Romanos 9

A Bíblia Sagrada, Tradução para Tradutores (POR_TFT) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Agora eu gostaria de enfocar o fato de a maioria dos meus irmãos israelitas ter rejeitado a Cristo. Romanos 9.1b-5 TEMA: Eu lhes digo sinceramente que lamento isto, e estaria disposto a ficar separado de Cristo, se tal os ajudasse a crer em Cristo. Digo a inteira verdade ao lhes confiar o seguinte por causa do meu relacionamento com Cristo. Minha consciência confirma o que digo porque o Espírito Santo a controla.
1 Digo a verdade em Cristo, não minto, e a minha consciência confirma isso por meio do Espírito Santo:
2 Digo-lhes que me preocupo e lamento profundamente ao pensar nos meus irmãos israelitas.
2 sinto grande tristeza e tenho incessante dor no coração.
3 Eu, pessoalmente, estaria disposto a deixar que Deus me amaldiçoasse e como resultado me separasse de Cristo, se tal fosse de ajuda a meus irmãos israelitas, meus parentes naturais, levando-os a crer em Cristo.
3 Porque eu mesmo desejaria ser amaldiçoado, separado de Cristo, por amor de meus irmãos, meus compatriotas segundo a carne.
4 Eles são os escolhidos de Deus, descendentes de Jacó / Israel. Deus sempre os tem considerado seus filhos. Foi a eles que ele costumava aparecer com glória quando eles ainda estavam no deserto. Foi com eles que Deus, em várias ocasiões, fez alianças. Foi a eles que Deus deu a lei no Monte Sinai. Foram eles a quem Deus revelou como deveriam adorá-lo . Foram eles a quem Deus prometeu muitas coisas, sobretudo que o Messias viria da raça deles.
4 São israelitas. A eles pertence a adoção, assim como a glória, as alianças, a promulgação da Lei, o culto e as promessas.
5 Foram os antepassados deles – Abraão, Isaque e Jacó – que Deus escolheu para fundar nossa nação. E, mais importante ainda, foi deles que o Messias recebeu sua natureza humana. Contudo, a maioria dos meus irmãos israelitas rejeitou Cristo, aquele que controla todas as coisas, bendito seja Deus para sempre. Isto é verdade!
5 Deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para sempre. Amém!
6 Deus prometeu a Abraão, Isaque e Jacó, que todos os descendentes deles iriam herdar as bênçãos de Deus. Mas, apesar de a maioria dos meus irmãos israelitas ter rejeitado Cristo, isto não é prova de que Deus tenha deixado de cumprir as coisas prometidas, pois nem todos os que descendem de Jacó e se chamam „povo de Israel‟ são realmente considerados o povo divino por Deus.
6 E não pensemos que a palavra de Deus falhou. Porque nem todos os de Israel são, de fato, israelitas,
7 Tampouco, por serem eles descendentes naturais de Abraão, é que Deus os considera povo dele. Pelo contrário, Deus considera somente alguns deles filhos de Abraão. Isto concorda com aquilo que Deus tinha dito a Abraão: “É seu filho Isaque, e nenhum outro dos seus filhos, que vou considerar o verdadeiro pai dos seus descendentes.”
7 nem por serem descendentes de Abraão são todos filhos. Pelo contrário: “Por meio de Isaque será chamada a sua descendência.”
8 Isso quer dizer que nem todos os descendentes naturais de Abraão são considerados filhos de Deus. Pelo contrário, são aqueles que nasceram como resultado daquilo que Deus prometeu àqueles que ele considera seus filhos.
8 Isto é, não são os filhos da carne que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa é que são contados como descendência.
9 Vocês vão se lembrar que Deus deu a seguinte promessa a Abraão: “Aproximadamente nesta altura, no ano que vem – como resultado de eu ter dado forças a Sara, sua esposa – ela vai dar à luz um filho.” Portanto, ele sabia que não seria por meio do filho que ele já tinha, Ismael, que Deus iria cumprir o que tinha prometido a Abraão (OU, que viriam seus verdadeiros descendentes).
9 Porque a palavra da promessa é esta: “Por esse tempo voltarei, e Sara terá um filho.”
10 E não apenas pelo que Deus disse naquela ocasião, mas também quando Rebeca concebeu gêmeos por nosso antepassado Isaque, Deus mostrou novamente que não determinava a identidade dos seus verdadeiros filhos segundo a identidade dos antepassados deles.
10 E isto não aconteceu somente com ela, mas também com Rebeca, ao conceber de um só, de Isaque, nosso pai.
11 Antes de nascerem os gêmeos Jacó e Esaú, quando nenhum dos dois tinha feito ainda nada de bem ou mal, Deus disse o seguinte a Rebeca acerca dos gêmeos que ela iria parir, “O maior deles vai depois servir o menor, em contraste com a norma.” Deus disse isto para estabelecer firmemente o fato de o propósito dele para os seres humanos obedecer àquilo que ele mesmo tinha determinado; em outras palavras, não depende daquilo que fazem os seres humanos. Em vez disso, depende de Deus, aquele que os escolhe.
11 E os gêmeos ainda não eram nascidos, nem tinham feito o bem ou o mal — para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama —,
12 — ausente —
12 quando foi dito a Rebeca: “O mais velho será servo do mais moço.”
13 Este fato tem apoio naquilo que Deus disse e que um profeta registrou: Resolvi favorecer a Jacó, o menor. Não favoreci a Esaú, o maior.
13 Como está escrito: “Amei Jacó, porém desprezei Esaú.”
14 Portanto, se alguém por acaso perguntasse, “Deus é injusto ao escolher aqueles que ele quiser escolher?”, eu responderia, “Claro que ele não é injusto!”
