Romanos 3

A Bíblia Sagrada, Tradução para Tradutores (POR_TFT) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Pode alguém contestar esta afirmação, dizendo, “Se ser circuncidado não nos 97torna judeus aceitáveis a Deus, o judeu não tem vantagem sobre o não judeu. Ser circuncidado não traz benefício nenhum para nós, judeus.”
1 Qual é, logo, a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade da circuncisão?
2 Respondo eu que ser judeu nos beneficia de diversas maneiras. Em primeiro lugar, traz-nos benefício porque foi a nossos antepassados que Deus confiou suas palavras, que contêm suas promessas.
2 Muita, em toda maneira, porque, primeiramente, as palavras de Deus lhe foram confiadas.
3 Então, se alguém comentasse o fato de muitos judeus não cumprirem fielmente aquilo que prometeram a Deus, e se ele perguntasse, “O fato de eles não serem fiéis significa que Deus não vai nos abençoar – a nós, judeus – como ele prometeu?”
3 Pois quê? Se alguns foram incrédulos, a sua incredulidade aniquilará a fidelidade de Deus?
4 eu responderia, “Não, não significa isso, de jeito nenhum. Deus sempre faz o que ele prometeu, mesmo que esclareça que todas as pessoas mentiram ao dizerem que tinham cumprido com aquilo que prometeram a Deus que iriam fazer.” Isto tem apoio naquilo que o Rei Davi disse a Deus sobre o fato de Deus condená-lo com razão por causa do pecado dele: “Portanto as pessoas vão declarar que tu és justo ao contemplarem o que disseste acerca delas (OU, o pecado delas), e que tu vais sair vencedor quando as pessoas te acusarem.”
4 De maneira nenhuma! Sempre seja Deus verdadeiro, e todo homem mentiroso, como está escrito: Para que sejas justificado em tuas palavras e venças quando fores julgado.
5 Por isso, se o fato de nós, judeus, sermos iníquos demonstra que está certo que Deus não nos abençoe como prometeu aos nossos antepassados, o que diremos/inferimos? Vamos tirar a conclusão de que não está certo que Deus se zangue e nos castigue a nós, judeus? Estou dizendo estas coisas de uma forma inapropriada, como falam os meros seres humanos.
5 E, se a nossa injustiça for causa da justiça de Deus, que diremos? Porventura, será Deus injusto, trazendo ira sobre nós? ( Falo como homem.)
6 Com certeza não iríamos tirar essa conclusão, pois se Deus não nos julgasse a nós, judeus, seria impossível que ele tivesse razão ao julgar qualquer ser humano neste mundo!
6 De maneira nenhuma! Doutro modo, como julgará Deus o mundo?
7 Mas pode alguém contestar esta afirmação, dizendo-me o seguinte, “Se o fato de Deus realmente cumprir suas promessas se torna evidente pelo fato de eu não fazer fielmente aquilo que Deus me mandou fazer, com o resultado de que as pessoas dão louvores a Deus, Deus não deve condenar-me mais por causa dos meus pecados.
7 Mas, se pela minha mentira abundou mais a verdade de Deus para glória sua, por que sou eu ainda julgado também como pecador?
8 Se for verdade o que você diz, vamos praticar obras iníquas para que possa haver bons resultados desse tipo! Por exemplo, as pessoas vão louvar a Deus!” Algumas pessoas me insultam, alegando falsamente que afirmo tais coisas. Deus vai condenar, com toda razão, os indivíduos que dizem tais coisas a meu respeito!
8 E por que não dizemos (como somos blasfemados, e como alguns dizem que dizemos): Façamos males, para que venham bens? A condenação desses é justa.
9 Se alguém fosse perguntar, “Devemos concluir que Deus vai nos tratar – a nós judeus – mais favoravelmente, tratando os não judeus com menos favor?”, eu diria que, com certeza, não podemos tirar essa conclusão! Já lhes mostrei que Deus condena todos os seres humanos, tanto judeus como não judeus, pois todos eles pecaram.
9 Pois quê? Somos nós mais excelentes? De maneira nenhuma! Pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado,
10 Este fato é comprovado pelas seguintes citações das Escrituras:
10 como está escrito: Não há um justo, nem um sequer.
11 Ninguém entende a verdade de Deus (OU, a verdade sobre Deus). Não há ninguém que procure/queira conhecer a Deus!
11 Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus.
12 Absolutamente todo o mundo deixou de obedecer a Deus. Todos se tornaram inúteis a Deus (OU, depravados). Não há ninguém que se comporte retamente; não, não há sequer uma pessoa que se comporte retamente!”
12 Todos se extraviaram e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.
13 — ausente —
13 A sua garganta é um sepulcro aberto; com a língua tratam enganosamente; peçonha de áspides está debaixo de seus lábios;
14 — ausente —
14 cuja boca está cheia de maldição e amargura.
