Números 22

Udi Bible (UDI) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 İsrailluyox p'urum yaq'at'un baft'i, hariyal Moavi düzənluğa, İordan oqe t'ǒğǒl bakala Yerixon şəhəri běš çurt'unpi.
1 Tendo partido os filhos de Israel, acamparam-se nas campinas de Moabe, além do Jordão, na altura de Jericó.
2 T'e vədə Moavi padçağ Śip'p'ori ğar Balagey. Şot'in israilluğon emorluğoy bel eçerit'oğoy barada ibakeney.
2 Viu, pois, Balaque, filho de Zipor, tudo o que Israel fizera aos amorreus;
3 İsrailluyox t'ema gelet'uniy ki, moavluğon şot'oğoy s'iya ibakat'an q'ı̌yat'un bafst'ay, içoğo t'ut'ultinene haq'say.
3 Moabe teve grande medo deste povo, porque era muito; e andava angustiado por causa dos filhos de Israel;
4 Moavluğon Midyani ağsaq'q'alxo metərt'un pi: «Belin sürünen çöle o nu efalt'ullarik', me azuk'enal beş loxol eğayin, yaxun hik'k'al tene efal».
4 pelo que Moabe disse aos anciãos dos midianitas: Agora, lamberá esta multidão tudo quanto houver ao redor de nós, como o boi lambe a erva do campo. Balaque, filho de Zipor, naquele tempo, era rei dos moabitas.
5 iz amdarxo Yevfrat oqe t'ǒğǒl bakala P'et'or şəhəre yaq'anebi ki, t'iya yəşəyinşala Beori ğar Bileama metərq'at'un pi: «Misirəxun c'eri azuk'en hər ganu haq'layinşene, isəəl hari beş oç̌alxoy t'ǒğǒle çurpe.
5 Enviou ele mensageiros a Balaão, filho de Beor, a Petor, que está junto ao rio Eufrates, na terra dos filhos do seu povo, a chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito, cobre a face da terra e está morando defronte de mim.
6 Xaişezbsa, zaynak' sa əş biq'a: eki me azuk'i loxol q'arğiş śipa. Şorox həysə zaxun zorbat'un, ama şot'oğo zəyifləyinşa ki, zu şot'oğo bez ölkinəxun şəp'eśes bakaz. Axıri vi tadala xeyir-bərəkəten biq'ala k'inək', vi śik'ala q'arğişenal bineq'sa».
6 Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois é mais poderoso do que eu; para ver se o poderei ferir e lançar fora da terra, porque sei que a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado.
7 Moavi ağsaq'q'alxo q'a Midyani ağsaq'q'alxoval Bileami me biq'ala əşlin haq'q'a ext'i şot'ay t'ǒğǒlt'un taśi. Şot'oğon Balagi pit'oğo bitova p'ap'est'unbi.
7 Então, foram-se os anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas, levando consigo o preço dos encantamentos; e chegaram a Balaão e lhe referiram as palavras de Balaque.
8 Bileamen şot'oğo pine: «Və̌n me üşe memiya mandanan, zu \+w Q'ončuğoy\+w* coğaba avabaki və̌x uk'oz». Moavi ağsaq'q'alxoval şot'ay k'oya mant'undi.
8 Balaão lhes disse: Ficai aqui esta noite, e vos trarei a resposta, como o Senhor me falar; então, os príncipes dos moabitas ficaram com Balaão.
9 Buxačux Bileameynak' ak'eśi pine: «Vi k'oya bakala me amdarxo şuva?»
9 Veio Deus a Balaão e disse: Quem são estes homens contigo?
10 Bileamen Buxačuğo coğabe tadi: «Moavi padçağ Śip'p'ori ğar Balagene me amdarxo yaq'abe ki, za izi muzin me əyitmoğo uk'at'un:
10 Respondeu Balaão a Deus: Balaque, rei dos moabitas, filho de Zipor, os enviou para que me dissessem:
11 "Mone, Misirəxun c'eri azuk'en oç̌ali ç̌oya haq'layinşene. Xaişezbsa, eki me azuk'i loxol q'arğiş śipa ki, zəyifləyinşəkeq'at'un, zuval şot'oğo bez ölkinəxun şəp'eśes bakaz"».
11 Eis que o povo que saiu do Egito cobre a face da terra; vem, agora, amaldiçoa-mo; talvez eu possa combatê-lo e lançá-lo fora.
12 Buxačuğon Bileama pine: «Ma taki me amdarxoxun. T'e azuk'i loxol q'arğiş śimapa, şot'o görə ki, şot'oğo Zuz xeyir-bərəkət tade».
12 Então, disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás o povo; porque é povo abençoado.
13 Əyc'indəri savaxt'an Bileamen hayzeri Balagi yaq'abi ağsaq'q'alxo pine: «Ef ölkinə qaybakanan, \+w Q'ončuğon\+w* za və̌xun taysa bartenne».
