Ezequiel 1

Parnai Yiang Sursĩ - Kinh Thánh tiếng Bru (BRU) vs ARC

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ARC Almeida Revista e Corrigida 2009
1 — ausente —
1 E aconteceu, no trigésimo ano, no quarto mês, no dia quinto do mês, que, estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu vi visões de Deus.
2 — ausente —
2 No quinto dia do mês (no quinto ano do cativeiro do rei Joaquim),
3 — ausente —
3 veio expressamente a palavra do Senhor a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar, e ali esteve sobre ele a mão do Senhor .
4 Bo cứq tapoang achỗn, cứq hữm cuyal rapuq phát tễ angia pỡng. Bữn lalieiq lacang pỡq chu tâng mpứng dĩ cốc ramứl toâr lứq; paloŏng blữ ariang ũih, cớp mpứng dĩ ramứl báiq samoât sapoan.
4 Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do Norte, e uma grande nuvem, com um fogo a revolver-se, e um resplendor ao redor dela, e no meio uma coisa como de cor de âmbar, que saía dentre o fogo.
5 Tâng mpứng dĩ cuyal rapuq ki, cứq hữm mil-mul samoât riang pỗn lám charán salễh lứq. Roâp charán ki ariang roâp cũai,
5 E, do meio dela, saía a semelhança de quatro animais; e esta era a sua aparência: tinham a semelhança de um homem.
6 ma dũ lám charán ki bữn pỗn lám mieiq cớp pỗn lám khlap.
6 E cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles, quatro asas.
7 Máh charán ki bữn ayững tanoang, ma talang ayững án cỡt samoât canchop ntroŏq tôl con báiq samoât sapoan.
7 E os seus pés eram pés direitos; e as plantas dos seus pés, como a planta do pé de uma bezerra, e luziam como a cor de cobre polido.
8 Dũ lám charán ki bữn mieiq cớp khlap; cớp pưn máh khlap án bữn atĩ ariang atĩ cũai.
8 E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e assim todos quatro tinham seus rostos e suas asas.
9 Dũ lám charán ki paliang khlap bar coah atớt cớp charán canŏ́h, cớp miar to mieiq chu pỗn angia. Toâq charán ki pỡq, án pỡq cỡt tỗp, tỡ bữn veh chu léq cớp pỡq tanoang sâng.
9 Uniam-se as suas asas uma à outra; não se viravam quando andavam; cada qual andava diante do seu rosto.
10 Dũ lám charán ki bữn pỗn lám mieiq; mieiq ki la mpha nheq. Coah moat cỡt ariang roâp cũai; coah atoam cỡt ariang roâp cula samín; coah avêr cỡt ariang roâp ntroŏq tangcáh; cớp coah clĩ cỡt ariang roâp calang crức.
10 E a semelhança do seu rosto era como o rosto de homem; e, à mão direita, todos os quatro tinham rosto de leão, e, à mão esquerda, todos os quatro tinham rosto de boi, e também rosto de águia, todos os quatro.
11 Bar lám khlap paliang atớt cớp khlap charán canŏ́h, ma bar lám khlap ễn acrúq tỗ.
11 E o seu rosto e as suas asas eram separados em cima; cada qual tinha duas asas juntas uma à outra, e duas cobriam os corpos deles.
12 Dũ lám charán to moat chu pỗn angia. Yuaq ngkíq, charán ki têq pỡq cỡt tỗp chu ntốq án yoc ễ pỡq, cớp tỡ bữn túh luliaq chu léq noâng.
12 E cada qual andava diante do seu rosto; para onde o Espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam.
13 Tâng mpứng dĩ máh charán ki bữn samoât aroam blữ viel tứng-tooc níc. Toâq ũih blữ satũol achỗn, bo ki bữn lalieiq lacang.
13 E, quanto à semelhança dos animais, o seu parecer era como brasas de fogo ardentes, como uma aparência de tochas; o fogo corria por entre os animais, e o fogo resplandecia, e do fogo saíam relâmpagos.
14 Máh charán ki sadáih pỡq chu chái lứq samoât lalieiq.
14 E os animais corriam e tornavam, à semelhança dos relâmpagos.
15 Bo cứq ỡt nhêng máh charán ki, cứq hữm carvang yững kĩen ỡt kễng dũ coah charán ki tớt tâng cutễq.
15 E vi os animais; e eis que havia uma roda na terra junto aos animais, para cada um dos seus quatro rostos.
16 Pỗn lám carvang ki la machớng nheq, dũ lám báiq samoât tamáu moat, cớp bữn muoi lám carvang ễn trĩap tâng clống dũ lám carvang ki;
