Jó 6

Almeida Corrigida Fiel (ACF, 1994) vs ARA

Sair da comparação
ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Então Jó respondeu, dizendo:
1 Então, Jó respondeu:
2 Oh! se a minha mágoa retamente se pesasse, e a minha miséria juntamente se pusesse numa balança!
2 Oh! Se a minha queixa, de fato, se pesasse, e contra ela, numa balança, se pusesse a minha miséria,
3 Porque, na verdade, mais pesada seria, do que a areia dos mares; por isso é que as minhas palavras têm sido engolidas.
3 esta, na verdade, pesaria mais que a areia dos mares; por isso é que as minhas palavras foram precipitadas.
4 Porque as flechas do TodoPoderoso estão em mim, cujo ardente veneno suga o meu espírito; os terrores de Deus se armam contra mim.
4 Porque as flechas do Todo-Poderoso estão em mim cravadas, e o meu espírito sorve o veneno delas; os terrores de Deus se arregimentam contra mim.
5 Porventura zurrará o jumento montês junto à relva? Ou mugirá o boi junto ao seu pasto?
5 Zurrará o jumento montês junto à relva? Ou mugirá o boi junto à sua forragem?
6 Ou comer-se-á sem sal o que é insípido? Ou haverá gosto na clara do ovo?
6 Comer-se-á sem sal o que é insípido? Ou haverá sabor na clara do ovo?
7 A minha alma recusa tocá-las, pois são para mim como comida repugnante.
7 Aquilo que a minha alma recusava tocar, isso é agora a minha comida repugnante.
8 Quem dera que se cumprisse o meu desejo, e que Deus me desse o que espero!
8 Quem dera que se cumprisse o meu pedido, e que Deus me concedesse o que anelo!
9 E que Deus quisesse quebrantar-me, e soltasse a sua mão, e me acabasse!
9 Que fosse do agrado de Deus esmagar-me, que soltasse a sua mão e acabasse comigo!
10 Isto ainda seria a minha consolação, e me refrigeraria no meu tormento, não me poupando ele; porque não ocultei as palavras do Santo.
10 Isto ainda seria a minha consolação, e saltaria de contente na minha dor, que ele não poupa; porque não tenho negado as palavras do Santo.
11 Qual é a minha força, para que eu espere? Ou qual é o meu fim, para que tenha ainda paciência?
11 Por que esperar, se já não tenho forças? Por que prolongar a vida, se o meu fim é certo?
12 É porventura a minha força a força da pedra? Ou é de cobre a minha carne?
12 Acaso, a minha força é a força da pedra? Ou é de bronze a minha carne?
13 Está em mim a minha ajuda? Ou desamparou-me a verdadeira sabedoria?
13 Não! Jamais haverá socorro para mim; foram afastados de mim os meus recursos.
14 Ao que está aflito devia o amigo mostrar compaixão, ainda ao que deixasse o temor do Todo-Poderoso.
14 Ao aflito deve o amigo mostrar compaixão, a menos que tenha abandonado o temor do Todo-Poderoso.
15 Meus irmãos aleivosamente me trataram, como um ribeiro, como a torrente dos ribeiros que passam,
15 Meus irmãos aleivosamente me trataram; são como um ribeiro, como a torrente que transborda no vale,
16 Que estão encobertos com a geada, e neles se esconde a neve,
16 turvada com o gelo e com a neve que nela se esconde,
17 No tempo em que se derretem com o calor, se desfazem, e em se aquentando, desaparecem do seu lugar.
17 torrente que no tempo do calor seca, emudece e desaparece do seu lugar.
18 Desviam-se as veredas dos seus caminhos; sobem ao vácuo, e perecem.
18 Desviam-se as caravanas dos seus caminhos, sobem para lugares desolados e perecem.
19 Os caminhantes de Tema os vêem; os passageiros de Sabá esperam por eles.
19 As caravanas de Temá procuram essa torrente, os viajantes de Sabá por ela suspiram.
20 Ficam envergonhados, por terem confiado e, chegando ali, se confundem.
20 Ficam envergonhados por terem confiado; em chegando ali, confundem-se.
21 Agora sois semelhantes a eles; vistes o terror, e temestes.
21 Assim também vós outros sois nada para mim; vedes os meus males e vos espantais.
22 Acaso disse eu: Dai-me ou oferecei-me presentes de vossos bens?
22 Acaso, disse eu: dai-me um presente? Ou: oferecei-me um suborno da vossa fazenda?
23 Ou livrai-me das mãos do opressor? Ou redimi-me das mãos dos tiranos?
23 Ou: livrai-me do poder do opressor? Ou: redimi-me das mãos dos tiranos?
24 Ensinai-me, e eu me calarei; e fazei-me entender em que errei.
24 Ensinai-me, e eu me calarei; dai-me a entender em que tenho errado.
25 Oh! quão fortes são as palavras da boa razão! Mas que é o que censura a vossa argüição?
25 Oh! Como são persuasivas as palavras retas! Mas que é o que repreende a vossa repreensão?
26 Porventura buscareis palavras para me repreenderdes, visto que as razões do desesperado são como vento?
26 Acaso, pensais em reprovar as minhas palavras, ditas por um desesperado ao vento?
27 Mas antes lançais sortes sobre o órfão; e cavais uma cova para o amigo.
27 Até sobre o órfão lançaríeis sorte e especularíeis com o vosso amigo?
28 Agora, pois, se sois servidos, olhai para mim; e vede se minto em vossa presença.
28 Agora, pois, se sois servidos, olhai para mim e vede que não minto na vossa cara.
29 Voltai, pois, não haja iniqüidade; tornai-vos, digo, que ainda a minha justiça aparecerá nisso.
29 Tornai a julgar, vos peço, e não haja iniquidade; tornai a julgar, e a justiça da minha causa triunfará.
30 Há porventura iniqüidade na minha língua? Ou não poderia o meu paladar distinguir coisas iníquas?
30 Há iniquidade na minha língua? Não pode o meu paladar discernir coisas perniciosas?

Ler em outra tradução

Comparar com outra

Estude este capítulo no WhatsApp

Peça à IA da Bíblia Fala para explicar Jó 6, comparar traduções ou montar um estudo — tudo direto pelo WhatsApp.