Ezequiel 27

Parnai Yiang Sursĩ - Kinh Thánh tiếng Bru (BRU) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 Yiang Sursĩ atỡng cứq neq:
1 E veio a mim a palavra do Senhor , dizendo:
2 “Con cũai ơi! Cóq mới ũat cansái tanúh yỗn vil Ti-rơ tamứng,
2 Tu, pois, ó filho do homem, levanta uma lamentação sobre Tiro.
3 la vil toâr cheq pứh dỡq mưt cớp dốq chếq chỡng cớp máh cũai mpễr pứh dỡq mưt ki tễ dũ ntốq. Cóq mới atỡng tễ santoiq Yiang Sursĩ Ncháu Nheq Tữh Cũai pai chóq vil Ti-rơ neq:
3 E dize a Tiro, que habita nas estradas do mar e negocia com os povos em muitas ilhas: Assim diz o Senhor Jeová : Ó Tiro, tu dizes: Eu sou perfeita em formosura.
4 Dống anhia ỡt tâng cloong dỡq mưt la‑a mữt-mữ;
4 No coração dos mares estão os teus termos; os que te edificaram aperfeiçoaram a tua formosura.
5 Máh pian tuoc ki alới táq toâq aluang sango tễ cóh Her-môn,
5 Fabricaram todos os teus conveses de faias de Senir; trouxeram cedros do Líbano para fazerem mastros para ti.
6 Alới ĩt aluang ỗc tễ cruang Basan táq sarva voah,
6 Fizeram os teus remos de carvalhos de Basã; a companhia dos assírios fez os teus bancos de marfim das ilhas dos quiteus.
7 Aroâiq noau yoang yỗn tuoc têq pỡq,
7 Linho fino bordado do Egito era a tua cortina, para te servir de vela; azul e púrpura das ilhas de Elisá eram a tua cobertura.
8 Máh cũai voah tuoc, ki toâq tễ vil Sadôn cớp tễ vil Ar-vat.
8 Os moradores de Sidom e de Arvade foram os teus remeiros; os teus sábios, ó Tiro, que se achavam em ti, esses foram os teus pilotos.
9 Tỗp cũai chiang táq tuoc, alới ki toâq tễ vil Kê-bal.
9 Os anciãos de Gebal e seus sábios foram em ti os que consertavam as tuas fendas; todos os navios do mar e os marinheiros se acharam em ti, para tratarem dos teus negócios.
10 “Máh tahan tễ cruang Pơ-sia, cruang Li-dia, cớp cruang Li-bia, mut cỡt tahan tâng tỗp tahan anhia. Alới abác khễl cớp muoc tac tâng ntốq anhia ỡt. Alới la tahan ca táq yỗn anhia bữn ramứh ranoâng parchia.
10 Os persas, e os lídios, e os de Pute eram, no teu exército, os teus soldados; escudos e capacetes penduraram em ti; eles fizeram a tua beleza.
11 Tỗp tahan tễ vil Ar-vat bữn mpỗl kĩaq ngoah toong viang vil anhia, cớp tỗp tahan tễ Camat ỡt kĩaq máh ngôl kĩaq vil anhia. Alới abác máh khễl alới tâng viang vil anhia. Alới ki táq yỗn vil anhia cỡt nêuq o.
11 Os filhos de Arvade e o teu exército estavam sobre os teus muros em redor, e os gamaditas, sobre as tuas torres; penduravam os seus escudos nos teus muros em redor; eles aperfeiçoavam a tua formosura.
12 “Anhia khoiq chếq chỡng cớp cruang Tar-sit, cớp alới ĩt práq, tac, lapan, cớp trac rapĩen máh crơng crớu anhia.
12 Társis negociava contigo, por causa da abundância de toda casta de fazenda; com prata, ferro, estanho e chumbo negociavam em tuas feiras.
13 Anhia khoiq chếq chỡng tâng cruang Créc, cruang Tubal, cớp cruang Mê-siec; alới ki bữn cũai sũl cớp máh crơng radỡng sapoan dŏq ralêq cớp máh crơng crớu anhia.