16 O aspecto das rodas e a obra delas eram como cor de turquesa; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e o seu aspecto e a sua obra eram como se estivera uma roda no meio de outra roda.
17 táq ngkíq máh carvang ki têq pỡq chu pỗn angia.
17 Andando elas, andavam pelos quatro lados deles; não se viravam quando andavam.
18 Máh yững carvang ki toâr cớp salễh lứq, cớp bữn moat chũop yững ki.
18 Essas rodas eram tão altas, que metiam medo; e as quatro tinham as suas cambas cheias de olhos ao redor.
19 Toâq máh charán ki pỡq, máh carvang ki parláu tê; cớp khân máh charán ki chỗn tễ cloong cutễq, carvang ki la chỗn tê.
19 E, andando os animais, andavam as rodas ao pé deles; e, elevando-se os animais da terra, elevavam-se também as rodas.
20 Toâq máh charán ki ễ pỡq chu ntốq léq, carvang yững ki la parláu pỡq chu ntốq ki tê, yuaq máh charán ki cỡt sốt máh carvang ki.
20 Para onde o Espírito queria ir, iam; pois o Espírito os impelia; e as rodas se elevavam defronte deles, porque o Espírito da criatura vivente estava nas rodas.
21 Toâq máh charán ki pỡq, tỡ la tangứt, tỡ la chỗn, carvang ki táq machớng ki tê.
21 Andando eles, andavam elas, e, parando eles, paravam elas, e, elevando-se eles da terra, elevavam-se também as rodas defronte deles, porque o Espírito dos animais estava nas rodas.
22 Pỡng plỡ máh charán ki cỡt samoât paloŏng cutrúq báiq bublưoq, o ễ ngcŏh.
22 E, sobre a cabeça dos animais, havia uma semelhança de firmamentos, como um aspecto de cristal terrível, estendido por cima, sobre a sua cabeça.
23 Pưn paloŏng cutrúq ki máh charán ki ỡt tayứng paliang bar lám khlap atớt cớp khlap charán canŏ́h, cớp bar lám khlap ễn acrúq tỗ.
23 E, debaixo do firmamento, estavam as suas asas direitas, uma em direção à outra; cada um tinha duas, que lhe cobriam o corpo de uma banda; e cada um tinha outras duas, que o cobriam da outra banda.
24 Toâq máh charán ki pâr, cứq sâng sưong án pâr hỗ ariang dỡq mưt canoâq, ariang sưong poâl tahan, cớp ariang sưong Yiang Sursĩ Sốt Toâr Lứq. Tữ máh charán ki tangứt pâr, khlap án carop amut acrúq tỗ,
24 E, andando eles, ouvi o ruído das suas asas, como o ruído de muitas águas, como a voz do Onipotente, a voz de um estrondo, como o estrépito de um exército; parando eles, abaixavam as suas asas.
25 ma cứq sâng sưong tễ paloŏng ca cutrúq pỡng plỡ máh charán ki.
25 E ouviu-se uma voz por cima do firmamento, que estava por cima da sua cabeça; parando eles, abaixavam as suas asas.
26 Tâng pỡng paloŏng cutrúq ki bữn muoi lám cachơng, ĩn cachơng puo dốq tacu noau táq toâq tamáu moat ramứh sapĩr. Tâng cachơng ki bữn manoaq tacu; roâp án ariang cũai.
26 E, por cima do firmamento, que estava por cima da sua cabeça, havia uma semelhança de trono como de uma safira; e, sobre a semelhança do trono, havia como que a semelhança de um homem, no alto, sobre ele.
27 Roâp án báiq bublưoq samoât sapoan noau tooc, ang‑ữr tễ án claq poang chũop cu ntốq,
27 E vi como a cor de âmbar, como o aspecto do fogo pelo interior dele, desde a semelhança dos seus lombos e daí para cima; e, desde a semelhança dos seus lombos e daí para baixo, vi como a semelhança de fogo e um resplendor ao redor dele.
28 ma tâng ntốq ki bữn prêng cáng. Chớc ang‑ữr nâi apáh yỗn dáng samoât la Yiang Sursĩ lứq ỡt tâng ntốq ki. Toâq cứq hữm ranáq ki, cứq dớm muoi tatứp. Chơ cứq sâng muoi sưong atỡng cứq.
28 Como o aspecto do arco que aparece na nuvem no dia da chuva, assim era o aspecto do resplendor em redor. Este era o aspecto da semelhança da glória do Senhor ; e, vendo isso, caí sobre o meu rosto e ouvi a voz de quem falava.

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