Isaías 17

Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH, 2000) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Esta é a mensagem contra a Síria: “Damasco não será mais uma cidade; ela vai virar um montão de ruínas.
1 Sentença contra Damasco. Eis que Damasco deixará de ser cidade e será um montão de ruínas.
2 As cidades da Síria ficarão abandonadas para sempre; os rebanhos irão até lá para descansar, e ninguém os espantará dali.
2 As cidades de Aroer serão abandonadas; hão de ser para os rebanhos, que aí se deitarão sem haver quem os espante.
3 As fortalezas de Israel serão destruídas, e a Síria deixará de ser um reino. Os sírios que não forem mortos serão como o povo de Israel: eles viverão na miséria. Sou eu, o
3 A fortaleza de Efraim desaparecerá, como também o reino de Damasco e o restante da Síria; serão como a glória dos filhos de Israel, diz o Senhor dos Exércitos.
4 “Está chegando o dia em que Israel perderá todo o seu poder, e todas as suas riquezas acabarão.
4 Naquele dia, a glória de Jacó será apoucada, e a gordura da sua carne desaparecerá.
5 Naquele dia, o país ficará parecido com um campo depois que todo o trigo foi colhido ou como o vale dos Gigantes depois de colhidas todas as espigas.
5 Será, quando o segador ajunta a cana do trigo e com o braço sega as espigas, como quem colhe espigas, como quem colhe espigas no vale dos Refains.
6 Mas umas poucas pessoas ficarão vivas, e Israel será como uma oliveira depois da colheita. Depois que a oliveira é sacudida, ainda fica com duas ou três azeitonas nos galhos mais altos ou umas quatro ou cinco nos galhos de baixo. Eu, o
6 Mas ainda ficarão alguns rabiscos, como no sacudir da oliveira; duas ou três azeitonas na ponta do ramo mais alto, e quatro ou cinco nos ramos mais exteriores de uma árvore frutífera, diz o Senhor , Deus de Israel.
7 Naquele dia, as pessoas olharão para o seu Criador a fim de pedir ajuda; todos se voltarão para o Santo Deus de Israel.
7 Naquele dia, olhará o homem para o seu Criador, e os seus olhos atentarão para o Santo de Israel.
8 Não confiarão mais nos altares que eles construíram, nem nas imagens que eles mesmos fizeram, nem nos postes da deusa Aserá , nem nos altares de queimar incenso.
8 E não olhará para os altares, obra das suas mãos, nem atentará para o que fizeram seus dedos, nem para os postes-ídolos, nem para os altares do incenso.
9 Naquele dia, as cidades protegidas por muralhas ficarão desertas como as cidades que os heveus e os amorreus abandonaram quando os israelitas invadiram a sua terra; tudo será arrasado.
9 Naquele dia, serão as suas cidades fortes como os lugares abandonados no bosque ou sobre o cimo das montanhas, os quais outrora foram abandonados ante os filhos de Israel, e haverá assolação;
10 Povo de Israel, vocês esqueceram o seu Deus, que os salvou, e não lembram mais do seu forte protetor. Vocês plantam jardins sagrados em honra dos deuses pagãos.
10 porquanto te esqueceste do Deus da tua salvação e não te lembraste da Rocha da tua fortaleza. Ainda que faças plantações formosas e plantes mudas de fora,
11 Mas ainda que as plantas desses jardins brotem e floresçam no mesmo dia em que forem plantadas, ainda assim não haverá colheitas nos campos quando chegar o dia de sofrimento e de dor sem cura.
11 e, no dia em que as plantares, as fizeres crescer, e na manhã seguinte as fizeres florescer, ainda assim a colheita voará no dia da tribulação e das dores incuráveis.
12 Escutem o barulho de muitas nações que se agitam e se revoltam; parece o rugido do mar, parece o estrondo de ondas violentas.
12 Ai do bramido dos grandes povos que bramam como bramam os mares, e do rugido das nações que rugem como rugem as impetuosas águas!
13 Os povos rugem como o mar, mas Deus os repreenderá, e eles fugirão. Serão como a palha que o vento leva pelos montes ou como o pó que a ventania espalha.
13 Rugirão as nações, como rugem as muitas águas, mas Deus as repreenderá, e fugirão para longe; serão afugentadas como a palha dos montes diante do vento e como pó levado pelo tufão.
14 Ao pôr do sol, metem medo, mas de manhã já não existem mais. É isso o que vai acontecer com os nossos inimigos, que arrasam a nossa terra e levam embora todos os nossos bens.
14 Ao anoitecer, eis que há pavor, e, antes que amanheça o dia, já não existem. Este é o quinhão daqueles que nos despojam e a sorte daqueles que nos saqueiam.

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