Salmos 39

Luther 1912 (LUTH1912) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Ein Psalm Davids, vorzusingen, für Jeduthun.
1 Disse comigo mesmo: guardarei os meus caminhos, para não pecar com a língua; porei mordaça à minha boca, enquanto estiver na minha presença o ímpio.
2 Ich habe mir vorgesetzt: Ich will mich hüten, daß ich nicht sündige mit meiner Zunge. Ich will meinen Mund zäumen, weil ich muß den Gottlosen vor mir sehen.
2 Emudeci em silêncio, calei acerca do bem, e a minha dor se agravou.
3 Ich bin verstummt und still und schweige der Freuden und muß mein Leid in mich fressen.
3 Esbraseou-se-me no peito o coração; enquanto eu meditava, ateou-se o fogo; então, disse eu com a própria língua:
4 Mein Herz ist entbrannt in meinem Leibe, und wenn ich daran gedenke, werde ich entzündet; ich rede mit meiner Zunge.
4 Dá-me a conhecer, Senhor , o meu fim e qual a soma dos meus dias, para que eu reconheça a minha fragilidade.
5 Aber, HERR, lehre mich doch, daß es ein Ende mit mir haben muß und mein Leben ein Ziel hat und ich davon muß.
5 Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos; à tua presença, o prazo da minha vida é nada. Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade.
6 Siehe, meiner Tage sind einer Hand breit bei dir, und mein Leben ist wie nichts vor dir. Wie gar nichts sind alle Menschen, die doch so sicher leben! (Sela.)
6 Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta; amontoa tesouros e não sabe quem os levará.
7 Sie gehen daher wie ein Schemen
7 E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança.
8 Nun, HERR, wes soll ich mich trösten? Ich hoffe auf dich.
8 Livra-me de todas as minhas iniquidades; não me faças o opróbrio do insensato.
9 Errette mich von aller meiner Sünde und laß mich nicht den Narren ein Spott werden.
9 Emudeço, não abro os lábios porque tu fizeste isso.
10 Ich will schweigen und meinen Mund nicht auftun; denn du hast's getan.
10 Tira de sobre mim o teu flagelo; pelo golpe de tua mão, estou consumido.
11 Wende deine Plage von mir; denn ich bin verschmachtet von der Strafe deiner Hand.
11 Quando castigas o homem com repreensões, por causa da iniquidade, destróis nele, como traça, o que tem de precioso. Com efeito, todo homem é pura vaidade.
12 Wenn du einen züchtigst um der Sünde willen, so wird seine Schöne verzehrt wie von Motten. Ach wie gar nichts sind doch alle Menschen! (Sela.)
12 Ouve, Senhor , a minha oração, escuta-me quando grito por socorro; não te emudeças à vista de minhas lágrimas, porque sou forasteiro à tua presença, peregrino como todos os meus pais o foram.
13 Höre mein Gebet, HERR, und vernimm mein Schreien und schweige nicht über meine Tränen; denn ich bin dein Pilger und dein Bürger wie alle meine Väter.
13 Desvia de mim o olhar, para que eu tome alento, antes que eu passe e deixe de existir.
14 Laß ab von mir, daß ich mich erquicke, ehe ich den hinfahre und nicht mehr hier sei.
14 — ausente —

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