Ezequiel 27

Parnai Yiang Sursĩ - Kinh Thánh tiếng Bru (BRU) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Yiang Sursĩ atỡng cứq neq:
1 Veio a mim a palavra do Senhor , dizendo:
2 “Con cũai ơi! Cóq mới ũat cansái tanúh yỗn vil Ti-rơ tamứng,
2 Tu, pois, ó filho do homem, levanta lamentação sobre Tiro;
3 la vil toâr cheq pứh dỡq mưt cớp dốq chếq chỡng cớp máh cũai mpễr pứh dỡq mưt ki tễ dũ ntốq. Cóq mới atỡng tễ santoiq Yiang Sursĩ Ncháu Nheq Tữh Cũai pai chóq vil Ti-rơ neq:
3 dize a Tiro, que habita nas entradas do mar e negocia com os povos em muitas terras do mar: Assim diz o Senhor Deus: Ó Tiro, tu dizes: Eu sou perfeita em formosura.
4 Dống anhia ỡt tâng cloong dỡq mưt la‑a mữt-mữ;
4 No coração dos mares, estão os teus limites; os que te edificaram aperfeiçoaram a tua formosura.
5 Máh pian tuoc ki alới táq toâq aluang sango tễ cóh Her-môn,
5 Fabricaram todos os teus conveses de ciprestes de Senir; trouxeram cedros do Líbano, para te fazerem mastros.
6 Alới ĩt aluang ỗc tễ cruang Basan táq sarva voah,
6 Fizeram os teus remos de carvalhos de Basã; os teus bancos, fizeram-nos de marfim engastado em pinho das ilhas dos quiteus.
7 Aroâiq noau yoang yỗn tuoc têq pỡq,
7 De linho fino bordado do Egito era a tua vela, para servir de estandarte; azul e púrpura das ilhas de Elisá eram o teu toldo.
8 Máh cũai voah tuoc, ki toâq tễ vil Sadôn cớp tễ vil Ar-vat.
8 Os moradores de Sidom e de Arvade foram os teus remeiros; os teus sábios, ó Tiro, que se achavam em ti, esses foram os teus pilotos.
9 Tỗp cũai chiang táq tuoc, alới ki toâq tễ vil Kê-bal.
9 Os anciãos de Gebal e os seus sábios foram em ti os teus calafates; todos os navios do mar e os marinheiros se acharam em ti, para trocar as tuas mercadorias.
10 “Máh tahan tễ cruang Pơ-sia, cruang Li-dia, cớp cruang Li-bia, mut cỡt tahan tâng tỗp tahan anhia. Alới abác khễl cớp muoc tac tâng ntốq anhia ỡt. Alới la tahan ca táq yỗn anhia bữn ramứh ranoâng parchia.
10 Os persas, os lídios e os de Pute se acharam em teu exército e eram teus homens de guerra; escudos e capacetes penduraram em ti; manifestaram a tua glória.
11 Tỗp tahan tễ vil Ar-vat bữn mpỗl kĩaq ngoah toong viang vil anhia, cớp tỗp tahan tễ Camat ỡt kĩaq máh ngôl kĩaq vil anhia. Alới abác máh khễl alới tâng viang vil anhia. Alới ki táq yỗn vil anhia cỡt nêuq o.
11 Os filhos de Arvade e o teu exército estavam sobre os teus muros em redor, e os gamaditas, nas torres; penduravam os seus escudos nos teus muros em redor; aperfeiçoavam a tua formosura.
12 “Anhia khoiq chếq chỡng cớp cruang Tar-sit, cớp alới ĩt práq, tac, lapan, cớp trac rapĩen máh crơng crớu anhia.
12 Társis negociava contigo, por causa da abundância de toda sorte de riquezas; trocavam por tuas mercadorias prata, ferro, estanho e chumbo.
13 Anhia khoiq chếq chỡng tâng cruang Créc, cruang Tubal, cớp cruang Mê-siec; alới ki bữn cũai sũl cớp máh crơng radỡng sapoan dŏq ralêq cớp máh crơng crớu anhia.
