Romanos 3

A Bíblia Sagrada, Tradução para Tradutores (POR_TFT) vs ARIB

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ARIB Almeida Revisada Imprensa Bíblica
1 Pode alguém contestar esta afirmação, dizendo, “Se ser circuncidado não nos 97torna judeus aceitáveis a Deus, o judeu não tem vantagem sobre o não judeu. Ser circuncidado não traz benefício nenhum para nós, judeus.”
1 Que vantagem, pois, tem o judeu? ou qual a utilidade da circuncisão?
2 Respondo eu que ser judeu nos beneficia de diversas maneiras. Em primeiro lugar, traz-nos benefício porque foi a nossos antepassados que Deus confiou suas palavras, que contêm suas promessas.
2 Muita, em todo sentido; primeiramente, porque lhe foram confiados os oráculos de Deus.
3 Então, se alguém comentasse o fato de muitos judeus não cumprirem fielmente aquilo que prometeram a Deus, e se ele perguntasse, “O fato de eles não serem fiéis significa que Deus não vai nos abençoar – a nós, judeus – como ele prometeu?”
3 Pois quê? Se alguns foram infiéis, porventura a sua infidelidade anulará a fidelidade de Deus?
4 eu responderia, “Não, não significa isso, de jeito nenhum. Deus sempre faz o que ele prometeu, mesmo que esclareça que todas as pessoas mentiram ao dizerem que tinham cumprido com aquilo que prometeram a Deus que iriam fazer.” Isto tem apoio naquilo que o Rei Davi disse a Deus sobre o fato de Deus condená-lo com razão por causa do pecado dele: “Portanto as pessoas vão declarar que tu és justo ao contemplarem o que disseste acerca delas (OU, o pecado delas), e que tu vais sair vencedor quando as pessoas te acusarem.”
4 De modo nenhum; antes seja Deus verdadeiro, e todo homem mentiroso; como está escrito: Para que sejas justificado em tuas palavras, e venças quando fores julgado.
5 Por isso, se o fato de nós, judeus, sermos iníquos demonstra que está certo que Deus não nos abençoe como prometeu aos nossos antepassados, o que diremos/inferimos? Vamos tirar a conclusão de que não está certo que Deus se zangue e nos castigue a nós, judeus? Estou dizendo estas coisas de uma forma inapropriada, como falam os meros seres humanos.
5 E, se a nossa injustiça prova a justiça de Deus, que diremos? Acaso Deus, que castiga com ira, é injusto? {Falo como homem.}
6 Com certeza não iríamos tirar essa conclusão, pois se Deus não nos julgasse a nós, judeus, seria impossível que ele tivesse razão ao julgar qualquer ser humano neste mundo!
6 De modo nenhum; do contrário, como julgará Deus o mundo?
7 Mas pode alguém contestar esta afirmação, dizendo-me o seguinte, “Se o fato de Deus realmente cumprir suas promessas se torna evidente pelo fato de eu não fazer fielmente aquilo que Deus me mandou fazer, com o resultado de que as pessoas dão louvores a Deus, Deus não deve condenar-me mais por causa dos meus pecados.
7 Mas, se pela minha mentira abundou mais a verdade de Deus para sua glória, por que sou eu ainda julgado como pecador?
8 Se for verdade o que você diz, vamos praticar obras iníquas para que possa haver bons resultados desse tipo! Por exemplo, as pessoas vão louvar a Deus!” Algumas pessoas me insultam, alegando falsamente que afirmo tais coisas. Deus vai condenar, com toda razão, os indivíduos que dizem tais coisas a meu respeito!
8 E por que não dizemos: Façamos o mal para que venha o bem?-como alguns caluniosamente afirmam que dizemos; a condenação dos quais é justa.
9 Se alguém fosse perguntar, “Devemos concluir que Deus vai nos tratar – a nós judeus – mais favoravelmente, tratando os não judeus com menos favor?”, eu diria que, com certeza, não podemos tirar essa conclusão! Já lhes mostrei que Deus condena todos os seres humanos, tanto judeus como não judeus, pois todos eles pecaram.
9 Pois quê? Somos melhores do que eles? De maneira nenhuma, pois já demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado;
10 Este fato é comprovado pelas seguintes citações das Escrituras:
10 como está escrito: Não há justo, nem sequer um.
11 Ninguém entende a verdade de Deus (OU, a verdade sobre Deus). Não há ninguém que procure/queira conhecer a Deus!
11 Não há quem entenda; não há quem busque a Deus.
12 Absolutamente todo o mundo deixou de obedecer a Deus. Todos se tornaram inúteis a Deus (OU, depravados). Não há ninguém que se comporte retamente; não, não há sequer uma pessoa que se comporte retamente!”
12 Todos se extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.
13 — ausente —
13 A sua garganta é um sepulcro aberto; com as suas línguas tratam enganosamente; peçonha de áspides está debaixo dos seus lábios;
14 — ausente —
14 a sua boca está cheia de maldição e amargura.
15 — ausente —
15 Os seus pés são ligeiros para derramar sangue.
16 — ausente —
16 Nos seus caminhos há destruição e miséria;
17 — ausente —
17 e não conheceram o caminho da paz.
18 — ausente —
