Isaías 32

BKJ (BKJ, 2017) vs VC

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VC Versão Católica
1 Eis que um rei reinará em justiça e príncipes governarão em juízo.
1 Eis que um rei reinará segundo a justiça, e os príncipes governarão com eqüidade.
2 E um homem será como um esconderijo para o vento e abrigo contra a tempestade. Como rios de água em um lugar seco, como a sombra de uma grande rocha em uma terra cansada.
2 Cada um deles será como um abrigo contra o vento, um refúgio contra a chuva torrencial; como um fio de água num chão ressecado, e como a sombra de um alto rochedo em terra ressequida.
3 E os olhos daqueles que veem não estarão escurecidos, e os ouvidos daqueles que ouvem escutarão.
3 Os olhos dos que vêem não mais serão ofuscados, e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
4 Também o coração do precipitado entenderá conhecimento, e a língua dos que gaguejam estará pronta para falar claramente.
4 Os espíritos insensatos dispor-se-ão a compreender, e a língua dos gagos falará prontamente e com clareza;
5 A pessoa vil não mais será chamada de generosa, nem o avarento dito ser dadivoso.
5 não mais se qualificará de nobre ao perverso, nem ao trapaceiro, de grande.
6 Porque a pessoa vil falará vilania, e seu coração obrará iniquidade para praticar hipocrisia, e para pronunciar erro contra o ­SENHOR. Para fazer vazia a alma do faminto; e ele fará acabar a bebida do sedento.
6 Porque o insensato profere loucuras e seu coração dá-se ao mal; comete impiedades, forma sobre o Senhor conceitos errôneos, deixa o faminto queixar-se de sua miséria, priva da bebida àquele que tem sede.
7 Também os instrumentos do avarento são maus. Ele planeja planos perversos para destruir o pobre com palavras mentirosas, mesmo quando o necessitado fala o que é correto.
7 As intrigas do trapaceiro são desleais, ele maquina desígnios criminosos para perder os humildes com mentiras, o pobre que faz valer seu direito;
8 Porém, o generoso planeja coisas generosas, e por meio de coisas generosas ele ficará de pé.
8 o fidalgo, porém, tem pensamentos dignos, e um procedimento nobre.
9 Levantai, vós mulheres indolentes; ouvi minha voz, vós filhas indiferentes; dai ouvido à minha fala.
9 Mulheres descuidadas, escutei minha voz. Jovens confiantes demais, ouvi minhas palavras.
10 Muitos dias e anos vós sereis atribuladas; vós, mulheres indiferentes; porque a vindima falhará, a colheita não chegará.
10 Dentro de um ano e alguns dias, tremereis, indolentes, porque a vindima estará perdida e a colheita, frustrada.
11 Tremei, vós, mulheres que estão indolentes; sede atribuladas, vós, indiferentes. Despi-vos, ficai nuas e cingi vestimenta de pano de saco, sobre vossos lombos.
11 Fremi, descuidadas, tremei, confiantes. Despi-vos até estardes nuas. Cingi os vossos rins,
12 Elas lamentar-se-ão por seus peitos, pelos campos agradáveis, pela vinha frutífera.
12 batei nos vossos peitos, {chorando} sobre a sorte dos campos férteis e das vinhas fecundas,
13 Sobre a terra do meu povo brotarão espinheiros e arbustos com espinhos. Sim, sobre todas as casas alegres dentro da cidade alegre.
13 sobre as terras de meu povo, onde só crescem sarças, sobre todas as casas de prazer da cidade alegre.
14 Porque os palácios serão abandonados. A multidão da cidade será retirada. As fortificações e torres serão por refúgios eternamente, uma alegria para jumentos selvagens, um pasto de rebanhos.
14 O palácio está deserto, a cidade barulhenta está abandonada. Ofel e a torre de guarda serão para sempre planaltos desnudos, onde vagueiam os asnos selvagens e pastam os rebanhos.
15 Até o Espírito ser derramado sobre nós do alto; e o deserto ser um campo frutífero e o campo frutífero ser considerado uma floresta.
15 Até que sobre nós se derrame o espírito do alto, então o deserto se mudará em vergel, e o vergel tomará o aspecto de uma floresta;
16 Então, juízo habitará no deserto, e justiça permanecerá no campo ­frutífero.
16 no deserto reinará o direito, e a justiça residirá no vergel.
17 E a obra da justiça será paz, e o efeito da justiça, quietude e segurança eternamente.
17 A justiça produzirá a paz e o direito assegurará a tranqüilidade;
18 E meu povo habitará em uma habitação pacífica e em moradias seguras; e em lugares quietos de descanso.
18 meu povo habitará em mansão serena, em moradas seguras, em abrigos tranqüilos.
19 Quando chover granizo, caindo sobre a floresta, e a cidade vier a ser abatida em um lugar humilhado.
19 {A floresta será abatida e a cidade, humilhada}.
20 Abençoados sois vós que semeais junto a todas as águas, e que enviais naquela direção os pés do boi e do jumento.
20 Bem-aventurados sereis por semear à margem de todos os cursos de água, e por deixar o boi e o asno sem peias.

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