.
7 para que bebam e se esqueçam da sua pobreza, e não se lembrem mais da sua miséria.
8 Abre tua boca a favor do mundo, pela causa de todos os abandonados;
8 Abra a boca a favor do mudo, pelo direito de todos os desamparados.
9 abre tua boca para pronunciar sentenças justas, faze justiça ao aflito e ao indigente.
9 Abra a boca, julgue retamente e faça justiça aos pobres e aos necessitados.
10 Uma mulher virtuosa, quem pode encontrá-la? Superior ao das pérolas é o seu valor.
10 Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas joias.
11 Confia nela o coração de seu marido, e jamais lhe faltará coisa alguma.
11 O coração do seu marido confia nela, e não haverá falta de ganho.
12 Ela lhe proporciona o bem, nunca o mal, em todos os dias de sua vida.
12 Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida.
13 Ela procura lã e linho e trabalha com mão alegre.
13 Busca lã e linho e de bom grado trabalha com as mãos.
14 Semelhante ao navio do mercador, manda vir seus víveres de longe.
14 É como o navio mercante: de longe traz o seu pão.
15 Levanta-se, ainda de noite, distribui a comida à sua casa e a tarefa às suas servas.
15 É ainda noite, e ela já se levanta, e dá mantimento à sua casa e tarefa às suas servas.
16 Ela encontra uma terra, adquire-a. Planta uma vinha com o ganho de suas mãos.
16 Ela examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com a renda do seu trabalho.
17 Cinge os rins de fortaleza, revigora seus braços.
17 Cinge os lombos com força e fortalece os seus braços.
18 Alegra-se com o seu lucro, e sua lâmpada não se apaga durante a noite.
18 Ela percebe que o seu ganho é bom; a sua lâmpada não se apaga de noite.
19 Põe a mão na roca, seus dedos manejam o fuso.
19 Estende as mãos ao fuso, mãos que pegam na roca.
20 Estende os braços ao infeliz e abre a mão ao indigente.
20 Abre a mão aos aflitos; e ainda a estende aos necessitados.
21 Ela não teme a neve em sua casa, porque toda a sua família tem vestes duplas.
21 Quanto à sua casa, não teme a neve, pois todos andam vestidos de lã escarlate.
22 Faz para si cobertas: suas vestes são de linho fino e de púrpura.
22 Faz para si cobertas, veste-se de linho fino e de púrpura.
23 Seu marido é considerado nas portas da cidade, quando se senta com os anciãos da terra.
23 Seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra.
24 Tece linha e o vende, fornece cintos ao mercador.
24 Ela faz roupas de linho fino e as vende; ela fornece cintas aos comerciantes.
25 Fortaleza e graça lhe servem de ornamentos; ri-se do dia de amanhã.
25 A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações.
26 Abre a boca com sabedoria, amáveis instruções surgem de sua língua.
26 Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua.
27 Vigia o andamento de sua casa e não come o pão da ociosidade.
27 Cuida do bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça.
28 Seus filhos se levantam para proclamá-la bem-aventurada e seu marido para elogiá-la.
28 Seus filhos se levantam e a chamam de bem-aventurada; seu marido a louva, dizendo:
29 Muitas mulheres demonstram vigor, mas tu excedes a todas.
29 “Muitas mulheres são virtuosas no que fazem, mas você supera todas elas.”
30 A graça é falaz e a beleza é vã; a mulher inteligente é a que se deve louvar.
30 Enganosa é a graça, e vã é a formosura, mas a mulher que teme o essa será louvada.
31 Dai-lhe o fruto de suas mãos e que suas obras a louvem nas portas da cidade.
31 Deem a ela o fruto das suas mãos, e que de público as suas obras a louvem.

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