Provérbios 31
Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs NVT
1 Palavras do rei Lemuel, a profecia que lhe ensinou a sua mãe.
1 Os ditados do rei Lemuel contêm esta mensagem, que sua mãe lhe ensinou:
2 Como, filho meu? e como, filho do meu ventre? e como, filho dos meus votos?
2 Meu filho, filho de meu ventre, filho de meus votos,
3 Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos ao que destrói os reis.
3 não desperdice sua força com mulheres, nem sua vida com aquelas que destroem reis.
4 Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes o desejar bebida forte;
4 Não convém aos reis, ó Lemuel, tomar muito vinho; os governantes não devem desejar bebida alcoólica.
5 Para que bebendo, se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos.
5 Se beberem, pode ser que se esqueçam da lei e deixem de fazer justiça aos oprimidos.
6 Dai bebida forte ao que está prestes a perecer, e o vinho aos amargurados de espírito.
6 O álcool é para os que estão morrendo, e o vinho, para os que estão amargurados.
7 Que beba, e esqueça da sua pobreza, e da sua miséria não se lembre mais.
7 Que bebam para se esquecer de sua pobreza e não se lembrar de suas dificuldades.
8 Abre a tua boca a favor do mudo, pela causa de todos que são designados à destruição.
8 Fale em favor daqueles que não podem se defender; garanta justiça para os que estão aflitos.
9 Abre a tua boca; julga retamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados.
9 Sim, fale em favor dos pobres e desamparados, e providencie que recebam justiça.
10 Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis.
10 Quem encontrará uma mulher virtuosa? Ela é mais preciosa que rubis.
11 O coração do seu marido está nela confiado; assim ele não necessitará de despojo.
11 O marido tem plena confiança nela, e ela lhe enriquecerá a vida grandemente.
12 Ela só lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida.
12 Ela lhe faz bem, e não mal, todos os dias de sua vida.
13 Busca lã e linho, e trabalha de boa vontade com suas mãos.
13 Ela adquire lã e linho e, com alegria, trabalha os fios com as mãos.
14 Como o navio mercante, ela traz de longe o seu pão.
14 Como navio mercante, traz alimentos de longe.
15 Levanta-se, mesmo à noite, para dar de comer aos da casa, e distribuir a tarefa das servas.
15 Levanta-se de madrugada para preparar a refeição da família e planeja as tarefas do dia para suas servas.
16 Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com o fruto de suas mãos.
16 Vai examinar um campo e o compra; com o que ganha, planta um vinhedo.
17 Cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços.
17 É cheia de energia, forte e trabalhadora.
18 Vê que é boa a sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite.
18 Certifica-se de que seus negócios sejam lucrativos; sua lâmpada permanece acesa à noite.
19 Estende as suas mãos ao fuso, e suas mãos pegam na roca.
19 Suas mãos operam o tear, e seus dedos manejam a roca.
20 Abre a sua mão ao pobre, e estende as suas mãos ao necessitado.
20 Estende a mão para ajudar os pobres e abre os braços para os necessitados.
21 Não teme a neve na sua casa, porque toda a sua família está vestida de escarlata.
21 Quando chega o inverno, não se preocupa, pois todos em sua família têm roupas quentes.
22 Faz para si cobertas de tapeçaria; seu vestido é de seda e de púrpura.
22 Faz suas próprias cobertas e usa vestidos de linho fino e tecido vermelho.
23 Seu marido é conhecido nas portas, e assenta-se entre os anciãos da terra.
23 Seu marido é respeitado na porta da cidade, onde se senta com as demais autoridades.
24 Faz panos de linho fino e vende-os, e entrega cintos aos mercadores.
24 Faz roupas de linho com cintos e faixas para vender aos comerciantes.
25 A força e a honra são seu vestido, e se alegrará com o dia futuro.
25 Veste-se de força e dignidade e ri sem medo do futuro.
26 Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua.
26 Quando ela fala, suas palavras são sábias; quando dá instruções, demonstra bondade.
27 Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça.
27 Cuida bem de tudo em sua casa e nunca dá lugar à preguiça.
28 Levantam-se seus filhos e chamam-na bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva.
28 Seus filhos se levantam e a chamam de “abençoada”, e seu marido a elogia:
29 Muitas filhas têm procedido virtuosamente, mas tu és, de todas, a mais excelente!
29 “Há muitas mulheres virtuosas neste mundo, mas você supera todas elas!”.
30 Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa sim será louvada.
30 Os encantos são enganosos, e a beleza não dura para sempre, mas a mulher que teme o S
31 Dai-lhe do fruto das suas mãos, e deixe o seu próprio trabalho louvá-la nas portas.
31 Recompensem-na por tudo que ela faz; que suas obras a elogiem publicamente.
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