Romanos 9

A Bíblia Sagrada, Tradução para Tradutores (POR_TFT) vs NTLH

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NTLH Nova Tradução na Linguagem de Hoje 2000
1 Agora eu gostaria de enfocar o fato de a maioria dos meus irmãos israelitas ter rejeitado a Cristo. Romanos 9.1b-5 TEMA: Eu lhes digo sinceramente que lamento isto, e estaria disposto a ficar separado de Cristo, se tal os ajudasse a crer em Cristo. Digo a inteira verdade ao lhes confiar o seguinte por causa do meu relacionamento com Cristo. Minha consciência confirma o que digo porque o Espírito Santo a controla.
1 O que eu digo é verdade. Sou de Cristo e não minto; pois a minha consciência, que é controlada pelo Espírito Santo, também me afirma que não estou mentindo.
2 Digo-lhes que me preocupo e lamento profundamente ao pensar nos meus irmãos israelitas.
2 Sinto uma grande tristeza e uma dor sem fim no coração
3 Eu, pessoalmente, estaria disposto a deixar que Deus me amaldiçoasse e como resultado me separasse de Cristo, se tal fosse de ajuda a meus irmãos israelitas, meus parentes naturais, levando-os a crer em Cristo.
3 por causa do meu povo, que é minha raça e meu sangue. Para o bem desse povo, eu mesmo poderia desejar receber a maldição de Deus e ficar separado de Cristo.
4 Eles são os escolhidos de Deus, descendentes de Jacó / Israel. Deus sempre os tem considerado seus filhos. Foi a eles que ele costumava aparecer com glória quando eles ainda estavam no deserto. Foi com eles que Deus, em várias ocasiões, fez alianças. Foi a eles que Deus deu a lei no Monte Sinai. Foram eles a quem Deus revelou como deveriam adorá-lo . Foram eles a quem Deus prometeu muitas coisas, sobretudo que o Messias viria da raça deles.
4 Eles são o povo escolhido por Deus; ele os tornou seus filhos e repartiu a sua glória com eles. Deus fez suas alianças com eles e lhes deu a lei , a verdadeira maneira de adorar e as promessas.
5 Foram os antepassados deles – Abraão, Isaque e Jacó – que Deus escolheu para fundar nossa nação. E, mais importante ainda, foi deles que o Messias recebeu sua natureza humana. Contudo, a maioria dos meus irmãos israelitas rejeitou Cristo, aquele que controla todas as coisas, bendito seja Deus para sempre. Isto é verdade!
5 Eles são descendentes dos patriarcas ; e, como ser humano, Cristo pertence à raça deles. Que Cristo, que é o Deus que governa todos, seja louvado para sempre! Amém !
6 Deus prometeu a Abraão, Isaque e Jacó, que todos os descendentes deles iriam herdar as bênçãos de Deus. Mas, apesar de a maioria dos meus irmãos israelitas ter rejeitado Cristo, isto não é prova de que Deus tenha deixado de cumprir as coisas prometidas, pois nem todos os que descendem de Jacó e se chamam „povo de Israel‟ são realmente considerados o povo divino por Deus.
6 Eu não estou dizendo que a promessa de Deus tenha falhado. De fato, nem todos os israelitas fazem parte do povo de Deus.
7 Tampouco, por serem eles descendentes naturais de Abraão, é que Deus os considera povo dele. Pelo contrário, Deus considera somente alguns deles filhos de Abraão. Isto concorda com aquilo que Deus tinha dito a Abraão: “É seu filho Isaque, e nenhum outro dos seus filhos, que vou considerar o verdadeiro pai dos seus descendentes.”
7 Nem todos os descendentes de Abraão são filhos de Deus. Pois Deus disse a Abraão: “Por meio de Isaque é que você terá os descendentes que eu lhe prometi.”
8 Isso quer dizer que nem todos os descendentes naturais de Abraão são considerados filhos de Deus. Pelo contrário, são aqueles que nasceram como resultado daquilo que Deus prometeu àqueles que ele considera seus filhos.
8 Isso quer dizer que os que são considerados como os verdadeiros descendentes de Abraão são aqueles que nasceram como resultado da promessa de Deus, e não os que nasceram de modo natural .
9 Vocês vão se lembrar que Deus deu a seguinte promessa a Abraão: “Aproximadamente nesta altura, no ano que vem – como resultado de eu ter dado forças a Sara, sua esposa – ela vai dar à luz um filho.” Portanto, ele sabia que não seria por meio do filho que ele já tinha, Ismael, que Deus iria cumprir o que tinha prometido a Abraão (OU, que viriam seus verdadeiros descendentes).
