Hebreus 9

A Bíblia Sagrada, Tradução para Tradutores (POR_TFT) vs BKJ

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1 Continuando: Na primeira aliança, Deus regulava como as pessoas deviam realizar os rituais e ele instituiu um santuário feito por seres humanos [MTY].
1 Ora, verdadeiramente o primeiro pacto tinha também ordenanças de serviço divino, e um santuário terrestre.
2 Aquele santuário foi uma tenda que os israelitas montavam. Na sua divisão exterior havia o candelabro e a mesa em cima da qual eles colocavam o pão que os sacerdotes apresentavam a Deus. Aquele salão se chamava “o lugar santo”.
2 Porque um tabernáculo foi preparado; o primeiro, no qual estavam o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; esse é chamado de o santuário.
3 Detrás da cortina, dentro do lugar santo, havia outro salão, que se chamava “o lugar santíssimo”.
3 E depois do segundo véu vinha o tabernáculo chamado Santo dos Santos;
4 Continha um altar, feito de ouro, para queimar incenso. Continha também um baú que se chamava a arca da aliança. Todos os lados dessa arca estavam cobertos de ouro. Dentro dela ficava a vasilha de ouro que continha pedaços da comida chamada maná. Essa foi a comida com que Deus alimentava milagrosamente o povo antes da entrada dos israelitas na terra prometida. Dentro da arca ficava também o bastão de Arão que florescia para provar que ele era o verdadeiro sacerdote de Deus. A arca continha também as tábuas de pedra nas quais Deus tinha escrito os Dez Mandamentos.
4 que tinha o incensário de ouro, e a arca do pacto, toda coberta de ouro em redor; na qual estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Aarão, que tinha florescido, e as tábuas do pacto.
5 Em cima da arca havia figuras de seres alados que simbolizavam a glória de Deus. As asas deles sombreavam a tampa da arca onde o sumo sacerdote borrifava o sangue para expiar/perdoar aqueles que tinham pecado .Não preciso escrever detalhadamente sobre estas coisas agora.
5 E sobre a arca os querubins da glória, que cobriam o propiciatório; sobre tais coisas não podemos falar agora particularmente.
6 Preparadas todas essas coisas {Depois que tinham preparado dessa forma todas as referidas coisas} nas duas divisões da tenda, os sacerdotes judaicos costumavam entrar na sala externa da tenda para executar seus rituais.
6 Quando estavam estas coisas assim ordenadas, os sacerdotes entravam sempre no primeiro tabernáculo, realizando o serviço de Deus.
7 Mas na sala interna só entrava o sumo sacerdote, uma vez por ano. Ele sempre levava consigo [LIT] o sangue dos animais que tinham sacrificado. Ele os oferecia a Deus por seus próprios pecados e pelos pecados cometidos pelas demais pessoas, inclusive os pecados que eles tinham cometido sem saber que eram pecaminosos.
7 Mas no segundo, apenas o sumo sacerdote, uma vez por ano, não sem sangue, o qual ele oferecia por si mesmo e pelos erros do povo.
8 Por meio dessas coisas o Espírito Santo dava a entender que, bem como Deus não revelou a maneira de as pessoas comuns entrarem na sala interna enquanto ainda existia a sala externa [MET], assim também ele não revelou a maneira de as pessoas comuns entrarem na presença de Deus enquanto ainda estava em vigor o sistema judaico das ofertas de sacrifícios.
8 Isto significando para o Espírito Santo que o caminho para o mais santo de todos ainda não se havia manifestado, enquanto o primeiro tabernáculo ainda estava de pé.
9 As atividades que os sacerdotes desempenhavam dentro da sala externa [MTY] simbolizavam aquilo que era verdade durante a época de vigência da primeira aliança. De acordo com a primeira aliança (OU, naquela sala externa), os sacerdotes ofereciam presentes e outros sacrifícios a Deus. Mas por tais ofertas, as pessoas que as traziam continuavam incapazes de sentir-se livres da culpa de terem pecado.
