Provérbios 31

Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Palavras do rei Lemuel, a profecia que lhe ensinou a sua mãe.
1 Palavras do rei Lemuel, de Massá, que a mãe dele lhe ensinou.
2 Como, filho meu? e como, filho do meu ventre? e como, filho dos meus votos?
2 O que lhe direi, meu filho, filho do meu ventre? Que lhe direi, ó filho dos meus votos?
3 Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos ao que destrói os reis.
3 Não dê às mulheres a sua força, nem os seus caminhos às que destroem os reis.
4 Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes o desejar bebida forte;
4 Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte.
5 Para que bebendo, se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos.
5 Quando eles bebem, se esquecem da lei e pervertem o direito de todos os aflitos.
6 Dai bebida forte ao que está prestes a perecer, e o vinho aos amargurados de espírito.
6 Deem bebida forte aos que estão morrendo e vinho, aos amargurados de espírito;
7 Que beba, e esqueça da sua pobreza, e da sua miséria não se lembre mais.
7 para que bebam e se esqueçam da sua pobreza, e não se lembrem mais da sua miséria.
8 Abre a tua boca a favor do mudo, pela causa de todos que são designados à destruição.
8 Abra a boca a favor do mudo, pelo direito de todos os desamparados.
9 Abre a tua boca; julga retamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados.
9 Abra a boca, julgue retamente e faça justiça aos pobres e aos necessitados.
10 Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis.
10 Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas joias.
11 O coração do seu marido está nela confiado; assim ele não necessitará de despojo.
11 O coração do seu marido confia nela, e não haverá falta de ganho.
12 Ela só lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida.
12 Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida.
13 Busca lã e linho, e trabalha de boa vontade com suas mãos.
13 Busca lã e linho e de bom grado trabalha com as mãos.
14 Como o navio mercante, ela traz de longe o seu pão.
14 É como o navio mercante: de longe traz o seu pão.
15 Levanta-se, mesmo à noite, para dar de comer aos da casa, e distribuir a tarefa das servas.
15 É ainda noite, e ela já se levanta, e dá mantimento à sua casa e tarefa às suas servas.
16 Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com o fruto de suas mãos.
16 Ela examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com a renda do seu trabalho.
17 Cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços.
17 Cinge os lombos com força e fortalece os seus braços.
18 Vê que é boa a sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite.
18 Ela percebe que o seu ganho é bom; a sua lâmpada não se apaga de noite.
19 Estende as suas mãos ao fuso, e suas mãos pegam na roca.
19 Estende as mãos ao fuso, mãos que pegam na roca.
20 Abre a sua mão ao pobre, e estende as suas mãos ao necessitado.
20 Abre a mão aos aflitos; e ainda a estende aos necessitados.
21 Não teme a neve na sua casa, porque toda a sua família está vestida de escarlata.
21 Quanto à sua casa, não teme a neve, pois todos andam vestidos de lã escarlate.
22 Faz para si cobertas de tapeçaria; seu vestido é de seda e de púrpura.
22 Faz para si cobertas, veste-se de linho fino e de púrpura.
23 Seu marido é conhecido nas portas, e assenta-se entre os anciãos da terra.
23 Seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra.
24 Faz panos de linho fino e vende-os, e entrega cintos aos mercadores.
24 Ela faz roupas de linho fino e as vende; ela fornece cintas aos comerciantes.
25 A força e a honra são seu vestido, e se alegrará com o dia futuro.
25 A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações.
26 Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua.
26 Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua.
27 Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça.
27 Cuida do bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça.
28 Levantam-se seus filhos e chamam-na bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva.
28 Seus filhos se levantam e a chamam de bem-aventurada; seu marido a louva, dizendo:
29 Muitas filhas têm procedido virtuosamente, mas tu és, de todas, a mais excelente!
29 “Muitas mulheres são virtuosas no que fazem, mas você supera todas elas.”
30 Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa sim será louvada.
30 Enganosa é a graça, e vã é a formosura, mas a mulher que teme o essa será louvada.
31 Dai-lhe do fruto das suas mãos, e deixe o seu próprio trabalho louvá-la nas portas.
31 Deem a ela o fruto das suas mãos, e que de público as suas obras a louvem.

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