13 Javã, Tubal e Meseque eram os teus mercadores; em troca das tuas mercadorias, davam escravos e objetos de bronze.
14 Anhia chếq máh crơng crớu anhia, chơ chỡng aséh dŏq táq ranáq, aséh rachíl, cớp aséh lai tễ vil Bet Tô-cama.
14 Os da casa de Togarma, em troca das tuas mercadorias, davam cavalos, ginetes e mulos.
15 Cũai proai tễ vil De-dan khoiq chếq chỡng cớp anhia, cớp cũai proai sa‑ữi cruang mpễr tor dỡq mưt ĩt paluac achĩang cớp aluang ramứh ê-bani rapĩen cớp máh crơng crớu anhia.
15 Os filhos de Dedã eram os teus mercadores; muitas terras do mar eram o mercado das tuas manufaturas; em troca, traziam dentes de marfim e madeira de ébano.
16 Cũai proai Si-ri khoiq chỡng sa‑ữi crơng tễ anhia, dếh crơng anhia táq bữm; alới ĩt tamáu moat ramứh samar-danô, aroâiq santứm ễng, aroâiq khoiq noau chún, aroâiq busín o lứq, tamáu o tễ dỡq mưt, cớp máh tamáu moat ramứh rubi dŏq rapĩen cớp máh crơng crớu anhia.
16 A Síria negociava contigo por causa da multidão das tuas manufaturas; por tuas mercadorias, eles davam esmeralda, púrpura, obras bordadas, linho fino, coral e pedras preciosas.
17 Cruang Yuda cớp cruang I-sarel khoiq chếq chỡng cớp vil anhia. Alới dững saro mi, dỡq khĩal, dỡq nsễng o‑li‑vê, cớp máh crơng phuom hỡ dŏq rapĩen cớp crơng crớu anhia.
17 Judá e a terra de Israel eram os teus mercadores; pelas tuas mercadorias, trocavam o trigo de Minite, confeitos, mel, azeite e bálsamo.
18 — ausente —
18 Damasco negociava contigo, por causa da multidão das tuas manufaturas, por causa da abundância de toda sorte de riquezas, dando em troca vinho de Helbom e lã de Saar.
19 — ausente —
19 Também Dã e Javã, de Uzal, pelas tuas mercadorias, davam em troca ferro trabalhado, cássia e cálamo, que assim entravam no teu comércio.
20 Cũai tễ cruang De-dan ĩt aroâiq sữn racu tâng cloong aséh rapĩen cớp crơng anhia.
20 Dedã negociava contigo com baixeiros para cavalgaduras.
21 Tỗp Arap cớp máh cũai sốt tâng cruang Kê-da dững máh charán cữu cớt, cữu toâr, cớp mbễq dŏq rapĩen cớp máh crơng anhia.
21 A Arábia e todos os príncipes de Quedar eram mercadores ao teu serviço; negociavam contigo com cordeiros, carneiros e bodes; nisto, negociavam contigo.
22 Máh cũai chếq chỡng tễ vil Sê-ba cớp vil Ramah, dững máh tamáu moat, yễng, cớp máh crơng phuom rapĩen cớp crơng anhia.
22 Os mercadores de Sabá e Raamá eram os teus mercadores; pelas tuas mercadorias, davam em troca os mais finos aromas, pedras preciosas e ouro.
23 Máh cũai chếq chỡng tễ vil Haran, vil Caneh, cớp vil Ê-dên, dếh cũai tễ vil Sê-ba, vil Asur, cớp vil Khil-mat, nheq tữh alới ki chếq chỡng cớp anhia.
23 Harã, Cane e Éden, mercadores de Sabá, Assíria e Quilmade negociavam contigo.
24 Alới chếq tampâc ra‑ỗt, aroâiq santứm ễng, aroâiq khoiq chún, aroâiq noau sữn tâng tapang santứm o, samữ, cớp panũar khâm lứq.
24 Estes eram teus mercadores em toda sorte de mercadorias, em pano de púrpura e bordados, tapetes de várias cores e cordas trançadas e fortes.
25 Anhia patiang crơng tâng máh tuoc toâr lứq dŏq chếq yỗn cũai canŏ́h. Anhia la samoât riang muoi lám tuoc toâr patiang máh crơng ntâng lứq tâng cloong dỡq mưt,
25 Os navios de Társis eram as tuas caravanas para as tuas mercadorias; e te enriqueceste e ficaste mui famosa no coração dos mares.
