Mateus 13
mgj (MGJ) vs ACF
1 D̠a̠ onin a̠d̠a̠ma̠ obha̠, sa̠ A̠zizo̠s a̠mite d̠a̠ otu bho̠ agi̠ ka̠ aro̠ ma̠ a̠dila̠de d̠a̠ aka abadi̠ bho̠.
1 Tendo Jesus saído de casa, naquele dia, estava assentado junto ao mar;
2 Sa̠ obom o̠lo̠gh a̠nwunom iko i̠na ikiton ma̠ ola̠ i̠na agi̠ ka̠ a̠pel a̠d̠igh d̠a̠ oghugh aro̠ ma̠ a̠dila̠de, sa̠ o̠lo̠gh a̠nwunom bho̠ i̠mara d̠a̠ egbolom.
2 E ajuntou-se muita gente ao pé dele, de sorte que, entrando num barco, se assentou; e toda a multidão estava em pé na praia.
3 Sa̠ agba ma̠ a̠d̠izo i̠di̠ar a̠nigha̠ awa d̠a̠ ra̠sidogh ma̠a̠: “I̠nagha o! Ogbebh ma̠ ed̠ia̠n agi̠ d̠a̠ o̠si̠ d̠o̠yo̠ ka̠ ogbebh ed̠ia̠n.
3 E falou-lhe de muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear.
4 Sa̠ igiel bho̠ i̠na a̠kpo ikpo ed̠ia̠n bho̠ asar bho̠, sa̠ idi imel d̠a̠ eten, sa̠ i̠nu̠r bho̠ iru ra̠ ikpokpoiny id̠e i̠mado̠n.
4 E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves, e comeram-na;
5 Ya̠a̠ idi sa̠ imel d̠a̠ a̠de o̠gbe̠o̠ma, esi ola̠ o̠do̠gho̠l bho̠ okud̠um d̠o̠. Sa̠ i̠rabh epa̠ ma̠ o̠su̠ ma̠ agu̠o̠ o̠do̠gho̠l bho̠ okud̠um d̠o̠ bho̠.
5 E outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda;
6 Ya̠a̠ igiel bho̠ ogogo a̠mite bho̠, sa̠ i̠nyu̠n i̠ghaghara d̠a̠ ebula̠ agu̠o̠ i̠ki̠ka o̠ro̠ d̠o̠ bho̠.
6 Mas, vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz.
7 Sa̠ idi imel d̠a̠ e̠ku̠ko̠ ib̠ub̠ulom, sa̠ e̠ku̠ko̠ ib̠ub̠ulom bho̠ i̠su̠ ikpegiom ed̠ia̠n bho̠ i̠bhu̠ghu̠d̠i̠ i̠ze̠gi̠.
7 E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-na.
8 Sa̠ idi imel d̠a̠ ob̠eb̠i a̠de, sa̠ imum imuma̠ ya̠ i̠wal e̠wala na̠ a̠d̠usubh (100) a̠bin, idi e̠rabharabh (60) a̠bin, sa̠ idi imum a̠d̠usubh na̠ d̠iobh (30) a̠bin i̠se̠.
8 E outra caiu em boa terra, e deu fruto: um a cem, outro a sessenta e outro a trinta.
9 Wa̠ a̠nwuna̠ ma̠ a̠to, anagha o!”
9 Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
10 Sa̠ ogbo atu̠ghan bho̠ iru ra̠ ipura̠n i̠na ma̠a̠, “Ezin ka̠ ere ka̠ anwa na̠ a̠rogha̠n a̠sidogh na̠ a̠nigha̠ awa bho̠?”
10 E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas?
11 Sa̠ i̠na awo̠ran awa a̠fugh ma̠a̠, “D̠a̠ inyin bha̠ na̠ onigha̠ ma̠ ologhom i̠di̠ar e̠wo̠gi̠na irileghom ote̠nai̠ny; ya̠a̠ unigha̠ ani̠ d̠o̠ awa.
