Isaías 17

Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH, 2000) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Esta é a mensagem contra a Síria: “Damasco não será mais uma cidade; ela vai virar um montão de ruínas.
1 Sentença contra Damasco. “Eis que Damasco deixará de ser cidade e será um montão de ruínas.
2 As cidades da Síria ficarão abandonadas para sempre; os rebanhos irão até lá para descansar, e ninguém os espantará dali.
2 As cidades de Aroer serão abandonadas; hão de ser para os rebanhos, que aí se deitarão sem haver quem os espante.
3 As fortalezas de Israel serão destruídas, e a Síria deixará de ser um reino. Os sírios que não forem mortos serão como o povo de Israel: eles viverão na miséria. Sou eu, o
3 A fortaleza de Efraim desaparecerá, bem como o reino de Damasco; e o restante da Síria será como a glória dos filhos de Israel”, diz o
4 “Está chegando o dia em que Israel perderá todo o seu poder, e todas as suas riquezas acabarão.
4 “Naquele dia, a glória de Jacó será diminuída, e a gordura da sua carne desaparecerá.
5 Naquele dia, o país ficará parecido com um campo depois que todo o trigo foi colhido ou como o vale dos Gigantes depois de colhidas todas as espigas.
5 Será como quando o ceifeiro ajunta o trigo e com o braço colhe as espigas; será como quem colhe espigas no vale dos Refains.
6 Mas umas poucas pessoas ficarão vivas, e Israel será como uma oliveira depois da colheita. Depois que a oliveira é sacudida, ainda fica com duas ou três azeitonas nos galhos mais altos ou umas quatro ou cinco nos galhos de baixo. Eu, o
6 Mas ainda ficarão algumas espigas, como no sacudir da oliveira; duas ou três azeitonas na ponta do ramo mais alto, e quatro ou cinco nos ramos mais produtivos”, diz o
7 Naquele dia, as pessoas olharão para o seu Criador a fim de pedir ajuda; todos se voltarão para o Santo Deus de Israel.
7 Naquele dia, as pessoas olharão para o seu Criador, e os seus olhos estarão voltados para o Santo de Israel.
8 Não confiarão mais nos altares que eles construíram, nem nas imagens que eles mesmos fizeram, nem nos postes da deusa Aserá , nem nos altares de queimar incenso.
8 Eles não olharão para os altares, obra de suas mãos, nem voltarão os olhos para o que os seus dedos fizeram, nem para os postes da deusa Aserá, nem para os altares do incenso.
9 Naquele dia, as cidades protegidas por muralhas ficarão desertas como as cidades que os heveus e os amorreus abandonaram quando os israelitas invadiram a sua terra; tudo será arrasado.
9 Naquele dia, as cidades que eles fortificaram ficarão como os lugares abandonados no bosque ou no alto das montanhas, os quais no passado foram abandonados diante da chegada dos filhos de Israel, e haverá desolação.
10 Povo de Israel, vocês esqueceram o seu Deus, que os salvou, e não lembram mais do seu forte protetor. Vocês plantam jardins sagrados em honra dos deuses pagãos.
10 Porque você se esqueceu do Deus da sua salvação e não se lembrou da Rocha da sua fortaleza. Ainda que você faça belas plantações e plante mudas de fora,
11 Mas ainda que as plantas desses jardins brotem e floresçam no mesmo dia em que forem plantadas, ainda assim não haverá colheitas nos campos quando chegar o dia de sofrimento e de dor sem cura.
11 e, no dia em que você as plantar, as fizer crescer, e na manhã seguinte as fizer florescer, ainda assim a colheita voará no dia da tribulação e das dores incuráveis.
12 Escutem o barulho de muitas nações que se agitam e se revoltam; parece o rugido do mar, parece o estrondo de ondas violentas.
12 Ai do bramido dos grandes povos que bramam como bramam os mares, e do rugido das nações que rugem como rugem as águas impetuosas!
13 Os povos rugem como o mar, mas Deus os repreenderá, e eles fugirão. Serão como a palha que o vento leva pelos montes ou como o pó que a ventania espalha.
13 As nações rugem como as muitas águas, mas Deus as repreenderá, e fugirão para longe; serão afugentadas como a palha dos montes diante do vento e como pó levado pelo tufão.
14 Ao pôr do sol, metem medo, mas de manhã já não existem mais. É isso o que vai acontecer com os nossos inimigos, que arrasam a nossa terra e levam embora todos os nossos bens.
14 Ao anoitecer, eis que há pavor, e, antes que amanheça o dia, já não existem. Este é o destino daqueles que nos despojam e a sorte daqueles que nos saqueiam.

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