13 Levantou-se Balaão pela manhã e disse aos príncipes de Balaque: Tornai à vossa terra, porque o Senhor recusa deixar-me ir convosco.
14 Moavi ağsaq'q'alxoval Balagi t'ǒğǒl qaybaki pit'un: «Bileam yaxun tene hari».
14 Tendo-se levantado os príncipes dos moabitas, foram a Balaque e disseram: Balaão recusou vir conosco.
15 T'e vədə Balagen süft'int'uxun gele hamal şot'oğoxun hörmətlu saal s'ila ağsaq'q'alxone yaq'abi.
15 De novo, enviou Balaque príncipes, em maior número e mais honrados do que os primeiros,
16 Şorox Bileami t'ǒğǒl hari pit'un: «Śip'p'ori ğar Balagen metəre nex: "bez vaxun xaişp'i əşlə nu bsuna kapmapa.
16 os quais chegaram a Balaão e lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Peço-te não te demores em vir a mim,
17 Va k'ə çurensa tadoz, k'ə uk'alnu booz, saycə eki me azuk'a q'arğişp'a"».
17 porque grandemente te honrarei e farei tudo o que me disseres; vem, pois, rogo-te, amaldiçoa-me este povo.
18 Bileamen Balagi amdarxo coğab tadi pine: «Balagen za iz q'ızılen q'a gümüşen buy k'ojal tadayin, zu bez Buxačux bakala \+w Q'ončuğoy\+w* nu çureğala sal sa əş biq'es tez bakon.
18 Respondeu Balaão aos oficiais de Balaque: Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia traspassar o mandado do Senhor , meu Deus, para fazer coisa pequena ou grande;
19 Ama \+w Q'ončuğon\+w* za ene k'ə upsuna avabaksun çurnansasa, və̌nal me üşe memiya mandes banankon».
19 agora, pois, rogo-vos que também aqui fiqueis esta noite, para que eu saiba o que mais o Senhor me dirá.
20 Buxačuxal t'e üşe Bileama ak'eśi şot'o pine: «İsə ki me amdarxo va taşt'at'un hare - taki! Ama Zu va k'ə uk'ozsa, şot'o balnu».
20 Veio, pois, o Senhor a Balaão, de noite, e disse-lhe: Se aqueles homens vieram chamar-te, levanta-te, vai com eles; todavia, farás somente o que eu te disser.
21 Savaxt'an Bileam hayzeri, iz elemi loxol palanal laxi Moavi ağsaq'q'alxoxun sagala yaq'ane baft'i.
21 Então, Balaão levantou-se pela manhã, albardou a sua jumenta e partiu com os príncipes de Moabe.
22 Ama şo tağat'an Buxačuğoy əcuğ bəc'ük'eśi, \+w Q'ončuğoy\+w* angelal běš c'eri iz yaq'a bot'esedi. Bileam elemi loxol tanesay, içuxunal p'ə̌ nökər.
22 Acendeu-se a ira de Deus, porque ele se foi; e o Anjo do Senhor pôs-se-lhe no caminho por adversário. Ora, Balaão ia caminhando, montado na sua jumenta, e dois de seus servos, com ele.
23 Elemen ak'at'an ki, yaq'e boş iz kiyel q'ılıncla \+w Q'ončuğoy\+w* angele çurpe, yaq'axun c'eri q'oruğane baśi. Bileamen isə elema duği şot'o yaq'a qayst'une çureśi.
23 Viu, pois, a jumenta o Anjo do Senhor parado no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que se desviou a jumenta do caminho, indo pelo campo; então, Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho.
24 T'e vədə \+w Q'ončuğoy\+w* angel p'ə̌ t'ulluği aranexun c'ovakala cığıri boşe çurpi, t'e cığıri p'ə̌ tərəfəl bariney.
24 Mas o Anjo do Senhor pôs-se numa vereda entre as vinhas, havendo muro de um e outro lado.
25 Elemen \+w Q'ončuğoy\+w* angela ak'i barinane ləçəq'eśi. Bileami tural elemi q'a barin arane mandi p'ět'eśi. Bileamen elema p'urum duğsane burqi.
25 Vendo, pois, a jumenta o Anjo do Senhor , coseu-se contra o muro e comprimiu contra este o pé de Balaão; por isso, tornou a espancá-la.
26 \+w Q'ončuğoy\+w* angel isə samalal běš hari t'etər sa q'ac' galane çurpi ki, t'iya nə tərse fırıpes baksay, nə yön.
26 Então, o Anjo do Senhor passou mais adiante e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita, nem para a esquerda.
27 Bileami arśi elemen mot'o ak'i çökedi, Bileamiyal əcuğon biq'i elema k'ovalen duğsane burqi.
27 Vendo a jumenta o Anjo do Senhor , deixou-se cair debaixo de Balaão; acendeu-se a ira de Balaão, e espancou a jumenta com a vara.
