Lucas 6

Kuturmi NT (KHJ_LIS) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Opyo awri uwuro Ayaudiya Iyesu kǝni ɔnɔ ʊmɛr ngɛ akasʊ wɔrɔ bi idɔɔ abya ogro, ɔnɔ ʊmɛr ngɛ kasu hywurha akywi ogro ekǝ wrem ikiri ngɛ asu ra.
1 E aconteceu que, num sábado, passou pelas searas, e os seus discípulos iam arrancando espigas e, esfregando-as com as mãos, as comiam.
2 Opyo Afarisiya ko gyurho, “Ikisi inyi kusa imisini isayo nɛmɛr ni ogro awri uwuro Ayaudiya?”
2 E alguns dos fariseus lhes disseram: Por que fazeis o que não é lícito fazer nos sábados?
3 Iyesu ko yoro mo kasani,
3 E Jesus, respondendo-lhes, disse: Nunca lestes o que fez Davi quando teve fome, ele e os que com ele estavam?
4 — ausente —
4 Como entrou na Casa de Deus, e tomou os pães da proposição, e os comeu, e deu também aos que estavam com ele, os quais não lhes era lícito comer, senão só aos sacerdotes?
5 Iyesu ka tanamo ni,
5 E dizia-lhes: O Filho do Homem é senhor até do sábado.
6 Bo opyo awri uwuro Ayaudiya Iyesu kakya owro utuno Ayaudiya kasu mɛr, opyo orokru sini avu amu raa rhie shoo burha.
6 E aconteceu também, em outro sábado, que entrou na sinagoga e estava ensinando; e havia ali um homem que tinha a mão direita mirrada.
7 Afarisiya kǝni avʊwa ʊmɛr ogro Imusa nuwo akʊ roo asu yara ngɛ, orong kii anu ma ɛkǝri arʊ ra avu ikrʊ ʊnʊng uwuro Ayaudiya aki imo kpin ngɛ ni ʊya.
7 E os escribas e fariseus atentavam nele, se o curaria no sábado, para acharem de que o acusar.
8 Iyesu kperhi ʊwɔrɔfomo ngɛ aka sani ɛkǝri arʊ ra avuni,Ekǝ shinɛ atiting burha.
8 Mas ele, conhecendo bem os seus pensamentos, disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te e fica em pé no meio. E, levantando-se ele, ficou em pé.
9 Iyesu ka sani ɔmɔ ni,
9 Então, Jesus lhes disse: Uma
10 Oko gyo ikra asu rongmo kukum, aka sani ɛkǝri arʊ ra avu ni,Aka naa, avuɔ kasa akrʊ kǝni ushoyo ba akywaa ni.
10 E, olhando para todos ao redor, disse ao homem: Estende a mão. E ele assim o fez, e a mão lhe foi restituída sã como a outra.
11 Ekǝri Afarisiya kǝni avuwa ʊmɛr ogro ka kung anang ngɛ nagang, oko sunomoo ʊpɛrɛ ni opyoomo ani ikimoyo imo nusa Iyesu ngɛ.
11 E ficaram cheios de furor, e uns com os outros conferenciavam sobre o que fariam a Jesus.
12 Upyu ʊnʊng bi idɔɔ awri dang Iyesu ka kyaa ʊsɔrhɔ Ʊnʊng ki aya ukro, aka kpara eting okokuro akʊ sɔrhɔ Ʊnʊng ngɛ.
12 E aconteceu que, naqueles dias, subiu ao monte a orar e passou a noite em oração a Deus.
13 Ni sini ikywa yeri aka yirha arʊ kroo ngɛ, ko woro arʊ atarhi na apari bi idɔɔmo aka yirhamɔni ɔnɔ ʊmɛr.
13 E, quando já era dia, chamou a si os seus discípulos, e escolheu doze deles, a quem também deu o nome de apóstolos:
14 Ʊpya atina ngɛ ni Isimon (arʊ sini ayirhi ngɛ ni Ibitrus), arupyaa Andirawus, Iyakubu, Iyohana, Ifilibus, Ibatalomi,
14 Simão, ao qual também chamou Pedro, e André, seu irmão; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu;
15 Imatiyu, Itoma, kǝni Iyakubu, (ɔnɔ Ihaifa), Isimon arʊ sini ani arʊ waa ibʊng ngɛ,
15 Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelote;
16 kǝni Iyahuda (ɔnɔ Iyakubu) kaba darha Iyahuda Iskariyoti (arʊ sini agbuni Iyesu ngɛ).
