Provérbios 30

Versão Católica (VC, 2024) vs ACF

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ACF Almeida Corrigida Fiel
1 Palavras de Agur, filho de Jaque, de Massa. Palavras desse homem: Eu me fatiguei por Deus, estou esgotado por Deus, eis-me entregue.
1 Palavras de Agur, filho de Jaque, o masaíta, que proferiu este homem a Itiel, a Itiel e a Ucal:
2 Porque eu sou o mais insensato dos homens, não tenho a inteligência de um homem.
2 Na verdade eu sou o mais bruto dos homens, nem mesmo tenho o conhecimento de homem.
3 Não aprendi a sabedoria e não conheci a ciência do Santo.
3 Nem aprendi a sabedoria, nem tenho o conhecimento do santo.
4 Quem subiu ao céu e quem dele desceu? Quem reteve o vento em suas mãos? Quem envolveu as águas em seu manto? Quem determinou as extremidades da terra? Qual é o seu nome, qual é o nome de seu filho, se é que o sabes?
4 Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas numa roupa? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu nome? E qual é o nome de seu filho, se é que o sabes?
5 Toda a palavra de Deus é provada, é um escudo para quem se fia nele.
5 Toda a Palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele.
6 Não acrescentes nada às suas palavras, para que ele não te corrija e sejas achado mentiroso.
6 Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso.
7 Eu te peço duas coisas, não mas negues antes de minha morte:
7 Duas coisas te pedi; não mas negues, antes que morra:
8 afasta de mim falsidade e mentira, não me dês nem pobreza nem riqueza, concede-me o pão que me é necessário,
8 Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção de costume;
9 para que, saciado, eu não te renegue, e não diga: Quem é o Senhor? Ou que, pobre, eu não roube, e não profane o nome do meu Deus.
9 Para que, porventura, estando farto não te negue, e venha a dizer: Quem é o Senhor? ou que, empobrecendo, não venha a furtar, e tome o nome de Deus em vão.
10 Não calunies um escravo junto de seu senhor, para que ele não te amaldiçoe e sofras o castigo.
10 Não acuses o servo diante de seu senhor, para que não te amaldiçoe e tu fiques o culpado.
11 Há uma raça que amaldiçoa seu pai e que não abençoa sua mãe.
11 Há uma geração que amaldiçoa a seu pai, e que não bendiz a sua mãe.
12 Há uma raça que se julga pura e que não está limpa de sua mancha.
12 Há uma geração que é pura aos seus próprios olhos, mas que nunca foi lavada da sua imundícia.
13 Há uma raça , oh, cujos olhos são altivos, com pálpebras levantadas!
13 Há uma geração cujos olhos são altivos, e as suas pálpebras são sempre levantadas.
14 Há uma raça cujos dentes são espadas e os maxilares, facas, para devorar os desvalidos da terra e os indigentes dentre os homens.
14 Há uma geração cujos dentes são espadas, e cujas queixadas são facas, para consumirem da terra os aflitos, e os necessitados dentre os homens.
15 A sanguessuga tem duas filhas: Dá! Dá! Há três coisas insaciáveis, quatro mesmo, que nunca dizem: Basta!
15 A sanguessuga tem duas filhas: Dá e Dá. Estas três coisas nunca se fartam; e com a quarta, nunca dizem: Basta!
16 A habitação dos mortos, o seio estéril, o solo que a água jamais sacia e o fogo que nunca diz: Basta!
16 A sepultura; a madre estéril; a terra que não se farta de água; e o fogo; nunca dizem: Basta!
17 Os olhos de quem zomba do pai, de quem se recusa obedecer sua mãe: os corvos da torrente o arrebatarão, os filhos da águia o devorarão.
17 Os olhos que zombam do pai, ou desprezam a obediência à mãe, corvos do ribeiro os arrancarão e os filhotes da águia os comerão.
18 Há três coisas que me são mistério, quatro mesmo, que não compreendo:
18 Estas três coisas me maravilham; e quatro há que não conheço:
19 O vôo da águia nos céus, o rastejar da cobra no rochedo, a navegação de um navio em pleno mar, o caminho de um homem junto a uma jovem.
19 O caminho da águia no ar; o caminho da cobra na penha; o caminho do navio no meio do mar; e o caminho do homem com uma virgem.
20 Tal é o procedimento da mulher adúltera: come, depois limpa a boca, dizendo: Não fiz mal algum.
20 O caminho da mulher adúltera é assim: ela come, depois limpa a sua boca e diz: Não fiz nada de mal!
21 Três coisas fazem tremer a terra, há mesmo quatro que ela não pode suportar:
21 Por três coisas se alvoroça a terra; e por quatro que não pode suportar:
22 um escravo que se torna rei, um tolo que está farto de pão,
22 Pelo servo, quando reina; e pelo tolo, quando vive na fartura;
23 uma filha desprezada que se casa, uma serva que suplanta sua senhora.
23 Pela mulher odiosa, quando é casada; e pela serva, quando fica herdeira da sua senhora.
24 Há quatro animais pequenos na terra que, entretanto, são sábios, muito sábios:
24 Estas quatro coisas são das menores da terra, porém bem providas de sabedoria:
25 as formigas, povo sem força, que, durante o verão, preparam suas provisões,
25 As formigas não são um povo forte; todavia no verão preparam a sua comida;
26 os arganazes, povo sem poder, que fazem sua habitação nos rochedos,
26 Os coelhos são um povo débil; e contudo, põem a sua casa na rocha;
27 os gafanhotos, que não têm rei e avançam todos em bandos,
27 Os gafanhotos não têm rei; e contudo todos saem, e em bandos se repartem;
28 a lagartixa, que se pode pegar na mão e penetra nos palácios reais.
28 A aranha se pendura com as mãos, e está nos palácios dos reis.
29 Há três coisas que têm bela aparência, quatro mesmo, que andam garbosamente:
29 Estes três têm um bom andar, e quatro passeiam airosamente;
30 O leão, o mais bravo dos animais, que não recua diante de nada,
30 O leão, o mais forte entre os animais, que não foge de nada;
31 o animal cingido pelos rins, o bode e o rei acompanhado de seu exército.
31 O galgo; o bode também; e o rei a quem não se pode resistir.
32 Se tiveres a asneira de elevar-te a ti mesmo, refletindo nisso, depois, põe tua mão à boca,
32 Se procedeste loucamente, exaltando-te, e se planejaste o mal, leva a mão à boca;
33 porque quem comprime o leite, tira dele a manteiga, quem aperta o nariz, faz jorrar o sangue, quem provoca a cólera, promove a disputa.
33 Porque o mexer do leite produz manteiga, o espremer do nariz produz sangue; assim o forçar da ira produz contenda.

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