9 Que foi uma figura para o tempo então presente, no qual eram oferecidos tanto dons como sacrifícios que não podiam aperfeiçoar o que realizava o serviço, em relação à consciência,
10 Elas ofertavam aqueles presentes e faziam aqueles sacrifícios somente de acordo com os regulamentos relativos às comidas e bebidas e os regulamentos que exigiam que as pessoas lavassem diversas coisas. Deus declarou que esses regulamentos sobre nossos corpos vigorariam até ele pôr em vigor a nova aliança; esta aliança seria um sistema superior.
10 que consistia apenas em comidas e bebidas, e diversas abluções, e ordenanças carnais, impostas sobre eles até ao tempo da reforma.
11 Mas quando Cristo veio como nosso sumo sacerdote, ele trouxe as boas coisas que atualmente são acessíveis. Quando ele apareceu, entrou na presença de Deus no céu. É como uma [MET] tenda bem grande e absolutamente perfeita que não foi feita por seres humanos {que nenhum ser humano fez} [SYN]; quer dizer, não é parte do mundo que Deus criou. Foi superior à tenda que Moisés montou aqui na terra.
11 Mas Cristo, ao vir como sumo sacerdote das coisas boas que haviam de vir, por meio de um tabernáculo maior e mais perfeito, não feito por mãos, isto é, não desta construção,
12 Quando um sumo sacerdote entra anualmente na sala interna da tenda, ele leva consigo o sangue de bodes e o sangue de bezerros para oferecer como sacrifício. Mas Cristo não procedeu assim. Foi como se ele entrasse naquele lugar santíssimo uma só vez, levando consigo seu próprio sangue. Por esse ato, ele nos redimiu eternamente.
12 nem pelo sangue de bodes e novilhos, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez por todas no santo lugar, tendo obtido eterna redenção para nós.
13 Os sacerdotes borrifam nas pessoas o sangue de bodes, o sangue de touros e a água filtrada pelas cinzas de uma bezerra vermelha totalmente queimada. Efetuando esse ritual, eles conseguem limpar ritualmente os corpos daqueles que estão ceremonialmente impuros. Além disso, esses rituais capacitavam as pessoas a terem novamente a comunhão com Deus.
13 Porque se o sangue de bodes e de touros, e as cinzas de uma novilha espargidos sobre os impuros santificam trazendo a purificação da carne,
14 Portanto, por sabermos o que Cristo conseguiu realizar ao derramar seu sangue quando morreu por nós [PRS, MTY], teremos absoluta certeza de não sermos culpados de ter feito as coisas que praticam aqueles que estão espiritualmente mortos. Como consequência, podemos servir ao Deus todo-poderoso. Os sacerdotes oferecem sempre a Deus animais sem defeito. De maneira semelhante, quando Cristo se ofereceu como sacrifício a Deus, ele não tinha nenhum pecado [MET]. Ele procedeu assim como resultado de ser auxiliado pelo Espírito eterno de Deus.
14 quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo?
15 Ao morrer por nós, Cristo—redimiu/livrou do castigo dos seus pecados—até aqueles que tinham desobedecido as condições da (OU: durante a época da) primeira aliança. Portanto, já que ninguém conseguiu se aperfeiçoar pela obediência à antiga aliança, Cristo estabelece agora uma nova aliança entre Deus e o povo. Ele faz isso para que aqueles que Deus escolheu possam ter eternamente as bênçãos que Deus lhes prometeu.
15 E por isso ele é o mediador do novo testamento, para que por meio da morte, para redenção das transgressões cometidas debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna.
16 Uma aliança é como um testamento. No caso de um testamento, para que entrem em vigor suas provisões, é preciso provar que aquele que fez o testamento já morreu.
16 Porque onde há testamento, necessário é que venha a morte do testador.
17 Um testamento entra em vigor só quando morre aquele que fez o testamento; fica sem efeito enquanto aquele que o fez está vivo.
