Daniel 4

Sech Hadròih (HRE) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Bùa Nê-bu-cat-nêt-xa am bàu thê dìq dŏng rìm jàn, rìm Diac, rìm bàu capoch, ŏi jàp crŏng taneh, doi: Waiq can catèm ŏi ti pì bàc tam!
1 Nabucodonosor, rei, a todos os povos, nações e línguas que moram em toda a terra: Paz vos seja multiplicada!
2 Au dìq jaq lem bùi anoi 'noh ca pì loq bìac halac ma Boc Plình yi ha'nhèq dŏng khoi broq ŏi jang ngìa au.
2 Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo.
3 Ôi! Bìac halac da Haq joq 'nàng càn caiq!
3 Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas, as suas maravilhas! O seu reino é um reino sempiterno, e o seu domínio, de geração em geração.
4 Au, Nê-bu-cat-nêt-xa jah catèm wa jah padrŏng can ŏi ta hnem bùa au.
4 Eu, Nabucodonosor, estava sossegado em minha casa e florescente no meu palácio.
5 Jò cùi, au apô hnoq mòiq bìac broq ca au dìq jaq yùq crè. 'Bài bìac au apô hnoq jò cùi ta jùang, wa 'bài 'mù au ma apô hnoq broq ca au hlè lèt.
5 Tive um sonho, que me espantou; e as imaginações na minha cama e as visões da minha cabeça me turbaram.
6 'Màng aih, au am bàu thê 'ràng dìq dŏng 'bài thài rabiaq da Ba-bi-lôn trùh jang ngìa au, đòiq wì anoi paro apô au ma apô hnoq.
6 Por mim, pois, se fez um decreto, pelo qual fossem introduzidos à minha presença todos os sábios de Babilônia, para que me fizessem saber a interpretação do sonho.
7 Jò 'bài mangai amòng broq bìac halac, pajàu caxoiq, mangai Canđê wa pajàu ngan plình anoi 'noh bìac adroi trùh, au ta'mon bìac au apô hnoq ca wì haq, mahaq wì ùh jah anoi paro am ca au.
7 Então, entraram os magos, os astrólogos, os caldeus e os adivinhadores, e eu contei o sonho diante deles; mas não me fizeram saber a sua interpretação.
8 Atìq dŏng, i Đa-ni-ên, creo ca haq Bên-te-sat-xa tiaq hiniq can kiac da au, haq jah i Yiang da Boc Plình hadròih ŏi ti haq, haq mùt yòng jang ngìa au. Au ta'mon ca haq bìac au ma apô hnoq, doi:
8 Mas, por fim, entrou na minha presença Daniel, cujo nome é Beltessazar, segundo o nome do meu deus, e no qual há o espírito dos deuses santos; e eu contei o sonho diante dele:
9 “Ô Bên-te-sat-xa, ìh mangai broq gàu dìq mangai amòng broq bìac halac, au loq Yiang da Boc Plình hadròih ŏi ta ìh, ùh i ca bìac jrùq hlèp leq jah broq xa ca ìh, 'màng aih anoi hlài ca au bìac au ma apô hnoq, wa anoi paro bìac apô aih beq.
9 Beltessazar, príncipe dos magos, eu sei que há em ti o espírito dos deuses santos, e nenhum segredo te é difícil; dize-me as visões do meu sonho que tive e a sua interpretação.
10 Cô bìac mahno loh ca au jò au ca'nùng cùi ta jùang: Au hnoq mòiq toq long hon ta'ne crŏng taneh, long ha'nhèq càn caiq crài crai.
10 Eram assim as visões da minha cabeça, na minha cama: eu estava olhando e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era grande;
11 Long aih càn dêh; gŏi haq trùh ta plình; jàp crŏng taneh dìq hnoq long aih.
11 crescia essa árvore e se fazia forte, de maneira que a sua altura chegava até ao céu; e foi vista até aos confins da terra.
12 Hla lem, plì bàc, tàu broq dahwèq caq ca rìm ngè rìh i hihèm; ngè rôm ŏi ta yàp haq; chìm ŏi ta hamenh haq; rìm ngè rìh i hihèm nhò haq jah ban rìh.
12 A sua folhagem era formosa, e o seu fruto, abundante, e havia nela sustento para todos; debaixo dela, os animais do campo achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e toda carne se mantinha dela.
13 “Ta 'bài 'mù mahno 'noh ca au hnoq jò au cùi ta jùang, au hnoq i mòiq 'bình plình, 'bình plình hadròih aih loh enh plình.
13 Estava vendo isso nas visões da minha cabeça, na minha cama; e eis que um vigia, um santo, descia do céu,
14 'Bình plình aih creo bàu dêh doi: ‘Cau đac long cô wa coh hamenh haq beq; coh dŏng hla wa rai đac plì haq jàp jìa beq; broq ca 'bài ngè rôm lam hangai ca yàp haq wa chìm loh khoi enh hamenh haq!
14 clamando fortemente e dizendo assim: Derribai a árvore, e cortai-lhe os ramos, e sacudi as suas folhas, e espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela e as aves dos seus ramos.