11 Ele, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado;
12 I̠na o̠ni̠ wa̠ a̠nwuna̠ bho̠ ta̠ o̠lo̠gho̠m o̠gbam, ma̠ agu̠o̠ ola̠ i̠na ta̠ a̠nwuna̠ ma̠ a̠b̠utu, ya̠a̠ i̠na o̠ni̠ wa̠ onwuna̠ d̠o̠ bho̠, ta̠ o̠wo̠r nyen ya̠ i̠na a̠nwuna̠ bho̠.
12 Porque àquele que tem, se dará, e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.
13 Ami̠ idin o̠ku̠a na̠ a̠bhin a̠sidogh na̠ a̠fugha̠n awa:
13 Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem nem compreendem.
14 Sa̠ ta̠ omuzoghod̠iom onigha̠ awa ma̠ iwowa̠ ta̠ Azaya ma̠a̠:
14 E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz:Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis,e, vendo, vereis, mas não percebereis.
15 Na̠ o̠kparame̠ni̠ ma̠ rologi a̠nwunom i̠nye̠n;
15 Porque o coração deste povo está endurecido,E ouviram de mau grado com seus ouvidos,E fecharam seus olhos;Para que não vejam com os olhos,E ouçam com os ouvidos,e compreendam com o coração,e se convertam,e eu os cure.
16 Ya̠a̠, na̠ otutumeni inyin ogbo ya̠ a̠rid̠ien bho̠ na̠ e̠bi̠gh esi bho̠, sa̠ ra̠to bho̠ na̠ e̠mu̠gho̠n bho̠.
16 Mas, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos, porque ouvem.
17 Ya̠gia̠ga̠i, ami̠ na̠ akparame̠ni̠ na̠ agba na̠ a̠nigha̠ inyin ma̠a̠, a̠d̠izo a̠riwil na̠ ib̠eb̠i a̠nwunom e̠mar e̠bho̠ro̠ghan o̠bi̠gh i̠di̠ar ya̠ inyin na̠ o̠bi̠gh bho̠, ya̠a̠ i̠bi̠gh d̠o̠, na̠ o̠mu̠gho̠n i̠di̠ar ya̠ inyin na̠ o̠mu̠gho̠n bho̠, ya̠a̠ i̠mu̠gho̠n d̠o̠.
17 Porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram.
18 “Ebula̠ o̠ku̠a, i̠mare̠ ma̠ e̠nagha ma̠ ezin a̠sidogh ogbebh ma̠ ed̠ia̠n bho̠.
18 Escutai vós, pois, a parábola do semeador.
19 Ko̠ni̠ko̠ni̠ ola̠ amu̠gho̠n a̠duom irileghom bho̠, sa̠ i̠na o̠mu̠gho̠nyan d̠o̠, bha̠ o̠karabh o̠ni̠ bho̠ a̠ru ra̠ asi̠ghe̠ ma̠ ikpo ed̠ia̠n ya̠ ugbebh d̠a̠ ologi o̠ni̠ bho̠. I̠nye̠n bha̠ ikpo ed̠ia̠n ya̠ imel d̠a̠ eten bho̠.
19 Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho.
20 Ya̠a̠ ikpo ed̠ia̠n ya̠ imel d̠a̠ a̠de o̠gbe̠o̠ma bho̠, bha̠ a̠nwunom ya̠ i̠mu̠gho̠n asu̠gbagba bho̠, sa̠ i̠da epa̠ ibhin d̠a̠ a̠libhon ologi.
20 O que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria;
21 Ya̠a̠ isi d̠o̠ ma̠ i̠ki̠ka iya̠ awa, kpe̠le̠me̠ni̠ ima̠ra̠ ma̠ ekud̠i obhel, sa̠ imel i̠d̠u̠a ma̠ igiel ali̠gam a̠ruzu bo̠d̠o̠ ka̠ uponoma̠ awa d̠a̠ ebula̠ asu̠gbagba bho̠.
21 Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra, logo se ofende;
22 Sa̠ iya̠ imel d̠a̠ ed̠um ib̠ub̠ulom bho̠, bha̠ ogbo ya̠ i̠mu̠gho̠n asu̠gbagba bho̠, sa̠ i̠nyo̠gho̠nyo̠gh e̠mara̠nwunom na̠ e̠ralma ogbo e̠li̠la i̠vi̠mo̠m asu̠gbagba bho̠, sa̠ awa orue d̠o̠ ma̠ omum itu.
