Daniel 4

Sech Hadròih (HRE) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Bùa Nê-bu-cat-nêt-xa am bàu thê dìq dŏng rìm jàn, rìm Diac, rìm bàu capoch, ŏi jàp crŏng taneh, doi: Waiq can catèm ŏi ti pì bàc tam!
1 O rei Nabucodonosor às pessoas de todos os povos, nações e línguas, que habitam em toda a terra: “Que a paz lhes seja multiplicada!
2 Au dìq jaq lem bùi anoi 'noh ca pì loq bìac halac ma Boc Plình yi ha'nhèq dŏng khoi broq ŏi jang ngìa au.
2 Pareceu-me bem tornar conhecidos os sinais e as maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo.”
3 Ôi! Bìac halac da Haq joq 'nàng càn caiq!
3 “Como são grandes os seus sinais, e como são poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino eterno, e o seu domínio se estende de geração em geração.”
4 Au, Nê-bu-cat-nêt-xa jah catèm wa jah padrŏng can ŏi ta hnem bùa au.
4 — Eu, Nabucodonosor, estava tranquilo em minha casa e feliz no meu palácio.
5 Jò cùi, au apô hnoq mòiq bìac broq ca au dìq jaq yùq crè. 'Bài bìac au apô hnoq jò cùi ta jùang, wa 'bài 'mù au ma apô hnoq broq ca au hlè lèt.
5 Tive um sonho que me espantou. Quando eu estava na minha cama, os pensamentos e as visões que passaram diante dos meus olhos me perturbaram.
6 'Màng aih, au am bàu thê 'ràng dìq dŏng 'bài thài rabiaq da Ba-bi-lôn trùh jang ngìa au, đòiq wì anoi paro apô au ma apô hnoq.
6 Por isso, expedi um decreto, ordenando que fossem trazidos à minha presença todos os sábios da Babilônia, para que me revelassem a interpretação do sonho.
7 Jò 'bài mangai amòng broq bìac halac, pajàu caxoiq, mangai Canđê wa pajàu ngan plình anoi 'noh bìac adroi trùh, au ta'mon bìac au apô hnoq ca wì haq, mahaq wì ùh jah anoi paro am ca au.
7 Então vieram os magos, os encantadores, os caldeus e os feiticeiros. Eu lhes contei o sonho, mas eles não puderam me revelar a sua interpretação.
8 Atìq dŏng, i Đa-ni-ên, creo ca haq Bên-te-sat-xa tiaq hiniq can kiac da au, haq jah i Yiang da Boc Plình hadròih ŏi ti haq, haq mùt yòng jang ngìa au. Au ta'mon ca haq bìac au ma apô hnoq, doi:
8 Por fim, apresentou-se Daniel, que é chamado de Beltessazar, em honra ao nome do meu deus. Ele tem o espírito dos santos deuses, e eu lhe contei o sonho, dizendo:
9 “Ô Bên-te-sat-xa, ìh mangai broq gàu dìq mangai amòng broq bìac halac, au loq Yiang da Boc Plình hadròih ŏi ta ìh, ùh i ca bìac jrùq hlèp leq jah broq xa ca ìh, 'màng aih anoi hlài ca au bìac au ma apô hnoq, wa anoi paro bìac apô aih beq.
9 “Beltessazar, chefe dos magos, eu sei que você tem o espírito dos santos deuses e que não há mistério que você não possa explicar. Vou lhe contar o sonho que eu tive, para que você me diga o que ele significa.
10 Cô bìac mahno loh ca au jò au ca'nùng cùi ta jùang: Au hnoq mòiq toq long hon ta'ne crŏng taneh, long ha'nhèq càn caiq crài crai.
10 Estas foram as visões que passaram diante dos meus olhos quando eu estava deitado na minha cama: eu estava olhando e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era enorme.
11 Long aih càn dêh; gŏi haq trùh ta plình; jàp crŏng taneh dìq hnoq long aih.
11 A árvore cresceu e se tornou forte, de maneira que a sua altura chegou até o céu; ela podia ser vista desde os confins da terra.
12 Hla lem, plì bàc, tàu broq dahwèq caq ca rìm ngè rìh i hihèm; ngè rôm ŏi ta yàp haq; chìm ŏi ta hamenh haq; rìm ngè rìh i hihèm nhò haq jah ban rìh.
