Hebreus 2
Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs VC
1 Portanto, precisamos prestar muita atenção às verdades que temos ouvido, para não nos desviarmos delas.
1 Por isso, é necessário prestarmos a maior atenção à mensagem que temos recebido, para não acontecer que nos desviemos do caminho reto.
2 Pois a mensagem que foi transmitida por meio de anjos permaneceu firme, e toda transgressão e desobediência recebeu o castigo merecido.
2 A palavra anunciada por intermédio dos anjos era a tal ponto válida, que toda transgressão ou desobediência recebeu o justo castigo.
3 O que nos faz pensar que escaparemos se negligenciarmos essa grande salvação, anunciada primeiramente pelo Senhor e depois transmitida a nós por aqueles que o ouviram falar?
3 Como, então, escaparemos nós se agora desprezarmos a mensagem da salvação, tão sublime, anunciada primeiramente pelo Senhor e depois confirmada pelos que a ouviram,
4 E Deus confirmou a mensagem por meio de sinais, maravilhas e diversos milagres, e também por dons do Espírito Santo, conforme sua vontade.
4 comprovando-a o próprio Deus por sinais, prodígios, milagres e pelos dons do Espírito Santo, repartidos segundo a sua vontade?
5 Além disso, não são anjos que governarão o mundo futuro a que nos referimos.
5 Não foi tampouco aos anjos que Deus submeteu o mundo vindouro, de que falamos.
6 Porque em certo lugar alguém disse: “Quem é o simples mortal, para que penses nele? Quem é o filho do homem,
6 Alguém em certa passagem afirmou: Que é o homem para que dele te lembres, ou o filho do homem, para que o visites?
7 E, no entanto, por pouco tempo o fizeste um pouco menor que os anjos e o coroaste de glória e honra.
7 Por pouco tempo o colocaste inferior aos anjos; de glória e de honra o coroaste,
8 Tu lhe deste autoridade sobre todas as coisas”. Quando se diz “todas as coisas”, significa que nada foi deixado de fora. É verdade que ainda não vimos tudo ser submetido à sua autoridade.
8 e sujeitaste a seus pés todas as coisas {Sl 8,5s}. Ora, se lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou que não lhe ficasse sujeito. Atualmente, é verdade, não vemos que tudo lhe esteja sujeito.
9 Contudo, vemos Jesus, que por pouco tempo foi feito “um pouco menor que os anjos” e que, por ter sofrido a morte, agora está coroado “de glória e honra”. Sim, pela graça de Deus, Jesus experimentou a morte por todos.
9 Mas aquele que fora colocado por pouco tempo abaixo dos anjos, Jesus, nós o vemos, por sua Paixão e morte, coroado de glória e de honra. Assim, pela graça de Deus, a sua morte aproveita a todos os homens.
10 Deus, para quem e por meio de quem todas as coisas foram criadas, escolheu levar muitos filhos à glória. E era apropriado que, por meio do sofrimento de Jesus, ele o tornasse o líder perfeito para conduzi-los à salvação.
10 Aquele para quem e por quem todas as coisas existem, desejando conduzir à glória numerosos filhos, deliberou elevar à perfeição, pelo sofrimento, o autor da salvação deles,
11 Assim, tanto o que santifica como os que são santificados procedem de um só. Por isso Jesus não se envergonha de chamá-los irmãos,
11 para que santificador e santificados formem um só todo. Por isso, {Jesus} não hesita em chamá-los seus irmãos,
12 quando diz: “Proclamarei teu nome a meus irmãos; no meio de teu povo reunido te louvarei”.
12 dizendo: Anunciarei teu nome a meus irmãos, no meio da assembléia cantarei os teus louvores {Sl 21,23}.
13 E também afirmou: “Porei minha confiança nele”, isto é, “eu e os filhos que Deus me deu”.
13 E outra vez: Quanto a mim, ponho nele a minha confiança {Is 8,17}; e: Eis-me aqui, eu e os filhos que Deus me deu {Is 8,18}.
14 Visto, portanto, que os filhos são seres humanos, feitos de carne e sangue, o Filho também se tornou carne e sangue, pois somente assim ele poderia morrer e, somente ao morrer, destruiria o diabo, que tinha o poder da morte.
14 Porquanto os filhos participam da mesma natureza, da mesma carne e do sangue, também ele participou, a fim de destruir pela morte aquele que tinha o império da morte, isto é, o demônio,
15 Só dessa maneira ele libertaria aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte.
15 e libertar aqueles que, pelo medo da morte, estavam toda a vida sujeitos a uma verdadeira escravidão.
16 Também sabemos que o Filho não veio para ajudar os anjos, mas sim os descendentes de Abraão.
16 Veio em socorro, não dos anjos, e sim da raça de Abraão;
17 Portanto, era necessário que ele se tornasse semelhante a seus irmãos em todos os aspectos, de modo que pudesse ser nosso misericordioso e fiel Sumo Sacerdote diante de Deus e realizar o sacrifício que remove os pecados do povo.
17 e por isso convinha que ele se tornasse em tudo semelhante aos seus irmãos, para ser um pontífice compassivo e fiel no serviço de Deus, capaz de expiar os pecados do povo.
18 Uma vez que ele próprio passou por sofrimento e tentação, é capaz de ajudar aqueles que são tentados.
18 De fato, por ter ele mesmo suportado tribulações, está em condição de vir em auxílio dos que são atribulados.
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