Provérbios 27
Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs ARIB
1 Não conte vantagem a respeito do futuro, pois você não sabe o que o amanhã trará.
1 Não te glories do dia de amanhã; porque não sabes o que produzirá o dia.
2 Deixe que outro o elogie, e não sua própria boca; alguém desconhecido, e não seus próprios lábios.
2 Seja outro o que te louve, e não a tua boca; o estranho, e não os teus lábios.
3 A pedra é pesada, e a areia também, mas pesa ainda mais o ressentimento causado pelo insensato.
3 Pesada é a pedra, e a areia também; mas a ira do insensato é mais pesada do que elas ambas.
4 A ira é cruel, e a fúria, como a inundação, mas a inveja é ainda mais perigosa.
4 Cruel é o furor, e impetuosa é a ira; mas quem pode resistir à inveja?
5 A repreensão franca é melhor que o amor escondido.
5 Melhor é a repreensão aberta do que o amor encoberto.
6 As feridas feitas por um amigo sincero são melhores que os beijos de um inimigo.
6 Fiéis são as feridas dum amigo; mas os beijos dum inimigo são enganosos.
7 Quem está satisfeito recusa o mel, mas para o faminto até o alimento amargo é doce.
7 O que está farto despreza o favo de mel; mas para o faminto todo amargo é doce.
8 Quem anda distante de casa é como pássaro longe do ninho.
8 Qual a ave que vagueia longe do seu ninho, tal é o homem que anda vagueando longe do seu lugar.
9 O conselho sincero de um amigo é agradável como perfume e incenso.
9 O óleo e o perfume alegram o coração; assim é o doce conselho do homem para o seu amigo.
10 Jamais abandone um amigo, nem o seu nem o de seu pai. Quando vier a calamidade, não peça ajuda a seu irmão; é melhor recorrer a um vizinho próximo que a um irmão distante.
10 Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia de tua adversidade. Mais vale um vizinho que está perto do que um irmão que está longe.
11 Meu filho, seja sábio e alegre meu coração; então poderei responder aos que me criticam.
11 Sê sábio, filho meu, e alegra o meu coração, para que eu tenha o que responder àquele que me vituperar.
12 O prudente antevê o perigo e toma precauções; o ingênuo avança às cegas e sofre as consequências.
12 O prudente vê o mal e se esconde; mas os insensatos passam adiante e sofrem a pena.
13 Quem aceita ser fiador de um desconhecido perderá a roupa do corpo; ela ficará como pagamento de quem garante a dívida do estranho.
13 Tira a roupa àquele que fica por fiador do estranho, e toma penhor daquele que se obriga por uma estrangeira.
14 A saudação ruidosa logo cedo será recebida como maldição.
14 O que bendiz ao seu amigo em alta voz, levantando-se de madrugada, isso lhe será contado como maldição.
15 A esposa briguenta é irritante como a goteira num dia de chuva.
15 A goteira contínua num dia chuvoso e a mulher rixosa são semelhantes;
16 Tentar contê-la é como deter o vento ou agarrar o óleo com a mão.
16 retê-la é reter o vento, ou segurar o óleo com a destra.
17 Como o ferro afia o ferro, assim um amigo afia o outro.
17 Afia-se o ferro com o ferro; assim o homem afia o rosto do seu amigo.
18 Quem cuida da figueira comerá de seus frutos; quem protege os interesses de seu senhor será recompensado.
18 O que cuida da figueira comerá do fruto dela; e o que vela pelo seu senhor será honrado.
19 Como a água reflete o rosto, assim o coração reflete quem a pessoa é.
19 Como na água o rosto corresponde ao rosto, assim o coração do homem ao homem.
20 Como a Morte e a Destruição nunca se satisfazem, assim os desejos do homem nunca são saciados.
20 O Seol e o Abadom nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem.
21 O fogo prova a pureza da prata e do ouro, mas a pessoa é provada pelos elogios que recebe.
21 O crisol é para a prata, e o forno para o ouro, e o homem é provado pelos louvores que recebe.
22 Ainda que se moa o insensato como cereal no pilão, é impossível separá-lo de sua insensatez.
22 Ainda que pisasses o insensato no gral entre grãos pilados, contudo não se apartaria dele a sua estultícia.
23 Tome conhecimento do estado de suas ovelhas e dedique-se a cuidar de seus rebanhos,
23 Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; cuida bem dos teus rebanhos;
24 pois a riqueza não dura para sempre, e pode ser que a coroa não passe para a geração seguinte.
24 porque as riquezas não duram para sempre; e duraria a coroa de geração em geração?
25 Depois de recolhido o feno, geminada a nova plantação e reunido o capim dos montes,
25 Quando o feno é removido, e aparece a erva verde, e recolhem-se as ervas dos montes,
26 os carneiros darão lã para suas roupas e os bodes poderão ser vendidos pelo preço de um campo.
26 os cordeiros te proverão de vestes, e os bodes, do preço do campo.
27 Você terá leite de cabra suficiente para si, para sua família e para suas servas.
27 E haverá bastante leite de cabras para o teu sustento, para o sustento da tua casa e das tuas criadas.
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