Salmos 39

Luther 1912 (LUTH1912) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Ein Psalm Davids, vorzusingen, für Jeduthun.
1 Eu disse: Guardarei os meus caminhos para não delinquir com a minha língua; enfrearei a minha boca enquanto o ímpio estiver diante de mim.
2 Ich habe mir vorgesetzt: Ich will mich hüten, daß ich nicht sündige mit meiner Zunge. Ich will meinen Mund zäumen, weil ich muß den Gottlosen vor mir sehen.
2 Com o silêncio fiquei como mudo; calava-me mesmo acerca do bem; mas a minha dor se agravou.
3 Ich bin verstummt und still und schweige der Freuden und muß mein Leid in mich fressen.
3 Incendeu-se dentro de mim o meu coração; enquanto eu meditava se acendeu um fogo: então falei com a minha língua. Disse:
4 Mein Herz ist entbrannt in meinem Leibe, und wenn ich daran gedenke, werde ich entzündet; ich rede mit meiner Zunge.
4 Faze-me conhecer, Senhor , o meu fim, e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil.
5 Aber, HERR, lehre mich doch, daß es ein Ende mit mir haben muß und mein Leben ein Ziel hat und ich davon muß.
5 Eis que fizeste os meus dias como a palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade. (Selá)
6 Siehe, meiner Tage sind einer Hand breit bei dir, und mein Leben ist wie nichts vor dir. Wie gar nichts sind alle Menschen, die doch so sicher leben! (Sela.)
6 Na verdade, todo homem anda como uma sombra; na verdade, em vão se inquietam; amontoam riquezas e não sabem quem as levará.
7 Sie gehen daher wie ein Schemen
7 Agora, pois, Senhor, que espero eu? A minha esperança está em ti.
8 Nun, HERR, wes soll ich mich trösten? Ich hoffe auf dich.
8 Livra-me de todas as minhas transgressões; não me faças o opróbrio dos loucos.
9 Errette mich von aller meiner Sünde und laß mich nicht den Narren ein Spott werden.
9 Emudeci; não abro a minha boca, porquanto tu o fizeste.
10 Ich will schweigen und meinen Mund nicht auftun; denn du hast's getan.
10 Tira de sobre mim a tua praga; estou desfalecido pelo golpe da tua mão.
11 Wende deine Plage von mir; denn ich bin verschmachtet von der Strafe deiner Hand.
11 Se com repreensões castigas alguém, por causa da iniquidade, logo destróis, como traça, a sua beleza; de sorte que todo homem é vaidade. (Selá)
12 Wenn du einen züchtigst um der Sünde willen, so wird seine Schöne verzehrt wie von Motten. Ach wie gar nichts sind doch alle Menschen! (Sela.)
12 Ouve, Senhor , a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lágrimas, porque sou para contigo como um estranho, e peregrino como todos os meus pais.
13 Höre mein Gebet, HERR, und vernimm mein Schreien und schweige nicht über meine Tränen; denn ich bin dein Pilger und dein Bürger wie alle meine Väter.
13 Poupa-me, até que tome alento, antes que me vá e não seja mais.
14 Laß ab von mir, daß ich mich erquicke, ehe ich den hinfahre und nicht mehr hier sei.
14 — ausente —

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