Salmos 144

Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Bendito seja o SENHOR, minha rocha, que ensina as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra;
1 Bendito seja o Senhor , rocha minha, que me adestra as mãos para a batalha e os dedos, para a guerra;
2 Benignidade minha e fortaleza minha; alto retiro meu e meu libertador és tu; escudo meu, em quem eu confio, e que me sujeita o meu povo.
2 minha misericórdia e fortaleza minha, meu alto refúgio e meu libertador, meu escudo, aquele em quem confio e quem me submete o meu povo.
3 Senhor, que é o homem, para que o conheças, e o filho do homem, para que o estimes?
3 Senhor , que é o homem para que dele tomes conhecimento? E o filho do homem, para que o estimes?
4 O homem é semelhante à vaidade; os seus dias são como a sombra que passa.
4 O homem é como um sopro; os seus dias, como a sombra que passa.
5 Abaixa, ó Senhor, os teus céus, e desce; toca os montes, e fumegarão.
5 Abaixa, Senhor , os teus céus e desce; toca os montes, e fumegarão.
6 Vibra os teus raios e dissipa-os; envia as tuas flechas, e desbarata-os.
6 Despede relâmpagos e dispersa os meus inimigos; arremessa as tuas flechas e desbarata-os.
7 Estende as tuas mãos desde o alto; livra-me, e arrebata-me das muitas águas e das mãos dos filhos estranhos,
7 Estende a mão lá do alto; livra-me e arrebata-me das muitas águas e do poder de estranhos,
8 Cuja boca fala vaidade, e a sua mão direita é a destra de falsidade.
8 cuja boca profere mentiras, e cuja direita é direita de falsidade.
9 A ti, ó Deus, cantarei um cântico novo; com o saltério e instrumento de dez cordas te cantarei louvores;
9 A ti, ó Deus, entoarei novo cântico; no saltério de dez cordas, te cantarei louvores.
10 A ti, que dás a salvação aos reis, e que livras a Davi, teu servo, da espada maligna.
10 É ele quem dá aos reis a vitória; quem livra da espada maligna a Davi, seu servo.
11 Livra-me, e tira-me das mãos dos filhos estranhos, cuja boca fala vaidade, e a sua mão direita é a destra de iniqüidade,
11 Livra-me e salva-me do poder de estranhos, cuja boca profere mentiras, e cuja direita é direita de falsidade.
12 Para que nossos filhos sejam como plantas crescidas na sua mocidade; para que as nossas filhas sejam como pedras de esquina lavradas à moda de palácio;
12 Que nossos filhos sejam, na sua mocidade, como plantas viçosas, e nossas filhas, como pedras angulares, lavradas como colunas de palácio;
13 Para que as nossas despensas se encham de todo provimento; para que os nossos rebanhos produzam a milhares e a dezenas de milhares nas nossas ruas.
13 que transbordem os nossos celeiros, atulhados de toda sorte de provisões; que os nossos rebanhos produzam a milhares e a dezenas de milhares, em nossos campos;
14 Para que os nossos bois sejam fortes para o trabalho; para que não haja nem assaltos, nem saídas, nem gritos nas nossas ruas.
14 que as nossas vacas andem pejadas, não lhes haja rotura, nem mau sucesso. Não haja gritos de lamento em nossas praças.
15 Bem-aventurado o povo ao qual assim acontece; bem-aventurado é o povo cujo Deus é o Senhor.
15 Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! Sim, bem-aventurado é o povo cujo Deus é o

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