Hebreus 7

A Bíblia Sagrada, Tradução para Tradutores (POR_TFT) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Agora direi mais sobre esse homem Melquisedeque. Ele foi rei da cidade de Salém e foi um sacerdote de Deus, aquele que é maior que qualquer outro. Ele se encontrou com Abraão, que voltava para casa depois que ele e seus homens tinham derrotado os exércitos de quatro reis [SYN]. Melquisedeque pediu que Deus abençoasse Abraão.
1 Porque este Melquisedeque, que era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou;
2 Depois, Abraão lhe deu a décima parte de todo o espólio ganho da vitória na batalha. O nome de Melquisedeque significa, primeiro, “rei que governa com justiça”, e uma vez que o nome “Salém” significa “paz”, ele foi “o rei que governa pacificamente”.
2 a quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça e depois também rei de Salém, que é rei de paz;
3 Não consta nas Escrituras nenhum registro da identidade do pai dele, nem da mãe dele; tampouco há um registro da identidade dos antepassados dele. Não consta o registro de quando ele nasceu, nem de quando ele morreu. Por esta razão, é como se ele continuasse sendo sacerdote para sempre, e por isso ele é parecido com o Filho de Deus.
3 sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas, sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.
4 Vocês podem imaginar quão grande foi esse homem Melquisedeque pelo fato de Abraão, nosso famoso antepassado, ter dado a ele—um dízimo/a décima parte—do espólio da batalha.
4 Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos.
5 De acordo com as leis que Deus deu a Moisés, os descendentes de Levi, bisneto de Abraão, que eram sacerdotes, deviam receber o dízimo do povo de Deus, seus parentes, mesmo que essas pessoas também fossem descendentes de Abraão.
5 E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham descendido de Abraão.
6 Mas esse homem Melquisedeque, que não era descendente de Levi, recebeu o dízimo de Abraão. Ele também pediu que Deus abençoasse Abraão, o homem a quem Deus tinha prometido muitos descendentes.
6 Mas aquele cuja genealogia não é contada entre eles tomou dízimos de Abraão e abençoou o que tinha as promessas.
7 Sabemos com certeza que são as pessoas mais importantes que pedem que Deus abençoe os de menor importância. E Melquisedeque abençoou Abraão. Portanto, podemos concluir que Melquisedeque era superior a Abraão.
7 Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior.
8 No caso dos sacerdotes que são descendentes de Levi, alguns homens que algum dia morrerão recebem o dízimo. Mas no caso de Melquisedeque, é como se Deus testemunhasse que ele continua vivo, pois não consta nada nas Escrituras sobre a morte dele.
8 E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.
9 E foi como se Levi mesmo e todos os sacerdotes que eram descendentes dele—que recebiam o dízimo do povo— tivessem pago o dízimo a Melquisedeque. E quando Abraão pagou o dízimo, foi como se Levi e todos os sacerdotes descendentes dele reconhecessem que a função sacerdotal de Melquisedeque era superior à função de Levi,
9 E, para assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos.
10 pois o esperma do qual todos esses sacerdotes eventualmente nasceriam se encontrava ainda no corpo de Abraão [EUP] quando Melquisedeque se encontrou com Abraão.
10 Porque ainda ele estava nos lombos de seu pai, quando Melquisedeque lhe saiu ao encontro.
11 Deus deu suas leis ao seu povo na mesma ocasião em que entregou os regulamentos sobre os sacerdotes. Por isso, se aquilo que faziam os sacerdotes descendentes de Levi pudesse ter proporcionado um meio para Deus perdoar integralmente as pessoas por terem desobedecido a essas leis, com certeza não teria sido preciso nenhum outro sacerdote como Melquisedeque./ por que teria sido preciso algum outro sacerdote como Melquisedeque?—[RHQ] Pelo contrário, os sacerdotes descendentes de Arão, descendente de Levi, teriam sido plenamente satisfatórios.
11 De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e não fosse chamado segundo a ordem de Arão?
12 Mas sabemos que eles não foram satisfatórios, pois veio agora um novo tipo de sacerdote parecido com Melquisedeque. E, uma vez que Deus nomeou um novo tipo de sacerdote, ele também foi obrigado a modificar os regulamentos relacionados à nomeação dos sacerdotes {maneira como ele nomeava os sacerdotes}.
12 Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei.
13 Jesus, aquele sobre quem digo estas coisas, é descendente de outrem, não descendente de Levi. Nenhum dos homens dos quais descendia Jesus serviu como sacerdote [MTY].