22 E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;
23 Ya̠a̠, ikpo ed̠ia̠n ya̠ imel d̠a̠ ob̠eb̠i a̠de bho̠, bha̠ ogbo ya̠ i̠mu̠gho̠n asu̠gbagba bho̠ sa̠ i̠mu̠gho̠nyan bho̠, sa̠ imum itu ga̠i, idi i̠wal e̠wala na̠ a̠d̠usubh (100), sa̠ idi e̠rabharabh (60), sa̠ idi a̠d̠usubh na̠ d̠iobh (30) a̠bin i̠se̠, d̠a̠ ikpo ya̠ ubhin ugbebh bho̠.”
23 Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta.
24 Sa̠ i̠na a̠rogh opa̠n a̠sidogh a̠fugh ma̠a̠: “Irileghom ote̠nai̠ny agu̠b̠an o̠ni̠ ola̠ a̠gbebh ib̠eb̠i ikpo ed̠ia̠n d̠a̠ o̠si̠ d̠o̠yo̠.
24 Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia a boa semente no seu campo;
25 Ya̠a̠ igiel bho̠ a̠nwunom bho̠ na̠ ekod̠u bho̠, sa̠ o̠ni̠ o̠lo̠gi̠an a̠d̠ien d̠o̠yo̠ agi̠ ka̠ alo̠gi̠o̠gho̠m ib̠utula d̠a̠ esa̠d̠io i̠bu̠kpa bho̠ sa̠ a̠ten ad̠u̠a.
25 Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se.
26 Sa̠ igiel i̠mu̠nu̠mu̠n i̠bu̠kpa bho̠ i̠rabh imite bho̠, sa̠ ib̠utula bho̠ eka̠ i̠rabh imite.
26 E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio.
27 “Sa̠ aru̠bana bho̠ i̠gi̠ ka̠ i̠te̠i̠ wa̠nwuna̠ ma̠ o̠si̠ bho̠ ifugh ma̠a̠, ‘We̠mu̠, wokuma̠ ugbebh ib̠eb̠i ikpo i̠bu̠kpa d̠a̠ o̠si̠ d̠oyom? O̠ku̠a ka̠ ib̠utula i̠wo̠l d̠a̠ a̠ken emite?’
27 E os servos do pai de família, indo ter com ele, disseram-lhe: Senhor, não semeaste tu, no teu campo, boa semente? Por que tem, então, joio?
28 “Sa̠ i̠na awo̠ran awa ma̠a̠, ‘O̠ni̠ o̠lo̠gi̠an a̠d̠ien a̠gir o̠ku̠a.’
28 E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo?
29 “Sa̠ i̠na awo̠ran ma̠a̠, ‘E̠e̠nyi̠, bo̠ka̠ inyin u̠b̠aram na̠ i̠bu̠kpa bho̠ ob̠ugion na̠ ib̠utula bho̠.
29 Ele, porém, lhes disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele.
30 Ima̠ra̠ i̠wal a̠yi e̠su̠ emum itu. Sa̠ d̠a̠ igiel ob̠u ed̠ia̠n bho̠, ami̠ ta̠ a̠ruom ogbo ob̠u ed̠ia̠n bho̠, ma̠ ed̠ia̠ eb̠ugion ib̠utula bho̠ ma̠ agu̠o̠ ola̠ to okokod̠i o̠gho̠ro̠gi̠ o̠bhu̠gi̠ orobh. Ya̠a̠ ta̠ okokod̠i ma̠ i̠bu̠kpa bho̠ okpol d̠a̠ esi eko d̠ami̠.’ ”
30 Deixai crescer ambos juntos até à ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; mas, o trigo, ajuntai-o no meu celeiro.
