2 Coríntios 4

Bíblia Portuguesa Mundial (PORBRBSL) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Portanto, visto que temos este ministério, assim como alcançamos misericórdia, não desanimamos.
1 Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;
2 Pelo contrário, renunciamos às coisas ocultas e vergonhosas, não andando com astúcia nem adulterando a palavra de Deus, mas, pela manifestação da verdade, recomendamo-nos à consciência de cada pessoa diante de Deus.
2 antes, rejeitamos as coisas que, por vergonha, se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.
3 Mas, mesmo se o nosso Evangelho está encoberto, é naqueles que estão perecendo que está encoberto,
3 Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto,
4 nos quais o deus deste mundo cegou as mentes dos incrédulos, para que a luz do Evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus, não brilhe sobre eles.
4 nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.
5 Pois não pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor, e a nós mesmos como servos de vocês por amor de Jesus,
5 Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos, por amor de Jesus.
6 visto que é Deus quem disse: “A luz brilhará das trevas”, o qual brilhou em nossos corações para dar a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo.
6 Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo.
7 Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a suprema grandeza do poder seja de Deus e não de nós mesmos.
7 Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.
8 Somos pressionados de todos os lados, mas não esmagados; perplexos, mas não desesperados;
8 Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados;
9 perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
9 perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
10 levando sempre no corpo o morrer do Senhor Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo.
10 trazendo sempre por toda parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossos corpos.
11 Pois nós, que vivemos, estamos sempre sendo entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nossa carne mortal.
11 E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossa carne mortal.
12 De modo que a morte opera em nós, mas a vida em vocês.
12 De maneira que em nós opera a morte, mas em vós, a vida.
13 Mas, tendo o mesmo espírito de fé, conforme o que está escrito: “Eu cri, por isso falei”. Nós também cremos, e por isso também falamos,
13 E temos, portanto, o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri; por isso, falei. Nós cremos também; por isso, também falamos,
14 sabendo que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará por meio de Jesus, e nos apresentará com vocês.
14 sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus e nos apresentará convosco.
15 Pois todas as coisas são por amor a vocês, para que a graça, sendo multiplicada por meio de muitos, faça com que a ação de graças transborde para a glória de Deus.
15 Porque tudo isso é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, torne abundante a ação de graças, para glória de Deus.
16 Portanto, não desanimamos. Pelo contrário, mesmo que o nosso ser exterior esteja se desgastando, o nosso ser interior é renovado dia após dia.
16 Por isso, não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.
17 Pois a nossa leve aflição, que é momentânea, produz para nós, de maneira cada vez mais extraordinária, um eterno peso de glória,
17 Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente,
18 enquanto não fixamos os olhos nas coisas que são vistas, mas nas coisas que não são vistas. Pois as coisas que são vistas são temporais, mas as coisas que não são vistas são eternas.
18 não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas.

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