13 Porque aquele de quem essas coisas se dizem pertence a outra tribo, da qual ninguém serviu ao altar,
14 Sabemos isso, pois é óbvio que nosso Senhor descendeu da tribo de Judá. Moisés nunca disse que algum dos descendentes de Judá se tornaria sacerdote.
14 visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, e concernente a essa tribo nunca Moisés falou de sacerdócio.
15 Além disso, sabemos que os sacerdotes descendentes de Levi foram inadequados, pois fica ainda mais óbvio que já apareceu outro sacerdote parecido com Melquisedeque.
15 E muito mais manifesto é ainda se, à semelhança de Melquisedeque, se levantar outro sacerdote,
16 Jesus se tornou sacerdote, mas não por ter satisfeito aquilo que exigia a lei de Deus em termos da descendência de Levi. Pelo contrário, ele (Jesus) possui o tipo de poder que resultou de uma vida que nada pode destruir (OU, capacitava-o a voltar à vida após ser morto).
16 que não foi feito segundo a lei do mandamento carnal, mas segundo a virtude da vida incorruptível.
17 Sabemos isso, pois Deus o confirmou na passagem das Escrituras na qual ele disse a seu Filho:
17 Porque dele assim se testifica: Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque.
18 Por um lado, Deus cancelou o que tinha mandado anteriormente com relação aos sacerdotes, porque tinha falhado completamente em termos de capacitar algum sacerdote a se tornar tudo que Deus desejava .
18 Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade
19 Lembrem-se de que ninguém pôde se tornar tudo que Deus desejava por obedecer às leis que Deus tinha dado a Moisés. Por outro lado, Deus fez com que nós pudéssemos esperar confiantes coisas melhores do que aquelas que poderíamos esperar por meio da obediência às leis de Deus. Ele assim fez por estabelecer Cristo como sacerdote. Agora, por meio de Cristo ter-se sacrificado por nós, podemos aproximar-nos de Deus.
19 (pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou), e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus.
20 Além disso, quando Deus nomeou Cristo, ele declarou solenemente que Cristo seria sacerdote [LIT]. Quando Deus nomeou os sacerdotes anteriores, não foi por declarar solenemente que eles seriam sacerdotes.
20 E, visto como não é sem prestar juramento (porque certamente aqueles, sem juramento, foram feitos sacerdotes,
21 Contudo, ao nomear Cristo para sacerdote, foi por meio destas palavras que o salmista escreveu nas Escrituras:
21 mas este, com juramento, por aquele que lhe disse: Jurou o Senhor e não se arrependerá: Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque.);
22 Por causa disso, Jesus garante que a nova aliança será superior à antiga.
22 de tanto melhor concerto Jesus foi feito fiador.
23 E antigamente, os sacerdotes não puderam continuar servindo nessa função, pois todos eles morreram [PRS]. Por isso havia muitos sacerdotes nomeados para substituir os falecidos.
23 E, na verdade, aqueles foram feitos sacerdotes em grande número, porque, pela morte, foram impedidos de permanecer;
24 Mas, já que Jesus vive eternamente, ele continuará a ser sumo sacerdote para sempre.
24 mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo.
25 Por isso, ele pode salvar total e eternamente aqueles que se aproximarem de Deus, confiando naquilo que Cristo fez por eles, pois ele vive para sempre para interceder a Deus, pedindo ajuda para eles.
25 Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.
26 Jesus é o tipo de sumo sacerdote que precisamos. Ele era santo, não praticou nenhum mal e era inocente. Deus o separou agora de viver entre pecadores e o elevou agora ao mais alto céu.
26 Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores e feito mais sublime do que os céus,
27 Os sumos sacerdotes judaicos precisam sacrificar animais diariamente, ano após ano. Assim procedem, primeiro, para expiar seus próprios pecados, e depois para expiar os pecados das outras pessoas. Mas, já que Jesus nunca pecou, ele não precisa fazer isso. A única coisa que ele precisou fazer para salvar os seres humanos foi sacrificar-se a si mesmo uma só vez!
27 que não necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente, por seus próprios pecados e, depois, pelos do povo; porque isso fez ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmo.
28 Precisamos de um sumo sacerdote como ele, pois Moisés escreveu nas leis que Deus lhe deu [PRS] que aqueles que seriam nomeados como sacerdotes seriam homens que costumavam pecar facilmente. Mas Deus declarou solenemente [PRS], após ter dado suas leis a Moisés, que ele nomearia—seu Filho/o homem que é também Deus—para ser sacerdote. Agora—seu Filho/o homem que é também Deus—se tornou para sempre tudo que Deus desejava que ele fosse.
28 Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre.

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