31 Sa̠ i̠na a̠rogh opa̠n a̠sidogh a̠nigha̠ awa ma̠a̠, “Irileghom ote̠nai̠ny agu̠b̠an ekpo amu̠stad ola̠ o̠ni̠ a̠bhin a̠gbebh d̠a̠ o̠si̠ d̠o̠yo̠.
31 Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando nele, semeou no seu campo;
32 Eb̠la̠ agu̠o̠ i̠na aki̠r a̠pu d̠a̠ eb̠la̠ ikpo ya̠ na̠ ogbebh bho̠ eka̠, igiel na̠ asu̠ abu̠gh, bha̠ abu̠gh a̠pu ma̠ agu̠o̠ i̠gho̠gho̠ a̠mobobh na̠ e̠su̠ na̠ e̠te̠i̠ bho̠, sa̠ na̠ a̠ten oriren, ma̠ ola̠ i̠nu̠r anyu̠ bho̠ na̠ e̠gi̠ ka̠ elo ma̠ a̠rutu d̠a̠ i̠gha bho̠.”
32 O qual é, realmente, a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas, e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos.
33 Sa̠ i̠na a̠rogh opa̠n a̠sidogh ma̠a̠, “Irileghom ote̠nai̠ny agu̠b̠an o̠nyi̠ki̠kara a̠yist ya̠ ani̠ebhom a̠bhin alo̠gh d̠a̠ o̠to̠ma̠ i̠sar-abafu̠ ed̠ia̠n ibhugh, sa̠ iwubhmeni ma̠ eb̠la̠ ed̠ia̠n bho̠.”
33 Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento, que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado.
34 A̠zizo̠s a̠bhin d̠a̠ a̠sidogh a̠fugh eb̠la̠ i̠di̠ar i̠nye̠n a̠nigha̠ ma̠ o̠lo̠gh a̠nwunom bho̠. Sa̠ bebina̠ abar ola̠ i̠na a̠fugh a̠nigha̠ awa ola̠ i̠na obhin d̠o̠ ma̠ a̠sidogh a̠fugh na̠ o̠ro̠ d̠o̠.
34 Tudo isto disse Jesus, por parábolas à multidão, e nada lhes falava sem parábolas;
35 O̠ku̠a bho̠ i̠nye̠n imuzoghod̠iom abar wa̠ owil bho̠ a̠wa̠ bho̠ ma̠a̠:
35 Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta, que disse: Abrirei em parábolas a minha boca; Publicarei coisas ocultas desde a fundação do mundo.
36 Sa̠ A̠zizo̠s a̠gbogion a̠kokod̠ia̠n bho̠ agi̠ ka̠ a̠d̠igh d̠a̠ otu, sa̠ ogbo atu̠ghan d̠o̠yo̠ iru ra̠ i̠te̠i̠ i̠na ifugh ma̠a̠, “Gba ma̠ ezin a̠sidogh ib̠utula ya̠ d̠a̠ o̠si̠ bho̠ ma̠ a̠nigha̠ i̠yar.”
36 Então, tendo despedido a multidão, foi Jesus para casa. E chegaram ao pé dele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo.
37 Sa̠ i̠na awo̠ran a̠fugh ma̠a̠, “O̠ni̠ wa̠ a̠gbebh ib̠eb̠i ikpo ed̠ia̠n bho̠ bha̠ O̠nyi̠ ta̠ O̠ni̠.
37 E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem;
38 O̠si̠ bho̠ bha̠ e̠mara̠nwunom bho̠, ib̠eb̠i ikpo bho̠ bha̠ anwi̠i̠ny irileghom bho̠, ya̠a̠ ib̠utula bho̠ bha̠ anwi̠i̠ny ta̠ o̠karabh o̠ni̠ bho̠.
38 O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno;
39 Sa̠ o̠ni̠ o̠lo̠gi̠an a̠d̠ien wa̠ a̠gbebh ib̠utula̠ bho̠ bha̠ eru bho̠. Ib̠ua̠ bho̠ bha̠ ekunuguma̠ e̠mara̠nwunom bho̠, sa̠ ogbo ob̠u bho̠ bha̠ itileduom ta̠ A̠zib̠a̠.