13 Javã, Tubal e Meseque eram teus mercadores; com escravos e objetos de bronze fizeram negócios contigo.
14 Anhia chếq máh crơng crớu anhia, chơ chỡng aséh dŏq táq ranáq, aséh rachíl, cớp aséh lai tễ vil Bet Tô-cama.
14 Das casas de Togarma traziam às tuas feiras cavalos, e cavaleiros, e machos.
15 Cũai proai tễ vil De-dan khoiq chếq chỡng cớp anhia, cớp cũai proai sa‑ữi cruang mpễr tor dỡq mưt ĩt paluac achĩang cớp aluang ramứh ê-bani rapĩen cớp máh crơng crớu anhia.
15 Os filhos de Dedã eram os teus mercadores; muitas ilhas eram o mercado da tua mão; dentes de marfim e madeira preta tornavam a dar-te em presente.
16 Cũai proai Si-ri khoiq chỡng sa‑ữi crơng tễ anhia, dếh crơng anhia táq bữm; alới ĩt tamáu moat ramứh samar-danô, aroâiq santứm ễng, aroâiq khoiq noau chún, aroâiq busín o lứq, tamáu o tễ dỡq mưt, cớp máh tamáu moat ramứh rubi dŏq rapĩen cớp máh crơng crớu anhia.
16 A Síria negociava contigo por causa da multidão das tuas obras; esmeralda, e púrpura, e obra bordada, e seda, e corais, e cristais traziam às tuas feiras.
17 Cruang Yuda cớp cruang I-sarel khoiq chếq chỡng cớp vil anhia. Alới dững saro mi, dỡq khĩal, dỡq nsễng o‑li‑vê, cớp máh crơng phuom hỡ dŏq rapĩen cớp crơng crớu anhia.
17 Judá e a terra de Israel eram os teus mercadores; com o trigo de Minite, e confeitos, e mel, e azeite, e bálsamo fizeram negócios contigo.
18 — ausente —
18 Damasco negociava contigo, por causa da multidão das tuas obras, por causa da multidão de toda sorte de fazenda, com vinho de Helbom e lã branca.
19 — ausente —
19 Também Dã e Javã, o caminhante, traficavam nas tuas feiras; ferro polido, casca e cana aromática entravam no teu negócio.
20 Cũai tễ cruang De-dan ĩt aroâiq sữn racu tâng cloong aséh rapĩen cớp crơng anhia.
20 Dedã negociava contigo com panos preciosos para carros.
21 Tỗp Arap cớp máh cũai sốt tâng cruang Kê-da dững máh charán cữu cớt, cữu toâr, cớp mbễq dŏq rapĩen cớp máh crơng anhia.
21 Arábia e todos os príncipes de Quedar, eram eles os mercadores de tua mão, com cordeiros, e carneiros, e bodes; nessas coisas negociavam contigo.
22 Máh cũai chếq chỡng tễ vil Sê-ba cớp vil Ramah, dững máh tamáu moat, yễng, cớp máh crơng phuom rapĩen cớp crơng anhia.
22 Os mercadores de Sabá e Raamá, eram eles os teus mercadores; em todos os mais refinados aromas, e em toda pedra preciosa, e em ouro negociavam nas tuas feiras.
23 Máh cũai chếq chỡng tễ vil Haran, vil Caneh, cớp vil Ê-dên, dếh cũai tễ vil Sê-ba, vil Asur, cớp vil Khil-mat, nheq tữh alới ki chếq chỡng cớp anhia.
23 Harã, e Cane, e Éden, os mercadores de Sabá, Assur e Quilmade negociavam contigo.
24 Alới chếq tampâc ra‑ỗt, aroâiq santứm ễng, aroâiq khoiq chún, aroâiq noau sữn tâng tapang santứm o, samữ, cớp panũar khâm lứq.
24 Estes eram teus mercadores em toda sorte de mercadorias, em fardos de jacinto e de bordados, e em cofres de roupas preciosas, amarrados com cordas e feitos de cedro.
25 Anhia patiang crơng tâng máh tuoc toâr lứq dŏq chếq yỗn cũai canŏ́h. Anhia la samoât riang muoi lám tuoc toâr patiang máh crơng ntâng lứq tâng cloong dỡq mưt,
25 Os navios de Társis eram as tuas caravanas, por causa do teu negócio; e te encheste e te glorificaste muito no meio dos mares.
26 Toâq máh cũai voah tuoc anhia dững tuoc anhia loŏh yơng tễ pứh, bữn cuyal toâq tễ coah angia mandang loŏh phát ploaq tuoc anhia toau cỡt pacháh.
