Isaías 32
Godɨn Eghaghanim: Akar Gavgavir Dɨkɨrɨzir Ghurim ko Igiam (MSY2020) vs VC
1 Ia oragh! Atrivitam otivam!
1 Eis que um rei reinará segundo a justiça, e os príncipes governarão com eqüidade.
2 Gumazamiziba akurvazim bagh izɨtɨ,
2 Cada um deles será como um abrigo contra o vento, um refúgio contra a chuva torrencial; como um fio de água num chão ressecado, e como a sombra de um alto rochedo em terra ressequida.
3 Gumazamizir bizibar gariba,
3 Os olhos dos que vêem não mais serão ofuscados, e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
4 Eghtɨ gumazamizir faragha deragha nɨghnɨgha bizibagh amir puvatɨziba,
4 Os espíritos insensatos dispor-se-ão a compreender, e a língua dos gagos falará prontamente e com clareza;
5 Eghtɨ arazir ziar ekiam isa gumazir arazir kurabagh amiba ko, gumazir onganibagh amibagh anɨdim,
5 não mais se qualificará de nobre ao perverso, nem ao trapaceiro, de grande.
6 Guizbangɨra, gumazir arazir onganibagh amiba, me mɨgɨrɨgɨar onganibagh ami,
6 Porque o insensato profere loucuras e seu coração dá-se ao mal; comete impiedades, forma sobre o Senhor conceitos errôneos, deixa o faminto queixar-se de sua miséria, priva da bebida àquele que tem sede.
7 Ezɨ ifavarir gumazamiziba, nɨghnɨzir kurar bar avɨriba men dapanibagh izɨfa.
7 As intrigas do trapaceiro são desleais, ele maquina desígnios criminosos para perder os humildes com mentiras, o pobre que faz valer seu direito;
8 Ezɨ gumazamizir aghuiba me ziar ekiaba iti, me zurara arazir zuezibagh ami.
8 o fidalgo, porém, tem pensamentos dignos, e um procedimento nobre.
9 Ia Jerusalemian amiziba, ian dabirabim derazɨ ia ghaze, ia deravɨra ikiam.
9 Mulheres descuidadas, escutei minha voz. Jovens confiantes demais, ouvi minhas palavras.
10 Ia datɨrɨghɨn navir amɨrizimɨn iti.
10 Dentro de um ano e alguns dias, tremereis, indolentes, porque a vindima estará perdida e a colheita, frustrada.
11 Datɨrɨghɨn ian dabirabim derazɨ ia ghaze, ia deravɨra ikiam.
11 Fremi, descuidadas, tremei, confiantes. Despi-vos até estardes nuas. Cingi os vossos rins,
12 Ia uan azenir obarir aghuiba ko wainɨn azenir aghuiba bagh uan osɨmtɨziba akakaghsɨ,
12 batei nos vossos peitos, {chorando} sobre a sorte dos campos férteis e das vinhas fecundas,
13 Benir ataghatariba ko oghevsevir kuraba nguazir kam avaragham,
13 sobre as terras de meu povo, onde só crescem sarças, sobre todas as casas de prazer da cidade alegre.
14 Bar guizbangɨra, atrivim uan dɨpenim ategham.
14 O palácio está deserto, a cidade barulhenta está abandonada. Ofel e a torre de guarda serão para sempre planaltos desnudos, onde vagueiam os asnos selvagens e pastam os rebanhos.
15 Ikiavɨra Itir God uan Nguibamɨn ikia
15 Até que sobre nós se derrame o espírito do alto, então o deserto se mudará em vergel, e o vergel tomará o aspecto de uma floresta;
16 Dughiar kamɨn, gumazamiziba nguazir kamɨn ruaghateviba bar dar ikɨ,
16 no deserto reinará o direito, e a justiça residirá no vergel.
17 Gumazamiziba arazir aghuim damutɨ,
17 A justiça produzirá a paz e o direito assegurará a tranqüilidade;
18 Ezɨ Ikiavɨra Itir God ghaze,
18 meu povo habitará em mansão serena, em moradas seguras, em abrigos tranqüilos.
19 — ausente —
19 {A floresta será abatida e a cidade, humilhada}.
20 — ausente —
20 Bem-aventurados sereis por semear à margem de todos os cursos de água, e por deixar o boi e o asno sem peias.
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