39 O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos.
40 “O̠ku̠a a̠d̠ighi be̠le̠ni̠, agu̠o̠ ta̠ ob̠ugion ib̠utula bho̠ okokod̠i o̠bhu̠gi̠ bho̠, obha̠ bha̠ agu̠o̠ ta̠ aro̠ d̠a̠ ekunuguma̠ e̠mara̠nwunom.
40 Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo.
41 O̠nyi̠ ta̠ O̠ni̠ ta̠ a̠ruom itileduom d̠o̠yo̠, sa̠ ta̠ e̠si̠ghe̠gi̠ d̠a̠ irileghom d̠o̠yo̠ ma̠ o̠kpo̠ ya̠ na̠ e̠le̠ge̠ ma̠ a̠nwunom ma̠ ogir i̠karabh bho̠, na̠ eb̠la̠ idighi ma̠ i̠karabh bho̠.
41 Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade.
42 Sa̠ ta̠ erobhod̠i awa e̠lo̠gh d̠a̠ e̠ba anya bho̠, d̠a̠ esi wa̠ ed̠i na̠ o̠ghi̠r ib̠ub̠ura̠ od̠i bho̠.
42 E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes.
43 Igiel obha̠, ib̠eb̠i a̠nwunom bho̠ ta̠ e̠war agu̠o̠ ogogo bho̠ d̠a̠ irileghom ta̠ O̠we̠de̠ d̠awa. Wa̠ a̠nwuna̠ ma̠ ra̠to, amar anagha o!
43 Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
44 “Irileghom ote̠nai̠ny agu̠b̠an i̠di̠ar edim ya̠ od̠i d̠a̠ e̠wo̠gi̠na d̠a̠ o̠si̠ ma̠ ola̠ o̠ni̠ agi̠ ka̠ abi̠gh, sa̠ a̠puta̠ awo̠gi̠. Sa̠ d̠a̠ ebula̠ ibo bho̠, sa̠ ad̠u̠a ka̠ a̠wol eb̠la̠ i̠di̠ar ya̠ i̠na a̠nwuna̠ bho̠, sa̠ a̠bhin a̠gho ma̠ egbolom o̠si̠ bho̠.
44 Também o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.
45 “O̠lo̠gho̠m i̠se̠, irileghom ote̠nai̠ny agu̠b̠an o̠ni̠ a̠b̠ua̠ ola̠ na̠ ad̠u̠a ma̠ esi na̠ a̠ten esi na̠ abho̠ro̠ghan ib̠eb̠i i̠b̠o̠lo̠.
45 Outrossim o reino dos céus é semelhante ao homem, negociante, que busca boas pérolas;
46 Sa̠ ka̠ abi̠gh odi o̠b̠o̠lo̠ obom a̠b̠ua̠, sa̠ agi̠ ka̠ a̠wol eb̠la̠ i̠di̠ar ya̠ i̠na a̠nwuna̠ bho̠, sa̠ a̠bhin a̠gho ma̠ o̠b̠o̠lo̠ bho̠.
46 E, encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e comprou-a.
47 “O̠lo̠gho̠m i̠se̠, irileghom ote̠nai̠ny agu̠b̠an o̠gbo̠ ola̠ usoroni d̠a̠ abadi̠ sa̠ a̠d̠ien kere kere ina̠ i̠gi̠ ka̠ isin.
47 Igualmente o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanha toda a qualidade de peixes.
48 Igiel bho̠ ina̠ bho̠ isin o̠gbo̠ bho̠ imuzo bho̠, sa̠ i̠ku̠mi̠ku̠ bho̠ ikpor o̠gbo̠ bho̠ ibhuneni d̠a̠ egbolom, sa̠ i̠ro̠ ma̠ a̠dila̠de i̠so̠n ib̠eb̠i i̠na bho̠ i̠lo̠gi̠ d̠a̠ egunu, ya̠a̠ i̠karabh bho̠, sa̠ awa irobhod̠i.
48 E, estando cheia, a puxam para a praia; e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; os ruins, porém, lançam fora.