9 Pois, quando fez a promessa, Deus disse a Abraão o seguinte: “No tempo certo eu voltarei, e Sara, sua mulher, terá um filho.”
10 E não apenas pelo que Deus disse naquela ocasião, mas também quando Rebeca concebeu gêmeos por nosso antepassado Isaque, Deus mostrou novamente que não determinava a identidade dos seus verdadeiros filhos segundo a identidade dos antepassados deles.
10 E mais ainda: os dois filhos de Rebeca tinham o mesmo pai, o nosso antepassado Isaque. Mas, para que a escolha de um deles fosse completamente de acordo com o plano de Deus, o próprio Deus disse a Rebeca: “O mais velho será dominado pelo mais moço.” Disse isso antes de eles nascerem e antes de fazerem qualquer coisa, boa ou má. Assim ficou confirmado que é de acordo com o seu plano que Deus escolhe aqueles que ele quer chamar , sem levar em conta o que eles tenham feito.
11 Antes de nascerem os gêmeos Jacó e Esaú, quando nenhum dos dois tinha feito ainda nada de bem ou mal, Deus disse o seguinte a Rebeca acerca dos gêmeos que ela iria parir, “O maior deles vai depois servir o menor, em contraste com a norma.” Deus disse isto para estabelecer firmemente o fato de o propósito dele para os seres humanos obedecer àquilo que ele mesmo tinha determinado; em outras palavras, não depende daquilo que fazem os seres humanos. Em vez disso, depende de Deus, aquele que os escolhe.
11 — ausente —
13 Este fato tem apoio naquilo que Deus disse e que um profeta registrou: Resolvi favorecer a Jacó, o menor. Não favoreci a Esaú, o maior.
13 Como dizem as Escrituras Sagradas : “Eu escolhi Jacó, mas rejeitei Esaú.”
14 Portanto, se alguém por acaso perguntasse, “Deus é injusto ao escolher aqueles que ele quiser escolher?”, eu responderia, “Claro que ele não é injusto!”
14 O que vamos dizer, então? Que Deus é injusto? De modo nenhum!
15 Deus disse a Moisés, “Vou ter compaixão e ajudar aqueles que eu escolher!”
15 Pois ele disse a Moisés: “Terei misericórdia de quem eu quiser; terei pena de quem eu desejar.”
16 Portanto, Deus escolhe as pessoas, não por elas desejarem ser escolhidas por Deus nem por elas tentarem fazer as coisas certas para que Deus as aceite. Pelo contrário, ele escolhe as pessoas por ter misericórdia de (OU, ajudar) indivíduos sem merecimento.
16 Portanto, tudo isso depende não do que as pessoas querem ou fazem, mas somente da misericórdia de Deus.
17 Moisés registrou como Deus dissera a Faraó, “Por isso lhe dei autoridade; foi para que eu pudesse manifestar – através da minha oposição a você – quão poderoso sou, e para que todas as pessoas por toda parte ouçam falar de mim.”
17 Porque, como está escrito nas Escrituras Sagradas, Deus disse a Faraó: “Foi para isto mesmo que eu pus você como rei, para mostrar o meu poder e fazer com que o meu nome seja conhecido no mundo inteiro.”
18 Portanto, concluímos que Deus ajuda bondosamente aqueles que ele deseja ajudar. Mas ele torna obstinados aqueles, como Faraó, que ele deseja tornar obstinados.
18 Portanto, Deus tem misericórdia de quem ele quer e endurece o coração de quem ele quer.
19 Algum de vocês pode opor-se a esta afirmação, dizendo, “Já que Deus determina antecipadamente tudo que os seres humanos vão fazer, ele também deve desejar que façamos tudo que fazemos. Portanto, não seria justo que Deus condenasse uma pessoa por ter pecado, pois ninguém consegue resistir aquilo que Deus determinou.”
19 Algum de vocês vai me dizer: “Se é assim, como é que Deus pode encontrar culpa nas pessoas? Quem pode ir contra a vontade de Deus?”
20 Eu responderia que, sendo você um mero ser humano, não tem direito algum de desafiar a Deus. Como o oleiro cria um pote de barro, foi Deus quem criou você. Um pote de barro não tem o mínimo direito de criticar o oleiro, indagando, “Por que você me fez assim?”
