Êxodo 36

Almeida Revista e Corrigida 1969 (RC69) vs NVI

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NVI Nova Versão Internacional
1 ASSIM obraram Bezaleel e Aoliabe, e todo o homem sábio de coração, a quem o Senhor dera sabedoria e inteligência, para saber como haviam de fazer toda a obra para o serviço do santuário, conforme a tudo o que o Senhor tinha ordenado.
1 "Assim farão Bezalel, Aoliabe e todos os homens capazes, a quem o Senhor concedeu destreza e habilidade para fazerem toda a obra de construção do santuário, realizarão a obra como o Senhor ordenou. "
2 Porque Moisés chamara a Bezaleel e a Aoliabe, e a todo o homem sábio de coração, em cujo coração Deus tinha dado sabedoria: a todo aquele a quem o seu coração movera que se chegasse à obra para fazê-la.
2 Então Moisés chamou Bezalel e Aoliabe e todos os homens capazes a quem o Senhor dera habilidade e que estavam dispostos a vir realizar a obra.
3 Tomaram pois de diante de Moisés toda a oferta alçada, que trouxeram os filhos de Israel para a obra do serviço do santuário, para fazê-la, e ainda eles lhe traziam cada manhã oferta voluntária.
3 Receberam de Moisés todas as ofertas que os israelitas tinham trazido para a obra de construção do santuário. E o povo continuava a trazer voluntariamente ofertas, manhã após manhã.
4 E vieram todos os sábios, que faziam toda a obra do santuário, cada um da obra que eles faziam,
4 Por isso, todos os artesãos habilidosos que trabalhavam no santuário interromperam o trabalho
5 E falaram a Moisés, dizendo: O povo traz muito mais do que basta para o serviço da obra que Senhor ordenou se fizesse.
5 e disseram a Moisés: "O povo está trazendo mais do que o suficiente para realizar a obra que o Senhor ordenou".
6 Então mandou Moisés que fizessem passar uma voz pelo arraial, dizendo: Nenhum homem nem mulher faça mais obra alguma para a oferta alçada do santuário. Assim o povo foi proibido de trazer mais ,
6 Então Moisés ordenou que fosse feita esta proclamação em todo o acampamento: "Nenhum homem ou mulher deverá fazer mais nada para ser oferecido ao santuário". Assim, o povo foi impedido de trazer mais,
7 Porque tinham matéria bastante para toda a obra que havia de fazer-se, e ainda sobejava.
7 pois o que já haviam recebido era mais que suficiente para realizar toda a obra.
8 Assim todo o sábio de coração, entre os que faziam a obra, fez o tabernáculo de dez cortinas, de linho fino torcido, e de azul, e de púrpura, e de carmesim com querubins; da obra mais esmerada as fez.
8 Todos os homens capazes dentre os trabalhadores fizeram o tabernáculo com dez cortinas internas de linho fino trançado e de fios de tecido azul, roxo e vermelho, com os querubins bordados sobre eles.
9 O comprimento de uma cortina era de vinte e oito côvados, e a largura de outra cortina de quatro côvados: todas as cortinas tinham uma mesma medida.
9 Todas as cortinas internas tinham o mesmo tamanho: doze metros e sessenta centímetros de comprimento por um metro e oitenta centímetros de largura.
10 E ele ligou cinco cortinas, uma com outra; e outras cinco cortinas ligou uma com outra.
10 Prendeu cinco cortinas internas, e fez o mesmo com as outras cinco.
11 Depois fez laçadas de azul na borda de uma cortina, à extremidade, na juntura: assim também fez na borda, à extremidade da juntura da segunda cortina.
11 Em seguida fez laçadas de tecido azul ao longo da borda da última cortina interna do primeiro conjunto de cortinas internas, fazendo o mesmo com o segundo conjunto.
12 Cinquenta laçadas fez numa cortina, e cinquenta laçadas fez numa extremidade da cortina, que se ligava com a segunda: estas laçadas travavam uma com a outra.
12 Fez também cinqüenta laçadas na primeira cortina interna e cinqüenta laçadas na última cortina interna do segundo conjunto; as laçadas estavam opostas umas às outras.
13 Também fez cinquenta colchetes de ouro, e com estes colchetes uniu as cortinas, uma com outra; e foi feito assim um tabernáculo.
13 Depois fez cinqüenta ganchos de ouro e com eles prendeu um conjunto de cortinas internas ao outro, para que o tabernáculo formasse um todo.
14 Fez também cortinas de pelos de cabras para a tenda sobre o tabernáculo: de onze cortinas as fez.
14 Com o total de onze cortinas internas de pêlos de cabra fez uma tenda para cobrir o tabernáculo.
15 O comprimento de uma cortina era de trinta côvados, e a largura de uma cortina de quatro côvados: estas onze cortinas tinham uma mesma medida.
15 As onze cortinas internas tinham a mesma medida: treze metros e meio de comprimento por um metro e oitenta centímetros de largura.
16 E ele uniu cinco cortinas à parte, e seis cortinas à parte,
16 Prendeu cinco cortinas internas num conjunto e as outras seis noutro conjunto.