16 Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, que foi o traidor.
17 Iyesu kata shuro ngɛ kǝni ɔmɔ kaya atiting bi opyo owroo sini asi neterh, ɔnɔ ʊmɛr ngɛ kukum kǝni akai orokru bai kukum owro bi Iyahudiya, kǝni Urushelima, kǝni a marha Ibung Itaya kǝni Isidɔn arʊ sini ani bi onuo ugro ʊrɛ
17 E, descendo com eles, parou num lugar plano, e também um grande número de seus discípulos, e grande multidão do povo de toda a Judeia, e de Jerusalém, e da costa marítima de Tiro e de Sidom;
18 Abii awa ba kuwɔ epen ikrʊ bai idumo ededei sini iku wuremo. Arʊ sini ering ebebi kuwuremo ma epen ikrʊ.
18 os quais tinham vindo para o ouvir e serem curados das suas enfermidades, como também os atormentados dos espíritos imundos. E eram curados.
19 Kukum orokru kasu sunomo ngɛ ʊwaa ʊpya Iyesu ngɛ kii ikrʊ kusu kuno bai owroo kasu mamo ikrʊ kukum mo.
19 E toda a multidão procurava tocar-lhe, porque saía dele virtude que curava todos.
20 Oko kong ɔnɔ ʊmɛr ngɛ ikra ka sani,
20 E, levantando ele os olhos para os seus discípulos, dizia:
21 — ausente —
21 Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis fartos.
22 — ausente —
22 Bem-aventurados sereis quando os homens vos aborrecerem, e quando vos separarem, e vos injuriarem, e rejeitarem o vosso nome como mau, por causa do Filho do Homem.
23 — ausente —
23 Folgai nesse dia, exultai, porque é grande o vosso galardão no céu, pois assim faziam os seus pais aos profetas.
24 — ausente —
24 Mas ai de vós, ricos! Porque
25 — ausente —
25 Ai de vós, os que estais fartos, porque tereis fome!
26 — ausente —
26 Ai de vós quando todos os homens falarem bem de vós, porque assim faziam seus pais aos falsos profetas!
27 — ausente —
27 Mas a vós, que ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos aborrecem,
28 — ausente —
28 bendizei os que vos maldizem e orai pelos que vos caluniam.
29 — ausente —
29 Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra; e ao que te houver tirado a capa, nem a túnica recuses.
30 — ausente —
30 E dá a qualquer que te pedir; e ao que tomar o
31 — ausente —
31 E como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira fazei-lhes vós também.
32 — ausente —
32 E, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Também os pecadores amam aos que os amam.
33 — ausente —
33 E, se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que recompensa tereis? Também os pecadores fazem o mesmo.
34 — ausente —
34 E, se emprestardes
35 — ausente —
35 Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei o bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno
36 — ausente —
36 Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso.
37 — ausente —
37 Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão.
38 — ausente —
38 Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos darão; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo.
39 Iyesu ka tanamɔ ushosho wen
39 E disse-lhes uma parábola: Pode, porventura, um cego guiar outro cego? Não cairão ambos na cova?
40 — ausente —
40 O discípulo não é superior a seu mestre, mas todo o que for perfeito será como o seu mestre.
41 — ausente —
41 E por que atentas tu no argueiro que está no olho do teu irmão e não reparas na trave que está no teu próprio olho?
42 — ausente —
42 Ou como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o argueiro que está no teu olho, não atentando tu mesmo na trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.
43 — ausente —
43 Porque não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto.
44 — ausente —
44 Porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto; pois não se colhem figos dos espinheiros, nem se vindimam uvas dos abrolhos.
45 — ausente —
45 O homem bom, do bom tesouro do seu coração, tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração, tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca.
46 — ausente —
46 E por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo?
47 — ausente —
47 Qualquer que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante.
48 — ausente —
48 É semelhante ao homem que edificou uma casa, e cavou, e abriu bem fundo, e pôs os alicerces sobre rocha; e, vindo a enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa e não a pôde abalar, porque estava fundada sobre rocha.
49 — ausente —
49 Mas o que ouve e não pratica é semelhante ao homem que edificou uma casa sobre terra, sem alicerces, na qual bateu com ímpeto a corrente, e logo caiu; e foi grande a ruína daquela casa.

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