15 Mahaq rong đòiq xèm wa riah haq ta taneh. Yŏc caxi mem wa caxi đùng càt haq ŏi ta'ne đùng nhat ta đùng tamang.
15 Mas o tronco, com as suas raízes, deixai na terra e, com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais na grama da terra.
16 Dŏih đac manoh mangai khoi ca haq, manoh mangai loh manoh ngè rôm ta tapèh hanam.
16 Seja mudado o seu coração, para que não seja mais coração de homem, e seja-lhe dado coração de animal; e passem sobre ele sete tempos.
17 “ ‘Bàu thê cô nhò 'bài 'bình ja ma ngan gòm anoi 'noh; pajaq cô loh enh bàu 'bài 'bình ja ma hadròih, đòiq con mangai crŏng taneh jah loq Chuaq ma ha'nhèq dŏng wèq cwìang taneh Diac da con mangai; Haq enh am ca mangai leq wèq cwìang hi mac ca Haq. Haq jah yŏc mangai ma hamoq tŏc wèq cwìang, aih bìac da Haq.’
17 Esta sentença é por decreto dos vigiadores, e esta ordem, por mandado dos santos; a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens; e os dá a quem quer e até ao mais baixo dos homens constitui sobre eles.
18 “Au cô bùa Nê-bu-cat-nêt-xa, khoi apô hnoq bìac apô aih. 'Màng aih, ô Bên-te-sat-xa, ìh anoi paro ca au loq beq, ma jah 'màng aih dìq dŏng ca 'bài mangai ma rabiaq ta taneh Diac au ùh jah anoi paro ca au jah loq, mahaq ìh anoi jah, ma jah 'màng aih i Yiang da Boc Plình ma hadròih ŏi ti ìh.”
18 Isso em sonho eu, rei Nabucodonosor, vi; tu, pois, Beltessazar, dize a interpretação; todos os sábios do meu reino não puderam fazer-me saber a interpretação, mas tu podes; pois há em ti o espírito dos deuses santos.
19 Manàiq Đa-ni-ên, hiniq haq Bên-te-sat-xa, pi jah capoch mòiq rahyàc, bìac apô wa bàu anoi paro bìac apô, aih broq ca haq manhài ta manoh. Bùa doi hòm: “Ô Bên-te-sat-xa paq đòiq bìac apô wa bàu anoi paro broq manhài manoh ìh.”
19 Então, Daniel, cujo nome era Beltessazar, esteve atônito quase uma hora, e os seus pensamentos o turbavam; falou, pois, o rei e disse: Beltessazar, não te espante o sonho, nem a sua interpretação. Respondeu Beltessazar e disse: Senhor meu, o sonho seja contra os que te têm ódio, e a sua interpretação, para os teus inimigos.
20 Long bùa ma hnoq aih càn dêh, gŏi haq hlàng trùh plình, jàp haq dìq crŏng taneh ngan hnoq,
20 A árvore que viste, que cresceu e se fez forte, cuja altura chegava até ao céu, e que foi vista por toda a terra;
21 hla haq lem, plì haq bàc, tàu ca 'bài ngè rìh i hihèm caq, ngè rôm ŏi ti yàp haq, wa chìm broq pù ta hamenh haq.
21 cujas folhas eram formosas, e o seu fruto, abundante, e em que para todos havia mantimento; debaixo da qual moravam os animais do campo, e em cujos ramos habitavam as aves do céu,
22 Ô bùa, long cô aih raq bùa. Bùa loh ca càn dêh wa can padrŏng; bìac càn dêh da bùa khoi tŏc ha'nhèq trùh plình, cwìang wèq cwìang da bùa jàp trùh nòi lùch da crŏng taneh.
22 és tu, ó rei, que cresceste e te fizeste forte; a tua grandeza cresceu e chegou até ao céu, e o teu domínio, até à extremidade da terra.
23 “Bìac bùa ma hnoq mòiq toq 'bình ja gòm ngan loh enh plình, 'bình ja hadròih enh plình doi: Cau wa raliang đac long beq, mahaq rong đòiq rangàu wa riah haq ta taneh, yŏc caxi mem wa caxi đùng càt haq ŏi ta'ne đùng nhat ta đùng tamang, đòiq haq hajàh diac ngom enh plình wa rìh pajùm ti ngè rôm ŏi ta đùng tamang ta tapèh hanam.”
23 E, quanto ao que viu o rei, um vigia, um santo, que descia do céu e que dizia: Cortai a árvore e destruí-a, mas o tronco, com as suas raízes, deixai na terra e, com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais do campo, até que passem sobre ele sete tempos,
24 “Ô bùa, cô bàu anoi paro, wa bàu thê da Boc Plình ma yi ha'nhèq dŏng, 'noh trùh ca bùa da au:
24 esta é a interpretação, ó rei; e este é o decreto do Altíssimo, que virá sobre o rei, meu senhor:
25 Bùa jah 'bìq dèh jàn hnan 'noh đac loh khoi dèh ca hnem wa rìh pajùm ti 'bài ngè rôm ta gùng. Bùa 'bìq ep phai caq nhat troi 'bo wa hajàh ca diac ngom enh plình tapèh hanam trùh jò bùa canao loq ca Boc Plình ma ha'nhèq dŏng wèq cwìang rìm Diac. Haq enh am ca cabô wèq cwìang hi mac ca Haq.