20 Mas quem é você, meu amigo, para discutir com Deus? Será que um pote de barro pode perguntar a quem o fez: “Por que você me fez assim?”
21 Pelo contrário, o oleiro tem com certeza o direito de pegar um pouco de barro e dessa mesma massa fazer um pote que as pessoas vão honrar e outro para usos costumeiros. Semelhantemente, Deus tem o direito de realizar o que ele determinou para os seres humanos.
21 Pois o homem que faz o pote tem o direito de usar o barro como quer. Do mesmo barro ele pode fazer dois potes: um pote para uso especial e outro para uso comum.
22 Embora ele deseje mostrar que está zangado por causa do pecado, e mesmo que ele deseje esclarecer que pode castigar poderosamente as pessoas que pecaram, ele resolveu tolerar pacientemente as pessoas que lhe despertaram a ira, e que são feitas para serem destruídas.
22 E foi isso o que Deus fez. Ele quis mostrar a sua ira e tornar bem-conhecido o seu poder. Assim suportou com muita paciência os que mereciam o castigo e que iam ser destruídos.
23 Deus tem sido paciente para mostrar quão maravilhosamente ele atua para com aqueles com quem pretendia agir com misericórdia, os quais ele tinha preparado anteriormente para que pudessem viver gloriosamente no céu.
23 Ele quis também mostrar como é grande a sua glória , que ele derramou sobre nós, que somos aqueles de quem ele teve pena e a quem ele já havia preparado para receberem a sua glória.
24 Isto se refere a nós, a quem ele escolheu – não apenas nós judeus mas também os não judeus.
24 Pois nós somos aqueles que Deus chamou , não somente os que são judeus, mas também os não judeus.
25 Estas palavras que Oseias escreveu, que Deus tinha dito, também apoiam o direito de Deus de escolher determinados indivíduos dentre judeus e não judeus:
25 Isso é o que ele diz no Livro de Oseias: “Aqueles que não eram meu povo eu chamarei de ‘meu Povo’. A nação que eu não amava chamarei de ‘minha Amada’.
26 — ausente —
26 E no mesmo lugar onde foi dito: ‘Vocês não são o meu povo’, ali eles serão chamados de ‘os filhos do Deus vivo’.”
27 — ausente —
27 E Isaías disse a respeito de Israel: “Mesmo que o povo de Israel seja tão numeroso como os grãos de areia da praia do mar, somente alguns deles serão salvos.
28 — ausente —
28 Pois o Senhor julgará logo e de uma vez o mundo inteiro.”
29 — ausente —
29 Como o próprio Isaías tinha dito antes: “Se o Senhor Todo-Poderoso não nos tivesse deixado alguns descendentes, seríamos agora como a cidade de Sodoma, estaríamos destruídos como Gomorra.”
30 Devemos concluir que, embora os não judeus não buscassem uma maneira pela qual Deus pudesse apagar o registro dos seus pecados, eles realmente a descobriram porque confiaram naquilo que Cristo tinha feito por eles.
30 O que vamos dizer, então? Vamos dizer isto: os não judeus, que não procuravam ser aceitos por Deus, foram aceitos por meio da fé.
31 Mas, mesmo que o povo de Israel buscasse uma base pela qual Deus pudesse apagar o registro dos seus pecados, não conseguiram realizar o verdadeiro propósito da lei que Deus deu a Moisés.
31 Porém o povo de Israel, que procurava uma lei para ser aceito por Deus, não encontrou o que estava procurando.
32 A razão do fracasso deles foi que não acreditaram que Deus providenciasse um meio de salvá-los. Pelo contrário, eles tentaram fazer certas coisas para que Deus fosse aceitá-los. Por não esperarem que o Messias morresse, os israelitas se sentiram repugnados pela morte de Jesus, que é como a pedra na qual as pessoas tropeçam.
32 E por que não? Porque eles procuravam alcançar isso por meio das suas ações e não por meio da fé. Eles tropeçaram na “pedra de tropeço”,
33 É bem como vaticinou Isaías (OU, um profeta) ao escrever isto que Deus disse sobre o Messias: “Escutem! Vou colocar em Israel alguém parecido a uma pedra na qual as pessoas tropeçam. O que ele faz vai ofender as pessoas. Contudo, aqueles que acreditarem nele não vão ficar decepcionados.”
33 como dizem as Escrituras Sagradas : “Vejam! Estou colocando em uma pedra em que eles vão tropeçar, a rocha que vai fazê-los cair. Mas quem crer nela não ficará desiludido.”

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