Salmos 56

Versão Católica (VC, 2024) vs ARA

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ARA Almeida Revista e Atualizada 1993
1 Ao mestre de canto. Conforme: Muda pomba de longínquas terras. Cântico de Davi, quando vai para junto dos filisteus, em Get. Tende piedade de mim, ó Deus, porque aos pés me pisam os homens; sem cessar eles me oprimem combatendo.
1 Tem misericórdia de mim, ó Deus, porque o homem procura ferir-me; e me oprime pelejando todo o dia.
2 Meus inimigos continuamente me espezinham, são numerosos os que me fazem guerra.
2 Os que me espreitam continuamente querem ferir-me; e são muitos os que atrevidamente me combatem.
3 Ó Altíssimo, quando o terror me assalta, é em vós que eu ponho a minha confiança.
3 Em me vindo o temor, hei de confiar em ti.
4 É em Deus, cuja promessa eu proclamo, sim, é em Deus que eu ponho minha esperança; nada temo: que mal me pode fazer um ser de carne?
4 Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um mortal?
5 O dia inteiro eles me difamam, seus pensamentos todos são para o meu mal;
5 Todo o dia torcem as minhas palavras; os seus pensamentos são todos contra mim para o mal.
6 Reúnem-se, armam ciladas, observam meus passos, e odeiam a minha vida.
6 Ajuntam-se, escondem-se, espionam os meus passos, como aguardando a hora de me darem cabo da vida.
7 Tratai-os segundo a sua iniqüidade. Ó meu Deus, em vossa cólera, prostrai esses povos.
7 Dá-lhes a retribuição segundo a sua iniquidade. Derriba os povos, ó Deus, na tua ira!
8 Vós conheceis os caminhos do meu exílio, vós recolhestes minhas lágrimas em vosso odre; não está tudo escrito em vosso livro?
8 Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas inscritas no teu livro?
9 Sempre que vos invocar, meus inimigos recuarão: bem sei que Deus está por mim.
9 No dia em que eu te invocar, baterão em retirada os meus inimigos; bem sei isto: que Deus é por mim.
10 É em Deus, cuja promessa eu proclamo,
10 Em Deus, cuja palavra eu louvo, no
11 é em Deus que eu ponho minha esperança; nada temo: que mal me pode fazer um ser de carne?
11 neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer o homem?
12 Os votos que fiz, ó Deus, devo cumpri-los; oferecer-vos-ei um sacrifício de louvor,
12 Os votos que fiz, eu os manterei, ó Deus; render-te-ei ações de graças.
13 porque da morte livrastes a minha vida, e da queda preservastes os meus pés, para que eu ande na presença de Deus, na luz dos vivos.
13 Pois da morte me livraste a alma, sim, livraste da queda os meus pés, para que eu ande na presença de Deus, na luz da vida.

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