25 serás tirado de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e te farão comer erva como os bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de ti, até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer.
26 Bàu thê rong đòiq rangàu da riah haq, aih trùh jò bùa khoi canao loq ca Boc Plình enh plình ma wèq cwìang dìq dŏng, èh Diac bùa jah hlài da bùa.
26 E, quanto ao que foi dito, que deixassem o tronco com as raízes da árvore, o teu reino voltará para ti, depois que tiveres conhecido que o céu reina.
27 Taiq 'màng aih, ô bùa, xìn tamàng bàu au pariaq bùa, cađac tôiq lôi èh broq trong ta-atoq beq, xa-ŏch ca 'bài mangai pa, đòiq jah claih ca bìac ngang dù. 'Màng aih èh bìac catèm bùa jah ŏi i yi dùnh tam hòm.”
27 Portanto, ó rei, aceita o meu conselho e desfaze os teus pecados pela justiça e as tuas iniquidades, usando de misericórdia para com os pobres, e talvez se prolongue a tua tranquilidade.
28 Rìm bìac aih dìq jah trùh ca bùa Nê-bu-cat-nêt-xa.
28 Todas essas coisas vieram sobre o rei Nabucodonosor.
29 Hanam atìq, jò bùa lam ba'yàt ti crŏng hnem bùa Ba-bi-lôn,
29 Ao cabo de doze meses, andando a passear sobre o palácio real de Babilônia,
30 bùa doi: “Cô ma ùh xài Ba-bi-lôn càn caiq ma au khoi broq, xam cwìang ha'nhèq da au, đòiq broq nòi ŏi ca au, pa'noh bìac cwìang itai wa can 'ngah 'ngai da au 'mòh?”
30 falou o rei e disse: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder e para glória da minha magnificência?
31 Bùa capoch 'nhòq dìq, èh i bàu capoch 'noh enh plình doi: “Ô bùa Nê-bu-cat-nêt-xa, cô bàu doi ca ìh loq, pàng cô cwìang broq bùa khoi loh khoi ca ìh.
31 Ainda estava a palavra na boca do rei, quando caiu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Passou de ti o reino.
32 Ìh 'bìq hnan đac loh khoi enh con mangai, lam ŏi ti 'bài ngè rôm ta gùng; ep caq nhat troi 'bo tapèh hanam, trùh jò ìh canao loq ca Boc Plình ma enh 'nhèq dìq dŏng, Haq wèq cwìang rìm Diac, rìm con mangai; Haq am ca cabô wèq cwìang hi mac ca Haq.”
32 E serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens e os dá a quem quer.
33 Tajòi 'mòi jò aih raq, bàu capoch aih jah trùh ca bùa Nê-bu-cat-nêt-xa. Bùa 'bìq hnan đac loh khoi ca con mangai, caq nhat troi 'bo; chac bùa hajàh diac ngom, trùh jò xàc bùa hon tìah ca xàc cliang, ca'niah tì ca'niah jènh tìah ca ca'niah chìm.
33 Na mesma hora, se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu pelo, como as penas da águia, e as suas unhas, como as das aves.
34 Trùh jò dìq ca 'bài hì aih, au, Nê-bu-cat-nêt-xa, 'ngoc ngan ta plình, au i hlài bìac hèm loq, au manè pôi Boc Plình ma ha'nhèq dìq dŏng.
34 Mas, ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor, levantei os meus olhos ao céu, e tornou-me a vir o meu entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei, e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração.
35 Enh ngìa ca Haq dìq dŏng con mangai crŏng taneh
35 E todos os moradores da terra são reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão e lhe diga: Que fazes?
36 Ta jò aih, au i hlài bìac hèm loq, au jah hlài can 'ngah 'ngai da Diac au, can rahù xreo 'ngah hlài ca au. 'Bài mangai tah bàu wa 'bài mangai gù craq yòng hlài jang ngìa au. Au jah tŏc wèq hlài cwìang taneh Diac, wa yi rahù tam.
36 No mesmo tempo, me tornou a vir o meu entendimento, e para a dignidade do meu reino tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; e me buscaram os meus capitães e os meus grandes; e fui restabelecido no meu reino, e a minha glória foi aumentada.
37 'Màng aih manàiq cô, au, Nê-bu-cat-nêt-xa calêu, manè padèch Bùa Diac Plình; Ma jah 'màng aih rìm bìac da Haq dìq lem jang, 'bài trong da Haq dìq ta-atoq; Mangai leq cadiang lam tiaq trong loq catèh, Haq jah paha'neq.
37 Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalço, e glorifico ao Rei dos céus; porque todas as suas obras são verdades; e os seus caminhos, juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba.

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