Salmos 144
Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs NAA
1 Bendito seja o SENHOR, minha rocha, que ensina as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra;
1 Bendito seja o Senhor , rocha minha, que treina as minhas mãos para a batalha e os dedos, para a guerra.
2 Benignidade minha e fortaleza minha; alto retiro meu e meu libertador és tu; escudo meu, em quem eu confio, e que me sujeita o meu povo.
2 Ele é a minha misericórdia e a minha fortaleza, meu alto refúgio e meu libertador, meu escudo, aquele em quem confio e quem me submete o meu povo.
3 Senhor, que é o homem, para que o conheças, e o filho do homem, para que o estimes?
3 Senhor , que é o homem para que dele tomes conhecimento? E o filho do homem, para que o estimes?
4 O homem é semelhante à vaidade; os seus dias são como a sombra que passa.
4 O ser humano é como um sopro; os seus dias são como a sombra que passa.
5 Abaixa, ó Senhor, os teus céus, e desce; toca os montes, e fumegarão.
5 Abaixa, Senhor , os teus céus e desce; toca os montes, para que fumeguem.
6 Vibra os teus raios e dissipa-os; envia as tuas flechas, e desbarata-os.
6 Manda relâmpagos e dispersa os meus inimigos; arremessa as tuas flechas para fazê-los fugir.
7 Estende as tuas mãos desde o alto; livra-me, e arrebata-me das muitas águas e das mãos dos filhos estranhos,
7 Estende a mão lá do alto; livra-me e salva-me das muitas águas e do poder de estranhos,
8 Cuja boca fala vaidade, e a sua mão direita é a destra de falsidade.
8 cuja boca profere mentiras, e cuja mão direita é a mão direita da falsidade.
9 A ti, ó Deus, cantarei um cântico novo; com o saltério e instrumento de dez cordas te cantarei louvores;
9 A ti, ó Deus, entoarei um cântico novo; na lira de dez cordas, te cantarei louvores.
10 A ti, que dás a salvação aos reis, e que livras a Davi, teu servo, da espada maligna.
10 É ele quem dá aos reis a vitória; quem livra o seu servo Davi da espada maligna.
11 Livra-me, e tira-me das mãos dos filhos estranhos, cuja boca fala vaidade, e a sua mão direita é a destra de iniqüidade,
11 Livra-me e salva-me do poder de estranhos, cuja boca profere mentiras, e cuja mão direita é a mão direita da falsidade.
12 Para que nossos filhos sejam como plantas crescidas na sua mocidade; para que as nossas filhas sejam como pedras de esquina lavradas à moda de palácio;
12 Que os nossos filhos sejam, na sua mocidade, como plantas viçosas, e que as nossas filhas sejam como colunas, esculpidas para um palácio.
13 Para que as nossas despensas se encham de todo provimento; para que os nossos rebanhos produzam a milhares e a dezenas de milhares nas nossas ruas.
13 Que os nossos celeiros transbordem, cheios de todo tipo de provisões. Que os nossos rebanhos produzam a milhares e a dezenas de milhares, em nossos campos.
14 Para que os nossos bois sejam fortes para o trabalho; para que não haja nem assaltos, nem saídas, nem gritos nas nossas ruas.
14 Que o nosso gado seja fértil, e as vacas não percam as suas crias. Não haja gritos de lamento em nossas praças.
15 Bem-aventurado o povo ao qual assim acontece; bem-aventurado é o povo cujo Deus é o Senhor.
15 Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! Sim, feliz é o povo cujo Deus é o
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