12 A sua folhagem era bela, o seu fruto era abundante, e nela havia sustento para todos. Debaixo dela os animais selvagens achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos; e todos os seres vivos se alimentavam dela.
13 “Ta 'bài 'mù mahno 'noh ca au hnoq jò au cùi ta jùang, au hnoq i mòiq 'bình plình, 'bình plình hadròih aih loh enh plình.
13 No meu sonho, quando eu estava na minha cama, vi um vigilante, um santo, que descia do céu,
14 'Bình plình aih creo bàu dêh doi: ‘Cau đac long cô wa coh hamenh haq beq; coh dŏng hla wa rai đac plì haq jàp jìa beq; broq ca 'bài ngè rôm lam hangai ca yàp haq wa chìm loh khoi enh hamenh haq!
14 gritando em alta voz: ‘Derrubem a árvore, cortem os seus ramos, arranquem as folhas e espalhem os seus frutos. Espantem os animais que estão debaixo dela e as aves que fazem morada nos seus ramos.
15 Mahaq rong đòiq xèm wa riah haq ta taneh. Yŏc caxi mem wa caxi đùng càt haq ŏi ta'ne đùng nhat ta đùng tamang.
15 Mas o toco, com as raízes, deixem na terra, amarrado com correntes de ferro e de bronze, em meio à erva do campo. Que esse toco seja molhado pelo orvalho do céu, e que a parte que lhe cabe seja a erva da terra, junto com os animais.
16 Dŏih đac manoh mangai khoi ca haq, manoh mangai loh manoh ngè rôm ta tapèh hanam.
16 Que o coração dele seja mudado, para que não seja mais coração humano, e lhe seja dado coração de animal; e passem sobre ele sete tempos.
17 “ ‘Bàu thê cô nhò 'bài 'bình ja ma ngan gòm anoi 'noh; pajaq cô loh enh bàu 'bài 'bình ja ma hadròih, đòiq con mangai crŏng taneh jah loq Chuaq ma ha'nhèq dŏng wèq cwìang taneh Diac da con mangai; Haq enh am ca mangai leq wèq cwìang hi mac ca Haq. Haq jah yŏc mangai ma hamoq tŏc wèq cwìang, aih bìac da Haq.’
17 Esta sentença é por decreto dos vigilantes, e esta ordem é por mandado dos santos, para que os que vivem saibam que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens. Ele dá esse reino a quem quer, e põe sobre ele até o mais humilde dos homens.’”
18 “Au cô bùa Nê-bu-cat-nêt-xa, khoi apô hnoq bìac apô aih. 'Màng aih, ô Bên-te-sat-xa, ìh anoi paro ca au loq beq, ma jah 'màng aih dìq dŏng ca 'bài mangai ma rabiaq ta taneh Diac au ùh jah anoi paro ca au jah loq, mahaq ìh anoi jah, ma jah 'màng aih i Yiang da Boc Plình ma hadròih ŏi ti ìh.”
18 — Este foi o sonho que eu, rei Nabucodonosor, tive. Você, Beltessazar, diga a interpretação, porque todos os sábios do meu reino não puderam me revelar a interpretação. Mas eu sei que você pode, porque você tem o espírito dos santos deuses.
19 Manàiq Đa-ni-ên, hiniq haq Bên-te-sat-xa, pi jah capoch mòiq rahyàc, bìac apô wa bàu anoi paro bìac apô, aih broq ca haq manhài ta manoh. Bùa doi hòm: “Ô Bên-te-sat-xa paq đòiq bìac apô wa bàu anoi paro broq manhài manoh ìh.”
19 Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, ficou perplexo por algum tempo, e os seus pensamentos o perturbavam. Então o rei lhe disse: — Beltessazar, não deixe que o sonho ou a sua interpretação o perturbem. Beltessazar respondeu: — Meu senhor, quem dera o sonho fosse a respeito daqueles que o odeiam, e a sua interpretação se aplicasse aos seus inimigos!