18 Não há temor de Deus diante dos seus olhos.
19 Além disso, sabemos que foi aos judeus, que vivem integralmente sob a influência da lei de Deus, que foram ditas nas Escrituras tais coisas sobre a lei. Daí podemos inferir que não existe um sequer – seja judeu ou não judeu – que seja capaz de afirmar nada em resposta à condenação de Deus por causa dos seus pecados. Deus já declarou culpados todos os seres humanos do mundo!
19 Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que se cale toda boca e todo o mundo fique sujeito ao juízo de Deus;
20 Não é por ter feito alguém as coisas exigidas pela lei de Deus que Deus vai apagar o registro dos seus pecados/declará-lo isento da culpa dos seus pecados, pois ninguém tem cumprido integralmente essas coisas. De fato, por termos conhecido a lei de Deus, entendemos/declaramos que temos pecado (OU, somos pecadores).
20 porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado.
21 Mas o fato de Deus apagar o registro de nosso pecado/declarar-nos isentos de culpa não depende da nossa obediência à lei que Deus deu a Moisés. Agora Deus tem revelado a nós como é que ele consegue apagar de outra forma os vestígios de nossos pecados, embora aquilo que Moisés escreveu na lei que Deus lhe deu e aquilo que os profetas escreveram já o tenham atestado anteriormente.
21 Mas agora, sem lei, tem-se manifestado a justiça de Deus, que é atestada pela lei e pelos profetas;
22 Deus apaga o registro do pecado das pessoas por elas confiarem naquilo que Jesus Cristo já fez por elas. Deus faz isto para qualquer pessoa que confiar em Cristo, pois não há diferença entre judeus e não judeus, aos olhos de Deus.
22 isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos os que crêem; pois não há distinção.
23 Todos os seres humanos pecam e todos deixam de atingir a meta que Deus lhes propõe.
23 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;
24 Deus apaga livremente o registro dos pecados das pessoas por sua bondosa ação, redimindo-as. Cristo Jesus realizou isso, morrendo por nós.
24 sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus,
25 Deus o apresentou como aquele que iria expiar (OU, perdoar) nossos pecados, derramando seu sangue na cruz. Deus nos redime/perdoa por confiarmos naquilo que Cristo fez por nós. Deus assim fez para mostrar que ele age de forma justa e reta, pois antes de Cristo morrer as pessoas não sabiam se Deus castigava de forma justa, ou não, todos aqueles que pecavam. Durante aquele tempo Deus fazia vista grossa aos pecados deles
25 ao qual Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue, para demonstração da sua justiça por ter ele na sua paciência, deixado de lado os delitos outrora cometidos;
26 por ser paciente. Deus assim procedeu para mostrar que ele é justo, e para provar que ele apaga o registro dos pecados de todos aqueles que creem em Jesus.
26 para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e também justificador daquele que tem fé em Jesus.
27 Portanto, isto nos impede totalmente de vangloriar-nos por Deus haver apagado o registro de nossos pecados por causa de nossa obediência à lei de Moisés, pois não é o caso que Deus apaga o registro dos pecados dos seres humanos por eles terem obedecideo a lei. Pelo contrário, Deus apaga o registro dos pecados humanos com base na fé / confiança em Cristo.
27 Onde está logo a jactância? Foi excluída. Por que lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé.
28 Não podemos vangloriar-nos, porque entendemos que Deus apaga o vestígio do pecado dos seres humanos mediante sua confiança em Cristo, não sua obediência à lei, pois é impossível obedece-la integralmente.
28 concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.
29 Com certeza vocês que são judeus não se consideram os únicos que Deus vai aceitar. Com certeza vocês se dão conta de que ele vai aceitar também os não judeus. Claro que ele vai aceitar os não judeus também,
29 É porventura Deus somente dos judeus? Não é também dos gentios? Também dos gentios, certamente,
30 pois, como vocês acreditam firmemente, há um só Deus, que vai apagar o registro dos pecados dos judeus se eles confiarem naquilo que Cristo fez, e que apagará igualmente o registro dos pecados dos não judeus se eles confiarem nele.
30 se é que Deus é um só, que pela fé há de justificar a circuncisão, e também por meio da fé a incircuncisão.
31 Portanto, se alguém indagar acerca da lei que Deus deu a Moisés, “Anulamos essa lei por esta asserção de que Deus apaga o registro dos pecados da gente mediante a sua confiança em Cristo?”, eu diria, “Claro que não. Pelo contrário, confirmamos a lei que Deus deu a Moisés.”
31 Anulamos, pois, a lei pela fé? De modo nenhum; antes estabelecemos a lei.

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