14 Que diremos, então? Que Deus é injusto? De modo nenhum!
15 Deus disse a Moisés, “Vou ter compaixão e ajudar aqueles que eu escolher!”
15 Pois ele diz a Moisés: “Terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia e terei compaixão de quem eu tiver compaixão.”
16 Portanto, Deus escolhe as pessoas, não por elas desejarem ser escolhidas por Deus nem por elas tentarem fazer as coisas certas para que Deus as aceite. Pelo contrário, ele escolhe as pessoas por ter misericórdia de (OU, ajudar) indivíduos sem merecimento.
16 Assim, pois, isto não depende de quem quer ou de quem corre, mas de Deus, que tem misericórdia.
17 Moisés registrou como Deus dissera a Faraó, “Por isso lhe dei autoridade; foi para que eu pudesse manifestar – através da minha oposição a você – quão poderoso sou, e para que todas as pessoas por toda parte ouçam falar de mim.”
17 Porque a Escritura diz a Faraó: “Foi para isto mesmo que eu o levantei, para mostrar em você o meu poder e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra.”
18 Portanto, concluímos que Deus ajuda bondosamente aqueles que ele deseja ajudar. Mas ele torna obstinados aqueles, como Faraó, que ele deseja tornar obstinados.
18 Logo, Deus tem misericórdia de quem quer e também endurece a quem ele quer.
19 Algum de vocês pode opor-se a esta afirmação, dizendo, “Já que Deus determina antecipadamente tudo que os seres humanos vão fazer, ele também deve desejar que façamos tudo que fazemos. Portanto, não seria justo que Deus condenasse uma pessoa por ter pecado, pois ninguém consegue resistir aquilo que Deus determinou.”
19 Mas você vai me dizer: “Por que Deus ainda se queixa? Pois quem pode resistir à sua vontade?”
20 Eu responderia que, sendo você um mero ser humano, não tem direito algum de desafiar a Deus. Como o oleiro cria um pote de barro, foi Deus quem criou você. Um pote de barro não tem o mínimo direito de criticar o oleiro, indagando, “Por que você me fez assim?”
20 Mas quem é você, caro amigo, para discutir com Deus? Será que o objeto pode perguntar a quem o fez: “Por que você me fez assim?”
21 Pelo contrário, o oleiro tem com certeza o direito de pegar um pouco de barro e dessa mesma massa fazer um pote que as pessoas vão honrar e outro para usos costumeiros. Semelhantemente, Deus tem o direito de realizar o que ele determinou para os seres humanos.
21 Será que o oleiro não tem direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro para desonra?
22 Embora ele deseje mostrar que está zangado por causa do pecado, e mesmo que ele deseje esclarecer que pode castigar poderosamente as pessoas que pecaram, ele resolveu tolerar pacientemente as pessoas que lhe despertaram a ira, e que são feitas para serem destruídas.
22 Que diremos, se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita paciência os vasos de ira, preparados para a destruição,
23 Deus tem sido paciente para mostrar quão maravilhosamente ele atua para com aqueles com quem pretendia agir com misericórdia, os quais ele tinha preparado anteriormente para que pudessem viver gloriosamente no céu.
23 a fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória nos vasos de misericórdia, que de antemão preparou para glória?
24 Isto se refere a nós, a quem ele escolheu – não apenas nós judeus mas também os não judeus.
24 Estes vasos somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios,
25 Estas palavras que Oseias escreveu, que Deus tinha dito, também apoiam o direito de Deus de escolher determinados indivíduos dentre judeus e não judeus:
25 como também diz em Oseias: “Chamarei de ‘meu povo’ ao que não era meu povo; e de ‘amada’ à que não era amada.
26 — ausente —
26 E no lugar em que lhes foi dito: ‘Vocês não são o meu povo’, ali mesmo serão chamados ‘filhos do Deus vivo’.”
27 — ausente —
27 Mas Isaías clama a respeito de Israel: “Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo.
28 — ausente —
28 Porque o Senhor cumprirá a sua palavra sobre a terra, de forma plena e em breve.”
29 — ausente —
29 Como Isaías já disse: “Se o Senhor dos Exércitos não nos tivesse deixado descendência, nós nos teríamos tornado como Sodoma e semelhantes a Gomorra.”
30 Devemos concluir que, embora os não judeus não buscassem uma maneira pela qual Deus pudesse apagar o registro dos seus pecados, eles realmente a descobriram porque confiaram naquilo que Cristo tinha feito por eles.
30 Que diremos, então? Que os gentios, que não buscavam a justificação, vieram a alcançá-la, a saber, a justificação que decorre da fé,
31 Mas, mesmo que o povo de Israel buscasse uma base pela qual Deus pudesse apagar o registro dos seus pecados, não conseguiram realizar o verdadeiro propósito da lei que Deus deu a Moisés.
31 e que Israel, que buscava a lei de justiça, não chegou a atingir essa lei.
32 A razão do fracasso deles foi que não acreditaram que Deus providenciasse um meio de salvá-los. Pelo contrário, eles tentaram fazer certas coisas para que Deus fosse aceitá-los. Por não esperarem que o Messias morresse, os israelitas se sentiram repugnados pela morte de Jesus, que é como a pedra na qual as pessoas tropeçam.
32 Por quê? Porque não a buscou pela fé, mas como que por obras. Tropeçaram na pedra de tropeço,
33 É bem como vaticinou Isaías (OU, um profeta) ao escrever isto que Deus disse sobre o Messias: “Escutem! Vou colocar em Israel alguém parecido a uma pedra na qual as pessoas tropeçam. O que ele faz vai ofender as pessoas. Contudo, aqueles que acreditarem nele não vão ficar decepcionados.”
33 como está escrito: “Eis que ponho em Sião uma pedra de tropeço e rocha de ofensa, e aquele que nela crê não será envergonhado.”

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