Lucas 15

Deuxu Rybe Tyyriti (KPJNT) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Idi nieru tarasadu mahãdu sõwemy tamy roholamy doide. Tule ijõ iny òrarudu mahãdu rehemynyre.
1 Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir.
2 Fariseu mahãdu, tule bede ywina erydu mahãdu kawesemy rarybere: —Kahãbu ibinare. Tii òrarudu mahãdu‑wana riroximyhỹre, iny iehehe‑wana.
2 E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles.
3 Idi Jesuisi rierynanyre ijyy‑di rawesenanyre.
3 Então, lhes propôs Jesus esta parábola:
4 Kaibohoõ òsana 100 budoeni ijõdire. Sohoji heka iy‑ribi iõre. Kai aõbo makre ijesemy? Kohe, iuhe, 99, birike bedero‑ki tahe biòryhyyke. Aõhe inatyhy? |src="HK005C.tif" size="span" copy="Horace Knowles ©The British & Foreign Bible Society, 1954, 1967, 1972, 1995." ref="Luka 15.4"
4 Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la?
5 Mahakre wana tahe eysamy atxikre. Tahe bidyke iuhe‑ò.
5 Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo.
6 Taheto‑ò rehemynyreu, tasỹ mahãdu‑ò tahe ritobinyre: —Wawana ini kỹny bedeysabedenyke. Wabudoeni‑ki rahara, iõreõ wahe.
6 E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.
7 Iwesetyhylemy taheka adee reerymahãre iny òrarudu mahãdumy. Iu sohoji iny rexirahĩkeki, biu‑ki deysana sõwemy rỹikre. Iny òbiti 99my tahe urihimyò biu‑ki deysana rỹikre.
7 Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.
8 Ijõ Jesuisi relyyre: —Hãwyyõ òsỹny womati ura nieru debòwiò dire. Sohoji iõre‑wana, tii riijeke inatyhy? Loosòna ritoonyre, iube riwysynyre, sõwemy riijeke ihyymy tahe tai rahara.
8 Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a procura diligentemente até encontrá-la?
9 Tii itxi reakreu, reysamy rỹira. Iu tasỹ mahãdu ritobinyre: —Wawana inihe bedeysabedenykre. Wanieru‑txi dokuri rahara.
9 E, tendo-a achado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido.
10 Jesuisi tahe ritỹnynyre: —Iwesetyhyle biu‑ki rare. Deuxu ỹju mahãdu reysamy roirenyre, sohoji òrarudu rexirahĩreu.
10 Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.
11 Ixyby tahe Jesuisi narybede: —Hãbuõ iriòre inatxire.
11 Continuou: Certo homem tinha dois filhos;
12 Tiutxumyta ihelỹỹna tyby‑ò rarybere: —Waha, ibutumy aõna aõna burukreu wadee rawahikre, wijile bidiwahinykre. Tyby tahe iaõna aõna jura tamy riwahinyre.
12 o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres.
13 Iriòre helỹỹna tahe ibutumy taaõna aõna‑di rare irehe‑ò, iwitxira bedehãwã‑ò. Tai aõbina binale riwinymyhỹre. Ibutumy tanieru tai rahure.
13 Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente.
14 Taaõwiwi rahu‑di ta, tai rama ibede mahãdu rahumyhỹre. Tii uritere reamyhỹ wahe.
14 Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade.
15 Tahe aõmysỹdỹỹnamy rarunyre. Hãwãduõ tahe taixỹniòwedỹỹdumy bede riywinyre taoworu‑ò.
15 Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos.
16 Tai rama risamy ta ixỹni rỹsỹna rỹsỹmy rexinohõtinyre. Tahe aõkõre.
16 Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada.
17 Kia tahe tõhõti deade. Kamy dexinohõtinyde: —Yla aõkõ waha aõmysỹdỹỹdu mahãdu irỹsỹnadireri iwana jiarỹ kaki rama warubudỹỹmyreri.
17 Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome!
18 Ixyby aròòsekre. Kamy Waha‑ò arexirybenymy: —Waha, Deuxuko‑ò ako‑ò rexiitxỹtenyre jiarỹ raòrarunyre wahe.
18 Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti;
19 Ariòre wese aõkõmy wadi mabeke, waitxỹte òraru‑ki. Aaõmysỹdỹỹdu mahãdu wese ta ararekre myỹ tii rõhõtiny.
19 já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores.
20 Tii tahe tyby heto‑ò rare. Irehemy nadeò, tyby tuu dobide. Idi rexiwobrunymy tamy raijaranyre iwehityhydỹỹmy.
20 E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou.
21 Tahe tii narybede: —Waha, Deuxuko‑ò, ako‑ò rexiitxỹtenyre jiarỹ, raòrarunyre wahe. Ariòre wese aõkõmy wadi mabeke, waitxỹte òraru‑ki.
21 E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.
22 Iule ta tyby teòdu mahãdu‑ò rarybere: —Wylemy tyywihikỹ tymyra‑di bityynybenyke. Debòõ tebò‑ò roikre. Waõ‑di rawanykre.
22 O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés;
23 Tasỹse broreni riòre dedi birubunybenyke. Idi rikiroxirenykemy rekeysarenykre dori.
23 trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos,
24 Wariòre dori rubu‑ribi wese rexixara. Ikõ‑ribi itxi ijara rỹira. Tahe rawobedesarenyre.
24 porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se.
25 Iwana ta iumydela tahetoreny‑ò dehemynymy nade taaõmysỹdỹỹna‑ribi. Tahe wobedesana‑ò roholamy.
25 Ora, o filho mais velho estivera no campo; e, quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças.
26 Tahe deòduõ‑ò narybede: —Aõhereriwe.
26 Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo.
27 Dirawyònyde: —Ahelỹỹna kie ròòsereri aõhe rotỹỹnyõhyylemy. Tai boo broreni rirubunyra.
27 E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde.
28 Iumydela tai reburere ròte deramy reare. Idi tyby tamy nade riròtenykemy.
28 Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo.
29 Tahe iriòre dirawyònyde: —Aõhe òhòkõ adee raaõmysỹdỹỹnymyhỹre. Ibutumy arybe retyhynymy watximahãre. Ihãreta budoeni wadee tewahinyõhyymyhỹte, waijoi mahãdu‑wana idi arexideysanykemy.
29 Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos;
30 Katahe ariòre urile aõnawiwi rahura wedena mahãdu‑wana. Ròòsemyta kai broreni riòrede tamy terubunyta.
30 vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado.
31 Tai tyby dirawyònyde: —Wariòre iny ratximyhỹre kiaremyta ibutumy waaõwiwi heka ahõrõle rare.
31 Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu.
32 Iny bedesarenymy heka kawese rewinyre, wadee awireki. Ahelỹỹna dori ruruwese‑ribi rexixara. Ikõ‑ribi itxi ijara rỹira. Tahe rawobedesarenyre.
32 Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.

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