Provérbios 23

Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Quando se sentar para comer com uma autoridade, preste atenção a quem está
1 Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para aquele que está diante de ti;
2 Se você costuma comer demais, controle o apetite;
2 mete uma faca à tua garganta, se és homem glutão.
3 não deseje as iguarias que ele lhe oferece, pois talvez queira enganá-lo.
3 Não cobices os seus delicados manjares, porque são comidas enganadoras.
4 Não se desgaste tentando ficar rico; tenha discernimento para saber quando parar.
4 Não te fatigues para seres rico; não apliques nisso a tua inteligência.
5 Num piscar de olhos a riqueza desaparecerá; criará asas e voará para longe, como uma águia.
5 Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Pois, certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus.
6 Não coma com pessoas mesquinhas, nem deseje suas iguarias.
6 Não comas o pão do invejoso, nem cobices os seus delicados manjares.
7 Elas pensam sempre no custo daquilo que oferecem; insistem: “Coma e beba”, mas não falam com sinceridade.
7 Porque, como imagina em sua alma, assim ele é; ele te diz: Come e bebe; mas o seu coração não está contigo.
8 Você vomitará o pouco que comeu e desperdiçará seus elogios.
8 Vomitarás o bocado que comeste e perderás as tuas suaves palavras.
9 Não perca tempo falando com o tolo, pois ele despreza até os conselhos mais sensatos.
9 Não fales aos ouvidos do insensato, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras.
10 Não mude de lugar os antigos marcadores de divisa; não tome as terras dos órfãos.
10 Não removas os marcos antigos, nem entres nos campos dos órfãos,
11 Pois o Resgatador deles é forte; ele próprio apresentará as acusações contra você.
11 porque o seu Vingador é forte e lhes pleiteará a causa contra ti.
12 Dedique-se à instrução; ouça atentamente as palavras de conhecimento.
12 Aplica o coração ao ensino e os ouvidos às palavras do conhecimento.
13 Não deixe de disciplinar seus filhos; a vara da disciplina não os matará.
13 Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá.
14 Sim, a vara da disciplina pode muito bem salvá-los da morte.
14 Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.
15 Meu filho, se seu coração for sábio, meu coração se alegrará!
15 Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á também o meu;
16 Sentirei profunda alegria quando seus lábios expressarem o que é certo.
16 exultará o meu íntimo, quando os teus lábios falarem coisas retas.
17 Não tenha inveja dos pecadores, mas tema sempre o S
17 Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, no temor do
18 Você será recompensado por isso; sua esperança não será frustrada.
18 Porque deveras haverá bom futuro; não será frustrada a tua esperança.
19 Ouça, meu filho, e seja sábio: mantenha seu coração no rumo certo.
19 Ouve, filho meu, e sê sábio; guia retamente no caminho o teu coração.
20 Não ande com os beberrões, nem se envolva com os comilões,
20 Não estejas entre os bebedores de vinho nem entre os comilões de carne.
21 pois eles caminham para a pobreza e, de tanto dormirem, terão apenas trapos para vestir.
21 Porque o beberrão e o comilão caem em pobreza; e a sonolência vestirá de trapos o homem.
22 Ouça seu pai, que lhe deu vida, e não despreze sua mãe quando ela envelhecer.
22 Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer.
23 Adquira a verdade e não a venda; obtenha sabedoria, instrução e discernimento.
23 Compra a verdade e não a vendas; compra a sabedoria, a instrução e o entendimento.
24 O pai dos justos tem motivos para se alegrar; é uma grande alegria ter filhos sábios.
24 Grandemente se regozijará o pai do justo, e quem gerar a um sábio nele se alegrará.
25 Portanto, alegre seu pai e sua mãe; que seja feliz aquela que o deu à luz.
25 Alegrem-se teu pai e tua mãe, e regozije-se a que te deu à luz.
26 Meu filho, dê-me seu coração; que seus olhos tenham prazer em seguir meus caminhos.
26 Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos.
27 A prostituta é uma cova profunda; a promíscua é perigosa como um poço estreito.
27 Pois cova profunda é a prostituta, poço estreito, a alheia.
28 Ela se esconde e espera, como ladrão, ansiosa para conduzir mais homens à infidelidade.
28 Ela, como salteador, se põe a espreitar e multiplica entre os homens os infiéis.
29 Quem se sente angustiado e triste? Quem vive brigando e se queixando? Quem sofre ferimentos desnecessários? Quem tem os olhos sempre vermelhos?
29 Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as rixas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos?
30 Aquele que passa horas tomando vinho e experimentando bebidas fortes.
30 Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada.
31 Não olhe demoradamente para o vinho, observando quanto ele é vermelho; como brilha no copo e desce suavemente.
31 Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente.
32 Pois, no fim, ele morde como cobra venenosa; pica como víbora.
32 Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco.
33 Você terá alucinações e dirá coisas sem sentido.
33 Os teus olhos verão coisas esquisitas, e o teu coração falará perversidades.
34 Ficará tonto como marinheiro em alto-mar, agarrado ao mastro em meio à tempestade.
34 Serás como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro
35 Dirá: “Bateram em mim, mas não senti; nem percebi quando levei uma surra. Quando acordarei para beber de novo?”.
35 e dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando despertarei? Então, tornarei a beber.

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