26 Toâq máh cũai voah tuoc anhia dững tuoc anhia loŏh yơng tễ pứh, bữn cuyal toâq tễ coah angia mandang loŏh phát ploaq tuoc anhia toau cỡt pacháh.
26 Os teus remeiros te conduziram sobre grandes águas; o vento oriental te quebrou no coração dos mares.
27 Nheq tữh mun anhia, crơng anhia dững chếq, máh cũai dững tuoc, máh cũai chiang táq aluang, máh cũai chếq chỡng, cớp máh tahan anhia, nheq tữh ramứh nâi cỡt pứt nheq tâng dỡq mưt toâq tuoc anhia pacháh.
27 As tuas riquezas, as tuas mercadorias, os teus bens, os teus marinheiros, os teus pilotos, os calafates, os que faziam os teus negócios e todos os teus soldados que estão em ti, juntamente com toda a multidão do povo que está no meio de ti, se afundarão no coração dos mares no dia da tua ruína.
28 Sưong cũai cheq ễ dớp tâng dỡq mưt casang canuang toâq pỡ dũ ntốq mpễr dỡq mưt.
28 Ao estrondo da gritaria dos teus pilotos, tremerão as praias.
29 “Sanua, dũ náq cũai ca ỡt tâng tuoc canŏ́h, alới catiang táh mpỗl alới, cớp máh cũai dững tuoc tayứng nheq tâng pứh.
29 Todos os que pegam no remo, os marinheiros, e todos os pilotos do mar descerão de seus navios e pararão em terra;
30 Alới tanúh yỗn anhia cớp sâng ngua lứq, alới ĩt phốn cutễq chóq tâng plỡ, cớp luliac u‑al tâng bŏ́h hỡ.
30 farão ouvir a sua voz sobre ti e gritarão amargamente; lançarão pó sobre a cabeça e na cinza se revolverão;
31 Alới cũah sóc plỡ cớp tâc tampâc tanúh cỗ tễ anhia. Alới nhiam nhit, cỗ mứt pahỡm alới sâng túh ngua lứq; yuaq ngkíq alới ỡt cuclỗiq cucling.
31 far-se-ão calvos por tua causa, cingir-se-ão de pano de saco e chorarão sobre ti, com amargura de alma, com amargura e lamentação.
32 Alới aruai cansái tanúh cuclỗiq cucling neq: ‘Noau têq tarlĩ yỗn li cớp vil Ti-rơ?’ Sanua vil ki khoiq cloâm tâng dỡq mưt chơ.
32 Levantarão lamentações sobre ti no seu pranto, lamentarão sobre ti, dizendo: Quem foi como Tiro, como a que está reduzida ao silêncio no meio do mar?
33 Toâq anhia along crơng tâng dỡq mưt, anhia táq yỗn cũai tâng dũ cruang bữn dũ ramứh alới cóq bữn. Nhơ tễ anhia, máh cũai puo chũop cốc cutễq nâi cỡt sốc bữn cỗ tễ máh mun cớp crơng anhia dững chếq.
33 Quando as tuas mercadorias eram exportadas pelos mares, fartaste a muitos povos; com a multidão da tua riqueza e do teu negócio, enriqueceste os reis da terra.
34 Sanua tuoc anhia cỡt pacháh cớp dớp tâng pưn dỡq mưt yarũ. Máh crơng anhia ễ chếq cớp máh cũai táq ranáq yỗn anhia khoiq pứt nheq tâng dỡq mưt, parnơi cớp anhia.
34 No tempo em que foste quebrada nos mares, nas profundezas das águas se afundaram os teus negócios e toda a tua multidão, no meio de ti.
35 “Dũ tỗp ca ỡt mpễr pứh dỡq mưt cỡt santar, toâq sâng ŏ́c bap toâq pỡ anhia, cớp puo alới la sâng ngcŏh lứq tê.
35 Todos os moradores das terras dos mares se espantam por tua causa; os seus reis tremem sobremaneira e estão de rosto perturbado.
36 Máh cũai chếq chỡng chũop cốc cutễq nâi, alới sâng dớt lứq cỗ ranáq nâi toâq pỡ anhia. Anhia khoiq ramóh ŏ́c cuchĩt ca ngcŏh lứq; anhia pỡq raloâc, chơ pứt loâng.”
36 Os mercadores dentre os povos assobiam contra ti; vens a ser objeto de espanto e jamais subsistirás.

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