20 Long bùa ma hnoq aih càn dêh, gŏi haq hlàng trùh plình, jàp haq dìq crŏng taneh ngan hnoq,
20 A árvore que o senhor viu, que cresceu e se tornou forte, cuja altura chegou até o céu, que foi vista por toda a terra,
21 hla haq lem, plì haq bàc, tàu ca 'bài ngè rìh i hihèm caq, ngè rôm ŏi ti yàp haq, wa chìm broq pù ta hamenh haq.
21 cuja folhagem era bela, cujo fruto era abundante, na qual havia sustento para todos, debaixo da qual os animais selvagens achavam sombra, e em cujos ramos as aves do céu faziam morada,
22 Ô bùa, long cô aih raq bùa. Bùa loh ca càn dêh wa can padrŏng; bìac càn dêh da bùa khoi tŏc ha'nhèq trùh plình, cwìang wèq cwìang da bùa jàp trùh nòi lùch da crŏng taneh.
22 aquela árvore é o senhor, ó rei, que cresceu e veio a ser forte. A sua grandeza, ó rei, cresceu e chega até o céu, e o seu domínio se estende até a extremidade da terra.
23 “Bìac bùa ma hnoq mòiq toq 'bình ja gòm ngan loh enh plình, 'bình ja hadròih enh plình doi: Cau wa raliang đac long beq, mahaq rong đòiq rangàu wa riah haq ta taneh, yŏc caxi mem wa caxi đùng càt haq ŏi ta'ne đùng nhat ta đùng tamang, đòiq haq hajàh diac ngom enh plình wa rìh pajùm ti ngè rôm ŏi ta đùng tamang ta tapèh hanam.”
23 Quanto ao vigilante ou santo que o rei viu, que descia do céu e que dizia: “Cortem e destruam a árvore, mas deixem o toco com as raízes na terra, amarrado com correntes de ferro e de bronze, em meio à erva do campo; que esse toco seja molhado pelo orvalho do céu, e que a parte que lhe cabe seja com os animais selvagens, até que passem sobre ele sete tempos”,
24 “Ô bùa, cô bàu anoi paro, wa bàu thê da Boc Plình ma yi ha'nhèq dŏng, 'noh trùh ca bùa da au:
24 esta é a interpretação, ó rei, e este é o decreto do Altíssimo, que virá contra meu senhor, o rei:
25 Bùa jah 'bìq dèh jàn hnan 'noh đac loh khoi dèh ca hnem wa rìh pajùm ti 'bài ngè rôm ta gùng. Bùa 'bìq ep phai caq nhat troi 'bo wa hajàh ca diac ngom enh plình tapèh hanam trùh jò bùa canao loq ca Boc Plình ma ha'nhèq dŏng wèq cwìang rìm Diac. Haq enh am ca cabô wèq cwìang hi mac ca Haq.
25 o senhor será expulso do meio das pessoas, e a sua morada será com os animais selvagens; o senhor comerá capim como os bois, e será molhado pelo orvalho do céu; e passarão sete tempos, até que o senhor, ó rei, reconheça que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos do mundo e os dá a quem ele quer.
26 Bàu thê rong đòiq rangàu da riah haq, aih trùh jò bùa khoi canao loq ca Boc Plình enh plình ma wèq cwìang dìq dŏng, èh Diac bùa jah hlài da bùa.
26 Quanto ao que foi dito, que se deixasse o toco da árvore com as suas raízes, isto significa que o seu reino voltará a ser seu, depois que o senhor tiver reconhecido que o Céu domina.
27 Taiq 'màng aih, ô bùa, xìn tamàng bàu au pariaq bùa, cađac tôiq lôi èh broq trong ta-atoq beq, xa-ŏch ca 'bài mangai pa, đòiq jah claih ca bìac ngang dù. 'Màng aih èh bìac catèm bùa jah ŏi i yi dùnh tam hòm.”
27 Portanto, ó rei, aceite o meu conselho: abandone os seus pecados, praticando a justiça, e acabe com as suas iniquidades, usando de misericórdia para com os pobres; assim talvez a sua tranquilidade se prolongue.
