Isaías 32

BKJ (BKJ, 2017) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Eis que um rei reinará em justiça e príncipes governarão em juízo.
1 Eis aí está que reinará um rei com justiça, e em retidão governarão príncipes.
2 E um homem será como um esconderijo para o vento e abrigo contra a tempestade. Como rios de água em um lugar seco, como a sombra de uma grande rocha em uma terra cansada.
2 Cada um servirá de esconderijo contra o vento, de refúgio contra a tempestade, de torrentes de águas em lugares secos e de sombra de grande rocha em terra sedenta.
3 E os olhos daqueles que veem não estarão escurecidos, e os ouvidos daqueles que ouvem escutarão.
3 Os olhos dos que veem não se ofuscarão, e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
4 Também o coração do precipitado entenderá conhecimento, e a língua dos que gaguejam estará pronta para falar claramente.
4 O coração dos temerários saberá compreender, e a língua dos gagos falará pronta e distintamente.
5 A pessoa vil não mais será chamada de generosa, nem o avarento dito ser dadivoso.
5 Ao louco nunca mais se chamará nobre, e do fraudulento jamais se dirá que é magnânimo.
6 Porque a pessoa vil falará vilania, e seu coração obrará iniquidade para praticar hipocrisia, e para pronunciar erro contra o ­SENHOR. Para fazer vazia a alma do faminto; e ele fará acabar a bebida do sedento.
6 Porque o louco fala loucamente, e o seu coração obra o que é iníquo, para usar de impiedade e para proferir mentiras contra o Senhor , para deixar o faminto na ânsia da sua fome e fazer que o sedento venha a ter falta de bebida.
7 Também os instrumentos do avarento são maus. Ele planeja planos perversos para destruir o pobre com palavras mentirosas, mesmo quando o necessitado fala o que é correto.
7 Também as armas do fraudulento são más; ele maquina intrigas para arruinar os desvalidos, com palavras falsas, ainda quando a causa do pobre é justa.
8 Porém, o generoso planeja coisas generosas, e por meio de coisas generosas ele ficará de pé.
8 Mas o nobre projeta coisas nobres e na sua nobreza perseverará.
9 Levantai, vós mulheres indolentes; ouvi minha voz, vós filhas indiferentes; dai ouvido à minha fala.
9 Levantai-vos, mulheres que viveis despreocupadamente, e ouvi a minha voz; vós, filhas, que estais confiantes, inclinai os ouvidos às minhas palavras.
10 Muitos dias e anos vós sereis atribuladas; vós, mulheres indiferentes; porque a vindima falhará, a colheita não chegará.
10 Porque daqui a um ano e dias vireis a tremer, ó mulheres que estais confiantes, porque a vindima se acabará, e não haverá colheita.
11 Tremei, vós, mulheres que estão indolentes; sede atribuladas, vós, indiferentes. Despi-vos, ficai nuas e cingi vestimenta de pano de saco, sobre vossos lombos.
11 Tremei, mulheres que viveis despreocupadamente; turbai-vos, vós que estais confiantes. Despi-vos, e ponde-vos desnudas, e cingi com panos de saco os lombos.
12 Elas lamentar-se-ão por seus peitos, pelos campos agradáveis, pela vinha frutífera.
12 Batei no peito por causa dos campos aprazíveis e por causa das vinhas frutíferas.
13 Sobre a terra do meu povo brotarão espinheiros e arbustos com espinhos. Sim, sobre todas as casas alegres dentro da cidade alegre.
13 Sobre a terra do meu povo virão espinheiros e abrolhos, como também sobre todas as casas onde há alegria, na cidade que exulta.
14 Porque os palácios serão abandonados. A multidão da cidade será retirada. As fortificações e torres serão por refúgios eternamente, uma alegria para jumentos selvagens, um pasto de rebanhos.
14 O palácio será abandonado, a cidade populosa ficará deserta; Ofel e a torre da guarda servirão de cavernas para sempre, folga para os jumentos selvagens e pastos para os rebanhos;
15 Até o Espírito ser derramado sobre nós do alto; e o deserto ser um campo frutífero e o campo frutífero ser considerado uma floresta.
15 até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto; então, o deserto se tornará em pomar, e o pomar será tido por bosque;
16 Então, juízo habitará no deserto, e justiça permanecerá no campo ­frutífero.
16 o juízo habitará no deserto, e a justiça morará no pomar.
17 E a obra da justiça será paz, e o efeito da justiça, quietude e segurança eternamente.
17 O efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça, repouso e segurança, para sempre.
18 E meu povo habitará em uma habitação pacífica e em moradias seguras; e em lugares quietos de descanso.
18 O meu povo habitará em moradas de paz, em moradas bem seguras e em lugares quietos e tranquilos,
19 Quando chover granizo, caindo sobre a floresta, e a cidade vier a ser abatida em um lugar humilhado.
19 ainda que haja saraivada, caia o bosque e seja a cidade inteiramente abatida.
20 Abençoados sois vós que semeais junto a todas as águas, e que enviais naquela direção os pés do boi e do jumento.
20 Bem-aventurados vós, os que semeais junto a todas as águas e dais liberdade ao pé do boi e do jumento.

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