15 — ausente —
15 Os seus pés são ligeiros para derramar sangue.
16 — ausente —
16 Em seus caminhos há destruição e miséria;
17 — ausente —
17 e não conheceram o caminho da paz.
18 — ausente —
18 Não há temor de Deus diante de seus olhos.
19 Além disso, sabemos que foi aos judeus, que vivem integralmente sob a influência da lei de Deus, que foram ditas nas Escrituras tais coisas sobre a lei. Daí podemos inferir que não existe um sequer – seja judeu ou não judeu – que seja capaz de afirmar nada em resposta à condenação de Deus por causa dos seus pecados. Deus já declarou culpados todos os seres humanos do mundo!
19 Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz aos que estão debaixo da lei o diz, para que toda boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus.
20 Não é por ter feito alguém as coisas exigidas pela lei de Deus que Deus vai apagar o registro dos seus pecados/declará-lo isento da culpa dos seus pecados, pois ninguém tem cumprido integralmente essas coisas. De fato, por termos conhecido a lei de Deus, entendemos/declaramos que temos pecado (OU, somos pecadores).
20 Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.
21 Mas o fato de Deus apagar o registro de nosso pecado/declarar-nos isentos de culpa não depende da nossa obediência à lei que Deus deu a Moisés. Agora Deus tem revelado a nós como é que ele consegue apagar de outra forma os vestígios de nossos pecados, embora aquilo que Moisés escreveu na lei que Deus lhe deu e aquilo que os profetas escreveram já o tenham atestado anteriormente.
21 Mas, agora, se manifestou, sem a lei, a justiça de Deus, tendo o testemunho da Lei e dos Profetas,
22 Deus apaga o registro do pecado das pessoas por elas confiarem naquilo que Jesus Cristo já fez por elas. Deus faz isto para qualquer pessoa que confiar em Cristo, pois não há diferença entre judeus e não judeus, aos olhos de Deus.
22 isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem; porque não há diferença.
23 Todos os seres humanos pecam e todos deixam de atingir a meta que Deus lhes propõe.
23 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus,
24 Deus apaga livremente o registro dos pecados das pessoas por sua bondosa ação, redimindo-as. Cristo Jesus realizou isso, morrendo por nós.
24 sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus,
25 Deus o apresentou como aquele que iria expiar (OU, perdoar) nossos pecados, derramando seu sangue na cruz. Deus nos redime/perdoa por confiarmos naquilo que Cristo fez por nós. Deus assim fez para mostrar que ele age de forma justa e reta, pois antes de Cristo morrer as pessoas não sabiam se Deus castigava de forma justa, ou não, todos aqueles que pecavam. Durante aquele tempo Deus fazia vista grossa aos pecados deles
25 ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus;
26 por ser paciente. Deus assim procedeu para mostrar que ele é justo, e para provar que ele apaga o registro dos pecados de todos aqueles que creem em Jesus.
26 para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus.
27 Portanto, isto nos impede totalmente de vangloriar-nos por Deus haver apagado o registro de nossos pecados por causa de nossa obediência à lei de Moisés, pois não é o caso que Deus apaga o registro dos pecados dos seres humanos por eles terem obedecideo a lei. Pelo contrário, Deus apaga o registro dos pecados humanos com base na fé / confiança em Cristo.
27 Onde está, logo, a jactância? É excluída. Por qual lei? Das obras? Não! Mas pela lei da fé.
28 Não podemos vangloriar-nos, porque entendemos que Deus apaga o vestígio do pecado dos seres humanos mediante sua confiança em Cristo, não sua obediência à lei, pois é impossível obedece-la integralmente.
28 Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, sem as obras da lei.
29 Com certeza vocês que são judeus não se consideram os únicos que Deus vai aceitar. Com certeza vocês se dão conta de que ele vai aceitar também os não judeus. Claro que ele vai aceitar os não judeus também,
29 É, porventura, Deus somente dos judeus? E não o é também dos gentios? Também dos gentios, certamente.
30 pois, como vocês acreditam firmemente, há um só Deus, que vai apagar o registro dos pecados dos judeus se eles confiarem naquilo que Cristo fez, e que apagará igualmente o registro dos pecados dos não judeus se eles confiarem nele.
30 Se Deus é um só, que justifica, pela fé, a circuncisão e, por meio da fé, a incircuncisão,
31 Portanto, se alguém indagar acerca da lei que Deus deu a Moisés, “Anulamos essa lei por esta asserção de que Deus apaga o registro dos pecados da gente mediante a sua confiança em Cristo?”, eu diria, “Claro que não. Pelo contrário, confirmamos a lei que Deus deu a Moisés.”
31 anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma! Antes, estabelecemos a lei.

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