28 T'e vədə \+w Q'ončuğon\+w* elema muzalebi, şot'inal Bileama pine: «Zu va k'əz be ki, mo xibimci kərəme za t'ap'enne?»
28 Então, o Senhor fez falar a jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste já três vezes?
29 Bileamen elema pine: «Za lağan haq'sa? Həysə bez kiyel sa q'ılınc bakayin va besezbon!»
29 Respondeu Balaão à jumenta: Porque zombaste de mim; tivera eu uma espada na mão e, agora, te mataria.
30 Elemen Bileama coğabe tadi: «Zu vi həmişənin c'idala elem tezu ki, memaçağ metər bezu?» Bileamen "təə" pine.
30 Replicou a jumenta a Balaão: Porventura, não sou a tua jumenta, em que toda a tua vida cavalgaste até hoje? Acaso, tem sido o meu costume fazer assim contigo? Ele respondeu: Não.
31 T'e vədə \+w Q'ončuğon\+w* Bileami pulmoğo qayepi, şot'inal cığıri boş çurpi iz kiyel q'ılınc bakala \+w Q'ončuğoy\+w* angela anek'i. Bileamen çökt'i iz ç̌oya oç̌alane duği.
31 Então, o Senhor abriu os olhos a Balaão, ele viu o Anjo do Senhor , que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça e prostrou-se com o rosto em terra.
32 \+w Q'ončuğoy\+w* angelen isə pine: «Me elema het'u görən xib kərəm t'api? Vi běš c'eri va taysa nu bark'alo zuzu. Şot'o görə ki, vi biq'ala əş \+w Q'ončuğoy\+w* piyes düzgün tene ak'esa.
32 Então, o Anjo do Senhor lhe disse: Por que já três vezes espancaste a jumenta? Eis que eu saí como teu adversário, porque o teu caminho é perverso diante de mim;
33 Elemen za ak'i xib kərəm bez běšt'an fırınepi. Ke elem nu fırıpiniy, isə vi elmoğo haq'ezuy! Ama elema galdala tezuy!»
33 a jumenta me viu e já três vezes se desviou de diante de mim; na verdade, eu, agora, te haveria matado e a ela deixaria com vida.
34 Bileamen \+w Q'ončuğoy\+w* angela pine: «Günaxez əşp'est'i! Vi bez běšt'an bot'est'una tez avay. Ama bez biq'ala əş vi piyes pise ak'esasa, zu qaybakaz».
34 Então, Balaão disse ao Anjo do Senhor : Pequei, porque não soube que estavas neste caminho para te opores a mim; agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei.
35 \+w Q'ončuğoy\+w* angelen Bileama metəre pi: «Taki me amdarxoxun, ama saycə zu va uk'alt'oğo əyitp'a». Bileamal Balagi yaq'abi ağsaq'q'alxoxun sagala taneśi.
35 Tornou o Anjo do Senhor a Balaão: Vai-te com estes homens; mas somente aquilo que eu te disser, isso falarás. Assim, Balaão se foi com os príncipes de Balaque.
36 Balagen Bileami eysuna ibaki, iz běš c'eyseynak' Arnon oqe t'ǒğǒl bakala İr-Moav şəhərene taśi. Me şəhər iz oç̌ali lap t'e beley.
36 Tendo Balaque ouvido que Balaão havia chegado, saiu-lhe ao encontro até à cidade de Moabe, que está nos confins do Arnom e na fronteira extrema.
37 Balagen Bileama pine: «Vi bač'anexun hema kərəm amdarez yaq'abi, het'u görə ten eysay? Yəni va vi çureğala k'inək' tez yaq'a badaliy?»
37 Perguntou Balaque a Balaão: Porventura, não enviei mensageiros a chamar-te? Por que não vieste a mim? Não posso eu, na verdade, honrar-te?
38 Bileamen Balaga metəre coğab tadi: «Mone, həysə vi t'ǒğǒlzu. Ama k'ə pesez baksa? Buxačuğon za bürüşalt'oğoxun avuzin hik'k'al pes tez bakon».
38 Respondeu Balaão a Balaque: Eis-me perante ti; acaso, poderei eu, agora, falar alguma coisa? A palavra que Deus puser na minha boca, essa falarei.
39 Oşa Balagen Bileama Qiryat'-Xuśot' şəhərene taşeri.
39 Balaão foi com Balaque, e chegaram a Quiriate-Huzote.
40 Miya Balagen, beliğoy q'a eğelxoy q'urban šampest'i t'e yeq'axun Bileama q'a şot'oxun bakala ağsaq'q'alxone tadi.
40 Então, Balaque sacrificou bois e ovelhas; e deles enviou a Balaão e aos príncipes que estavam com ele.
41 Əyc'indəri savaxt'an isə Balagen Bileama ext'i Bamot' Baal uk'ala bul k'os'bala galane laśi. Memiin Bileamen israilluğoy çurk'ala gane sa t'ǒğə̌ aneksay.
41 Sucedeu que, pela manhã, Balaque tomou a Balaão e o fez subir a Bamote-Baal; e Balaão viu dali a parte mais próxima do povo.

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