Hebreus 2

Nova Versão Transformadora (NVT, 2016) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Portanto, precisamos prestar muita atenção às verdades que temos ouvido, para não nos desviarmos delas.
1 Por esta razão, importa que nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos.
2 Pois a mensagem que foi transmitida por meio de anjos permaneceu firme, e toda transgressão e desobediência recebeu o castigo merecido.
2 Porque, se a palavra falada por meio de anjos se tornou firme, e toda transgressão ou desobediência recebeu justo castigo,
3 O que nos faz pensar que escaparemos se negligenciarmos essa grande salvação, anunciada primeiramente pelo Senhor e depois transmitida a nós por aqueles que o ouviram falar?
3 como escaparemos nós, se não levarmos a sério tão grande salvação? Esta, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, depois nos foi confirmada pelos que a ouviram.
4 E Deus confirmou a mensagem por meio de sinais, maravilhas e diversos milagres, e também por dons do Espírito Santo, conforme sua vontade.
4 Também Deus testemunhou juntamente com eles, por meio de sinais, prodígios, vários milagres e a distribuição do Espírito Santo, segundo a sua vontade.
5 Além disso, não são anjos que governarão o mundo futuro a que nos referimos.
5 Pois não foi a anjos que Deus sujeitou o mundo que há de vir, sobre o qual estamos falando.
6 Porque em certo lugar alguém disse: “Quem é o simples mortal, para que penses nele? Quem é o filho do homem,
6 Pelo contrário, alguém, em certo lugar, deu testemunho, dizendo: “Que é o homem, que dele te lembres? Ou o filho do homem, que o visites?
7 E, no entanto, por pouco tempo o fizeste um pouco menor que os anjos e o coroaste de glória e honra.
7 Fizeste-o, por um pouco, menor do que os anjos e de glória e de honra o coroaste.
8 Tu lhe deste autoridade sobre todas as coisas”. Quando se diz “todas as coisas”, significa que nada foi deixado de fora. É verdade que ainda não vimos tudo ser submetido à sua autoridade.
8 Todas as coisas sujeitaste debaixo dos seus pés.” Ora, ao lhe sujeitar todas as coisas, nada deixou fora do seu domínio. Neste momento, porém, ainda não vemos todas as coisas a ele sujeitas.
9 Contudo, vemos Jesus, que por pouco tempo foi feito “um pouco menor que os anjos” e que, por ter sofrido a morte, agora está coroado “de glória e honra”. Sim, pela graça de Deus, Jesus experimentou a morte por todos.
9 Vemos, porém, aquele que, por um pouco, foi feito menor do que os anjos, Jesus, que, por causa do sofrimento da morte, foi coroado de glória e de honra, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos.
10 Deus, para quem e por meio de quem todas as coisas foram criadas, escolheu levar muitos filhos à glória. E era apropriado que, por meio do sofrimento de Jesus, ele o tornasse o líder perfeito para conduzi-los à salvação.
10 Porque convinha que Deus, por causa de quem e por meio de quem todas as coisas existem, conduzindo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse, por meio de sofrimentos, o Autor da salvação deles.
11 Assim, tanto o que santifica como os que são santificados procedem de um só. Por isso Jesus não se envergonha de chamá-los irmãos,
11 Pois, tanto o que santifica como os que são santificados, todos vêm de um só. É por isso que Jesus não se envergonha de chamá-los de irmãos,
12 quando diz: “Proclamarei teu nome a meus irmãos; no meio de teu povo reunido te louvarei”.
12 dizendo: “A meus irmãos declararei o teu nome, no meio da congregação eu te louvarei.”
13 E também afirmou: “Porei minha confiança nele”, isto é, “eu e os filhos que Deus me deu”.
13 E, outra vez: “Eu porei nele a minha confiança.” E, ainda: “Eis aqui estou eu e os filhos que Deus me deu.”
14 Visto, portanto, que os filhos são seres humanos, feitos de carne e sangue, o Filho também se tornou carne e sangue, pois somente assim ele poderia morrer e, somente ao morrer, destruiria o diabo, que tinha o poder da morte.
14 Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, também Jesus, igualmente, participou dessas coisas, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo,
15 Só dessa maneira ele libertaria aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte.
15 e livrasse todos os que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida.
16 Também sabemos que o Filho não veio para ajudar os anjos, mas sim os descendentes de Abraão.
16 Pois ele, evidentemente, não socorre anjos, mas socorre a descendência de Abraão.
17 Portanto, era necessário que ele se tornasse semelhante a seus irmãos em todos os aspectos, de modo que pudesse ser nosso misericordioso e fiel Sumo Sacerdote diante de Deus e realizar o sacrifício que remove os pecados do povo.
17 Por isso mesmo, era necessário que, em todas as coisas, ele se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo.
18 Uma vez que ele próprio passou por sofrimento e tentação, é capaz de ajudar aqueles que são tentados.
18 Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, quando foi tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados.

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