26 Os teus remeiros te conduziram sobre grandes águas; o vento oriental te quebrantou no meio dos mares.
27 Nheq tữh mun anhia, crơng anhia dững chếq, máh cũai dững tuoc, máh cũai chiang táq aluang, máh cũai chếq chỡng, cớp máh tahan anhia, nheq tữh ramứh nâi cỡt pứt nheq tâng dỡq mưt toâq tuoc anhia pacháh.
27 As tuas fazendas, as tuas feiras, o teu negócio, os teus marinheiros, os teus pilotos, os que consertavam as tuas fendas, os que faziam os teus negócios e todos os teus soldados, que estão em ti, juntamente com toda a tua congregação, que está no meio de ti, cairão no meio dos mares no dia da tua queda.
28 Sưong cũai cheq ễ dớp tâng dỡq mưt casang canuang toâq pỡ dũ ntốq mpễr dỡq mưt.
28 Ao estrondo da gritaria dos teus pilotos tremerão os arrabaldes.
29 “Sanua, dũ náq cũai ca ỡt tâng tuoc canŏ́h, alới catiang táh mpỗl alới, cớp máh cũai dững tuoc tayứng nheq tâng pứh.
29 E todos os que pegam no remo, os marinheiros, e todos os pilotos do mar descerão de seus navios e na terra pararão.
30 Alới tanúh yỗn anhia cớp sâng ngua lứq, alới ĩt phốn cutễq chóq tâng plỡ, cớp luliac u‑al tâng bŏ́h hỡ.
30 E farão ouvir a sua voz sobre ti, e gritarão amargamente, e lançarão pó sobre a cabeça, e na cinza se revolverão.
31 Alới cũah sóc plỡ cớp tâc tampâc tanúh cỗ tễ anhia. Alới nhiam nhit, cỗ mứt pahỡm alới sâng túh ngua lứq; yuaq ngkíq alới ỡt cuclỗiq cucling.
31 E se farão inteiramente calvos por tua causa, e se cingirão de panos de saco, e chorarão sobre ti com amargura de alma, com amarga lamentação.
32 Alới aruai cansái tanúh cuclỗiq cucling neq: ‘Noau têq tarlĩ yỗn li cớp vil Ti-rơ?’ Sanua vil ki khoiq cloâm tâng dỡq mưt chơ.
32 E levantarão uma lamentação sobre ti no seu pranto e lamentarão sobre ti, dizendo: Quem foi como Tiro, como a que está reduzida ao silêncio no meio do mar?
33 Toâq anhia along crơng tâng dỡq mưt, anhia táq yỗn cũai tâng dũ cruang bữn dũ ramứh alới cóq bữn. Nhơ tễ anhia, máh cũai puo chũop cốc cutễq nâi cỡt sốc bữn cỗ tễ máh mun cớp crơng anhia dững chếq.
33 Quando as tuas mercadorias eram exportadas pelos mares, fartaste a muitos povos; com a multidão da tua fazenda e do teu negócio, enriqueceste os reis da terra.
34 Sanua tuoc anhia cỡt pacháh cớp dớp tâng pưn dỡq mưt yarũ. Máh crơng anhia ễ chếq cớp máh cũai táq ranáq yỗn anhia khoiq pứt nheq tâng dỡq mưt, parnơi cớp anhia.
34 No tempo em que foste quebrantada nos mares, nas profundezas das águas, caíram os teus negócios e toda a tua congregação no meio de ti.
35 “Dũ tỗp ca ỡt mpễr pứh dỡq mưt cỡt santar, toâq sâng ŏ́c bap toâq pỡ anhia, cớp puo alới la sâng ngcŏh lứq tê.
35 Todos os moradores das ilhas foram cheios de espanto por tua causa; e os seus reis tremeram em grande maneira e foram perturbados no seu rosto.
36 Máh cũai chếq chỡng chũop cốc cutễq nâi, alới sâng dớt lứq cỗ ranáq nâi toâq pỡ anhia. Anhia khoiq ramóh ŏ́c cuchĩt ca ngcŏh lứq; anhia pỡq raloâc, chơ pứt loâng.”
36 Os mercadores dentre os povos assobiaram sobre ti; tu te tornaste em grande espanto, e nunca mais serás para sempre.

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