17 Porque um testamento só tem efeito após a morte dos homens, do contrário não tem força alguma, enquanto o testador vive.
18 E por isso Deus pôs em vigor a primeira aliança somente [LIT] por meio do sangue dos animais que se derramava quando eles eram sacrificados.
18 Pelo que nem o primeiro testamento foi dedicado sem sangue.
19 Depois que Moisés declarou a todos os israelitas tudo que Deus tinha mandado nas leis que Deus lhe deu, ele pegou o sangue de bezerros e bodes, misturado com água. Ele molhou nessa mistura lã escarlate amarrado a um ramo de hissopo. Depois borrifou uma parte da mistura de sangue no rolo que continha as leis de Deus. Em seguida ele borrifou mais daquele sangue no povo inteiro,
19 Pois quando Moisés anunciou cada preceito a todo o povo segundo a lei, ele tomou o sangue dos novilhos e dos bodes, com água, lã purpúrea e hissopo e aspergiu tanto ao próprio livro como a todo o povo,
20 proclamando: “Este é o sangue que põe em efeito a aliança que Deus mandou que vocês obedeçam”.
20 dizendo: Este é o sangue do testamento que Deus tem ordenado para vós.
21 Semelhantemente, ele borrifou aquele sangue sobre a tenda e sobre cada objeto usado nos rituais.
21 Além disso, ele aspergiu com sangue tanto o tabernáculo como todos os vasos do ministério.
22 Era através de borrifar o sangue que eles limpavam ritualmente quase tudo. Foi isso que foi declarado nas leis de Deus. Se não for derramado sangue quando as pessoas oferecem um sacrifício, Deus não pode perdoar a pessoa que faz o sacrifício.
22 E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.
23 Portanto, por rituais desse tipo, foi preciso que os sacerdotes limpassem as coisas que simbolizavam aquilo que Cristo faz [MTY] no céu. Mas Deus tem que consagrar as pessoas que entrarão [MTY] no céu por meio de sacrifícios superiores àqueles.
23 Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as coisas celestiais em si seriam purificadas com sacrifícios superiores a estes.
24 Cristo não entrou num santuário feito por seres humanos. Tal santuário apenas representava o santuário verdadeiro. Em vez disso, Cristo entrou no próprio céu, para se apresentar agora na presença de Deus para interceder com Deus em nosso favor/representar-nos.
24 Porque Cristo não entrou em um santuário feito por mãos, que são figuras do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora aparecer na presença de Deus por nós.
25 O sumo sacerdote judaico entra uma vez ao ano no lugar santíssimo, levando consigo sangue que não é dele mesmo, para o oferecer como sacrifício. Mas quando Cristo entrou no céu, não foi para se oferecer repetidamente dessa forma.
25 Nem também para se oferecer com frequência, como o sumo sacerdote entrava no santo lugar de ano em ano com sangue alheio.
26 Se fosse assim, ele deveria ter sofrido e derramado seu sangue repetidas vezes desde a época quando Deus criou o mundo. Mas em vez disso, nesta época final, Cristo apareceu uma vez para que, por se sacrificar, ele pudesse fazer com que as pessoas já não sejam culpadas dos seus pecados.
26 Pois então necessário seria ele ter sofrido com frequência desde a fundação do mundo; mas agora, no fim do mundo, uma vez, se manifestou para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.
27 Todos os seres humanos têm que morrer uma vez, e depois disso Deus vai julgá-los por seus pecados.
27 E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o julgamento.
28 De forma semelhante, quando Cristo morreu, Deus o ofereceu uma só vez como sacrifício, castigando-o em vez de castigar as muitíssimas pessoas que tinham pecado. Ele virá novamente à terra, não para se sacrificar novamente por aqueles que pecaram, senão para completar a salvação daqueles que o aguardam esperançosamente.
28 Assim também Cristo ofereceu-se uma só vez para levar os pecados de muitos, e para aqueles que o buscam ele aparecerá pela segunda vez sem pecado, para a salvação.

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