49 Obha̠ agu̠o̠ ta̠ aro̠ d̠a̠ ekunuguma̠ e̠mara̠nwunom bho̠. Itileduom ta̠ A̠zib̠a̠ ta̠ e̠gi̠ ka̠ e̠so̠n id̠ighi ma̠ i̠karabh bho̠ d̠a̠ esa̠d̠io ib̠eb̠i bho̠,
49 Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos,
50 sa̠ ta̠ erobhodi awa e̠lo̠gh d̠a̠ e̠ba anya bho̠, d̠a̠ esi wa̠ ed̠i na̠ o̠ghi̠r ib̠ub̠ura̠ od̠i bho̠.
50 E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes.
51 “Inyin o̠mu̠gho̠nyan eb̠la̠ i̠di̠ar i̠nye̠n ke̠re̠?”
51 E disse-lhes Jesus: Entendestes todas estas coisas? Disseram-lhe eles: Sim, Senhor.
52 Sa̠ i̠na awo̠ran awa ma̠a̠, “Ebula̠ o̠ku̠a, ko̠ni̠ko̠ni̠ atu̠ghu̠me̠ni̠ oloko bho̠ ola̠ ada ma̠ atu̠ghan irileghom ote̠nai̠ny bho̠ a̠bhin, bha̠ agu̠b̠an o̠ni̠ wa̠ a̠nwuna̠ ma̠ otu bho̠, sa̠ a̠mutioghom imom na̠ igba̠iny i̠di̠ar ya̠ i̠na alo̠gi̠ a̠guri d̠a̠ igba̠ i̠d̠i̠ar edim d̠o̠yo̠ bho̠.”
52 E ele disse-lhes: Por isso, todo o escriba instruído acerca do reino dos céus é semelhante a um pai de família, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas.
53 Sa̠ A̠zizo̠s ad̠u̠a ma̠ i̠se̠ ma̠ igiel bho̠ i̠na na̠ a̠rogh a̠sidogh i̠nye̠n awe̠le̠ bho̠.
53 E aconteceu que Jesus, concluindo estas parábolas, se retirou dali.
54 Sa̠ i̠na agi̠ d̠a̠ e̠ma d̠o̠yo̠ ka̠ atu̠ghu̠me̠ni̠ awa d̠a̠ u̠gala d̠awa, ma̠ ola̠ awa ib̠a̠gha̠gha̠. Sa̠ awa na̠ epupura̠n ma̠a̠, “Eloghom abar onon na̠ a̠d̠ien ilologia̠n i̠nye̠n ka̠ ad̠u̠a d̠a̠ a̠ken eru?”
54 E, chegando à sua pátria, ensinava-os na sinagoga deles, de sorte que se maravilhavam, e diziam: De onde veio a este a sabedoria, e estas maravilhas?
55 “Onon O̠nyi̠ ta̠ o̠du̠gi̠ ma̠ i̠di̠ar bho̠ d̠o̠ ke̠re̠? Oweni d̠o̠yo̠ ubhelegi d̠o̠ ma̠ A̠meri ke̠re̠? Sa̠ a̠rumor d̠o̠yo̠ bha̠ A̠zemsi na̠ A̠zose̠fu̠ na̠ Asai̠mo̠n na̠ A̠zud d̠o̠ ke̠re̠?
55 Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e Judas?
56 Eb̠la̠ aru̠marani̠ d̠o̠yo̠ bo̠ na̠ i̠yar i̠se̠n ke̠re̠? O̠ku̠a ka̠ eb̠la̠ i̠nye̠n i̠d̠u̠a d̠a̠ a̠ken eru?”
56 E não estão entre nós todas as suas irmãs? De onde lhe veio, pois, tudo isto?
57 Sa̠ rologi d̠awa igurom d̠a̠ ebula̠ o̠yo̠.
57 E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, a não ser na sua pátria e na sua casa.
58 Ebula̠ agu̠o̠ awa od̠umom d̠o̠ bho̠, sa̠ i̠na ogir d̠o̠ ma̠ a̠d̠izo ilologia̠n i̠se̠.
58 E não fez ali muitas maravilhas, por causa da incredulidade deles.
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