17 E fez cinquenta laçadas na borda da última cortina, na juntura: também fez cinquenta laçadas na borda da cortina, na outra juntura.
17 Depois fez cinqüenta laçadas em volta da borda da última cortina interna de um dos conjuntos e também na borda da última cortina interna do outro conjunto.
18 Fez também cinquenta colchetes de metal para ajuntar a tenda, para que fosse uma.
18 Fez também cinqüenta ganchos de bronze para unir a tenda, formando um todo.
19 Fez também para a tenda uma coberta de peles de carneiros, tintas de vermelho; e por cima uma coberta de peles de texugos.
19 Em seguida fez para a tenda uma cobertura de pele de carneiro tingida de vermelho, e por cima desta uma cobertura de couro.
20 Também fez tábuas levantadas para o tabernáculo, de madeira de cetim.
20 Fez ainda armações verticais de madeira de acácia para o tabernáculo.
21 O comprimento de uma tábua era de dez côvados, e a largura de cada tábua era de um côvado e meio.
21 Cada armação tinha quatro metros e meio de comprimento por setenta centímetros de largura,
22 Cada tábua tinha duas couceiras, pregadas uma com a outra: assim fez com todas as tábuas do tabernáculo.
22 com dois encaixes paralelos um ao outro. E fez todas as armações do tabernáculo dessa madeira.
23 Assim pois fez as tábuas para o tabernáculo: vinte tábuas para a banda do sul;
23 Fez também vinte armações para o lado sul do tabernáculo
24 E fez quarenta bases de prata debaixo das vinte tábuas: duas bases debaixo de uma tábua para as suas duas couceiras, e duas bases de baixo doutra tábua para as suas duas couceiras.
24 e quarenta bases de prata para serem colocadas debaixo delas; duas bases para cada armação, uma debaixo de cada encaixe.
25 Também fez vinte tábuas ao outro lado do tabernáculo da banda do norte,
25 Para o outro lado, o lado norte do tabernáculo, fez vinte armações
26 Com as suas quarenta bases de prata; duas bases debaixo de uma tábua, e duas bases debaixo de outra tábua.
26 e quarenta bases de prata, duas debaixo de cada armação.
27 E ao lado do tabernáculo para o ocidente fez seis tábuas.
27 Fez ainda seis armações na parte de trás do tabernáculo, isto é, para o lado ocidental,
28 Fez também duas tábuas para os cantos do tabernáculo aos dois lados,
28 e duas armações foram montadas nos cantos, na parte de trás do tabernáculo.
29 As quais estavam juntas debaixo, e também se ajuntavam por cima com uma argola: assim fez com elas ambas nos dois cantos.
29 Nesses dois cantos as armações eram duplas, desde a parte inferior até a mais alta, colocadas numa só argola, ambas feitas do mesmo modo.
30 Assim eram oito tábuas com as suas bases de prata, a saber , dezesseis bases: duas bases debaixo de cada tábua.
30 Havia, pois, oito armações e dezesseis bases de prata, duas debaixo de cada armação.
31 Fez também barras de madeira de cetim: cinco para as tábuas dum lado do tabernáculo,
31 Também fez travessões de madeira de acácia: cinco para as armações de um lado do tabernáculo,
32 E cinco barras para as tábuas do outro lado do tabernáculo; e outras cinco barras para as tábuas do tabernáculo de ambas as bandas do ocidente.
32 cinco para as do outro lado e cinco para as do lado ocidental, na parte de trás do tabernáculo.
33 E fez que a barra do meio passasse pelo meio das tábuas duma extremidade até à outra.
33 Fez o travessão central de uma extremidade à outra, passando pelo meio das armações.
34 E cobriu as tábuas de ouro, e as suas argolas (os lugares das barras) fez de ouro; as barras também cobriu de ouro.
34 Revestiu de ouro as armações e fez argolas de ouro para sustentar os travessões, os quais também revestiu de ouro.
35 Depois fez o véu de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido: de obra esmerada o fez com querubins.
35 Fez o véu de linho fino trançado e de fios de tecido azul, roxo e vermelho, e mandou bordar nele querubins.
36 E fez-lhe quatro colunas de madeira de cetim, e as cobriu de ouro: e seus colchetes fez de ouro, e fundiu-lhe quatro bases de prata.
36 Fez-lhe quatro colunas de madeira de acácia e as revestiu de ouro. Fez-lhe ainda ganchos de ouro e fundiu as suas bases de prata.
37 Fez também para a porta da tenda o véu de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido, da obra do bordador,
37 Para a entrada da tenda fez uma cortina de linho fino trançado e de fios de tecido azul, roxo e vermelho, obra de bordador;
38 Com as suas cinco colunas e os seus colchetes: e as suas cabeças e as suas molduras cobriu de ouro: e as suas cinco bases eram de cobre.
38 e fez-lhe cinco colunas com ganchos. Revestiu de ouro as partes superior e lateral das colunas e fez de bronze as suas cinco bases.

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