Provérbios 25
BKJ (BKJ, 2017) vs VC
1 Estes também são provérbios de Salomão, os quais transcreveram os homens de Ezequias, rei de Judá.
1 Ainda alguns provérbios de Salomão, recolhidos pelos homens de Ezequias, rei de Judá.
2 É a glória de Deus encobrir as coisas; mas a honra dos reis é vasculhar um assunto.
2 A glória de Deus é ocultar uma coisa; a glória dos reis é esquadrinhá-la.
3 O céu, pela altura, e a terra, pela profundidade, e o coração dos reis é inescrutável.
3 A altura dos céus, a profundeza da terra são impenetráveis, bem como o coração dos reis.
4 Tira a impureza da prata, e sairá vaso para o refinador.
4 Tira as escórias da prata e terás um vaso para o ourives;
5 Tira o perverso de diante do rei, e o seu trono se estabelecerá na justiça.
5 afasta o mau de presença do rei e seu trono se firmará na justiça.
6 Não te estendas a ti mesmo na presença do rei, e não fiques no lugar de grandes homens;
6 Não te faças de pretensioso diante do rei, não te ponhas no lugar dos grandes.
7 porque melhor é que te digam: Vem aqui em cima; do que seres humilhado na presença do príncipe a quem teus olhos viram.
7 É melhor que te digam: Sobe aqui!, do que seres humilhado diante de um personagem. O que teus olhos viram,
8 Não saias apressadamente para lutar, para que no fim não saibas o que fazer, quando teu vizinho tiver te envergonhado.
8 não o descubras com precipitação numa contenda, pois, no final das contas, que farás tu quando o outro te houver confundido?
9 Discute a tua causa com o teu vizinho, e não reveles o segredo a outro;
9 Trata teu negócio com teu próximo de maneira a não revelar o segredo de outro,
10 para que aquele que o ouvir não te envergonhe e a tua infâmia não se desvie.
10 para que não sejas repreendido por aquele que o ouviu nem incorras em descrédito irreparável.
11 Uma palavra apropriadamente falada é como maçãs de ouro em gravuras de prata.
11 Maçãs de ouro sobre prata gravada: tais são as palavras oportunas.
12 Como um brinco de ouro, e como um ornamento de ouro fino, assim é um sábio reprovador sobre um ouvido obediente.
12 Anel de ouro, jóia de ouro fino: tal é o sábio que admoesta um ouvido atento.
13 Como o frio da neve no tempo da colheita, assim é o mensageiro fiel para aqueles que o enviam; porque ele refresca a alma de seus senhores.
13 Frescor de neve no tempo da colheita, tal é um mensageiro fiel para quem o envia: ele restaura a alma de seu senhor.
14 Quem quer que se gabe de um presente falso é como as nuvens e o vento sem a chuva.
14 Nuvens e vento sem chuva: tal é o homem que se gaba falsamente de dar.
15 Pela longa tolerância se persuade um príncipe, e a língua suave quebranta o osso.
15 Pela paciência o juiz se deixa aplacar: a língua que fala com brandura pode quebrantar ossos.
16 Achaste mel? Come o tanto quanto te for suficiente; para que não te fartes dele e o vomites.
16 Achaste mel? Come o que for suficiente: se comeres demais, tu o vomitarás.
17 Afasta os teus pés da casa do teu vizinho; para que ele não fique cansado de ti, e assim te odeie.
17 Põe raramente o pé na casa do vizinho: enfastiado de ti, ele te viria a aborrecer.
18 Marreta, e espada, e flecha afiada é o homem que levanta falso testemunho contra o seu vizinho.
18 Clava, espada, flecha penetrante: tal é o que usa de falso testemunho contra seu próximo.
19 A confiança em um homem desleal em tempos de dificuldade é como um dente quebrado, e pé desconjuntado.
19 Dente arruinado, pé que resvala: tal é a confiança de um pérfido no dia da desventura.
20 Como aquele que toma a vestimenta no tempo frio, e como o vinagre sobre o salitre, assim é aquele que canta canções para um coração aflito.
20 Tirar a capa num dia de frio, derramar vinagre numa ferida: isso faz aquele que canta canções a um coração atribulado.
21 Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber;
21 Tem o teu inimigo fome? Dá-lhe de comer. Tem sede? Dá-lhe de beber:
22 porque assim amontoarás brasas sobre a sua cabeça, e o SENHOR te recompensará.
22 assim amontoarás brasas ardentes sobre sua cabeça e o Senhor te recompensará.
23 O vento norte dispersa a chuva; e a face irada, a língua maledicente.
23 O vento norte traz chuva e a língua detratora anuvia os semblantes.
24 É melhor habitar no canto de um eirado, do que com uma mulher briguenta em uma casa ampla.
24 É melhor habitar um canto do terraço do que viver com uma mulher impertinente.
25 Como águas frias para uma alma sedenta, assim são as boas novas vindas de uma terra distante.
25 Água fresca para uma garganta sedenta: tal é uma boa nova vinda de terra longínqua.
26 Um homem justo caindo diante de um perverso é como uma fonte turva, e uma nascente corrompida.
26 Fonte turva e manancial contaminado: tal é o justo que cede diante do ímpio.
27 Não é bom comer muito mel; assim como para os homens buscar sua própria glória não é glória.
27 Comer mel em demasia não é bom: usa de moderação nas palavras elogiosas.
28 Aquele que não tem domínio sobre seu próprio espírito, é como uma cidade demolida e sem muralhas.
28 Como uma cidade desmantelada, sem muralhas: tal é o homem que não é senhor de si.
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