28 Rìm bìac aih dìq jah trùh ca bùa Nê-bu-cat-nêt-xa.
28 Tudo isso, de fato, aconteceu com o rei Nabucodonosor.
29 Hanam atìq, jò bùa lam ba'yàt ti crŏng hnem bùa Ba-bi-lôn,
29 Passados doze meses, quando estava passeando no terraço do palácio real da cidade da Babilônia,
30 bùa doi: “Cô ma ùh xài Ba-bi-lôn càn caiq ma au khoi broq, xam cwìang ha'nhèq da au, đòiq broq nòi ŏi ca au, pa'noh bìac cwìang itai wa can 'ngah 'ngai da au 'mòh?”
30 o rei disse: — Não é esta a grande Babilônia que eu construí para a casa real, com o meu grandioso poder e para glória da minha majestade?
31 Bùa capoch 'nhòq dìq, èh i bàu capoch 'noh enh plình doi: “Ô bùa Nê-bu-cat-nêt-xa, cô bàu doi ca ìh loq, pàng cô cwìang broq bùa khoi loh khoi ca ìh.
31 Enquanto o rei ainda falava, veio uma voz do céu, que disse: — A você, rei Nabucodonosor, se anuncia o seguinte: Este reino lhe foi tirado.
32 Ìh 'bìq hnan đac loh khoi enh con mangai, lam ŏi ti 'bài ngè rôm ta gùng; ep caq nhat troi 'bo tapèh hanam, trùh jò ìh canao loq ca Boc Plình ma enh 'nhèq dìq dŏng, Haq wèq cwìang rìm Diac, rìm con mangai; Haq am ca cabô wèq cwìang hi mac ca Haq.”
32 Você será expulso do meio das pessoas, e a sua morada será com os animais selvagens; você comerá capim como os bois, e passarão sete tempos, até que você reconheça que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos do mundo e os dá a quem ele quer.
33 Tajòi 'mòi jò aih raq, bàu capoch aih jah trùh ca bùa Nê-bu-cat-nêt-xa. Bùa 'bìq hnan đac loh khoi ca con mangai, caq nhat troi 'bo; chac bùa hajàh diac ngom, trùh jò xàc bùa hon tìah ca xàc cliang, ca'niah tì ca'niah jènh tìah ca ca'niah chìm.
33 No mesmo instante, se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor. Ele foi expulso do meio das pessoas e começou a comer capim como os bois. O seu corpo foi molhado pelo orvalho do céu, até que lhe cresceram os cabelos como as penas da águia, e as suas unhas, como as garras das aves.
34 Trùh jò dìq ca 'bài hì aih, au, Nê-bu-cat-nêt-xa, 'ngoc ngan ta plình, au i hlài bìac hèm loq, au manè pôi Boc Plình ma ha'nhèq dìq dŏng.
34 — Mas ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, e recuperei o entendimento. Então eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei aquele que vive para sempre: “O seu domínio é eterno, e o seu reino se estende de geração em geração.
35 Enh ngìa ca Haq dìq dŏng con mangai crŏng taneh
35 Todos os moradores da terra são considerados como nada, e o Altíssimo faz o que quer com o exército do céu e com os moradores da terra. Não há quem possa deter a sua mão, nem questionar o que ele faz.”
36 Ta jò aih, au i hlài bìac hèm loq, au jah hlài can 'ngah 'ngai da Diac au, can rahù xreo 'ngah hlài ca au. 'Bài mangai tah bàu wa 'bài mangai gù craq yòng hlài jang ngìa au. Au jah tŏc wèq hlài cwìang taneh Diac, wa yi rahù tam.
36 — Nesse tempo, recuperei o entendimento e, para a dignidade do meu reino, recuperei também a minha majestade e o meu resplendor. Os meus conselheiros e os homens importantes vieram me procurar, fui restabelecido no meu reino, e a minha grandeza se tornou ainda maior.
37 'Màng aih manàiq cô, au, Nê-bu-cat-nêt-xa calêu, manè padèch Bùa Diac Plình; Ma jah 'màng aih rìm bìac da Haq dìq lem jang, 'bài trong da Haq dìq ta-atoq; Mangai leq cadiang lam tiaq trong loq catèh, Haq jah paha'neq.
37 Agora eu, Nabucodonosor, louvo, engrandeço e glorifico o Rei do céu, porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos são justos. Ele tem poder para humilhar os orgulhosos.

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