Salmos 39

Versão Católica (VC, 2024) vs BKJ

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1 Ao mestre de canto, a Iditum. Salmo de Davi. Disse comigo mesmo: Velarei sobre os meus atos, para não mais pecar com a língua. Porei um freio em meus lábios, enquanto o ímpio estiver diante de mim.
1 Ao músico-chefe, para Jedutum, Salmo de Davi. Eu disse: Tomarei cuidado nos meus caminhos, para que eu não peque com a minha língua; manterei minha boca com um freio, enquanto o perverso estiver diante de mim.
2 Fiquei mudo, mas sem resultado, porque minha dor recrudesceu.
2 Estive mudo em silêncio, eu mantive a minha paz para o bem, e a minha tristeza foi agitada.
3 Meu coração se abrasava dentro de mim, meu pensamento se acendia como um fogo, então eu me pus a falar:
3 Meu coração estava ardente dentro de mim; enquanto eu meditava, o fogo queimava; então eu falei com a minha língua:
4 Fazei-me conhecer, Senhor, o meu fim, e o número de meus dias, para que eu veja como sou efêmero.
4 SENHOR, faz-me conhecer o meu fim, e a medida dos meus dias, o que ela é; para que eu possa saber o quão frágil eu sou.
5 A largura da mão: eis a medida de meus dias, diante de vós minha vida é como um nada; todo homem não é mais que um sopro.
5 Eis que tu fizeste meus dias como um palmo, e minha idade é como nada diante de ti; verdadeiramente, todo homem em seu melhor estado é totalmente vaidade. Selá.
6 De fato, o homem passa como uma sombra, é em vão que ele se agita; amontoa, sem saber quem recolherá.
6 Certamente, todo homem caminha em uma aparência vaidosa; certamente, se perturbam em vão; ele amontoa riquezas, e não sabe quem as apanhará.
7 E agora, Senhor, que posso esperar? Minha confiança está em vós.
7 E agora, Senhor, pelo que espero? Minha esperança está em ti.
8 Livrai-me de todas as faltas, não me abandoneis ao riso dos insensatos.
8 Livra-me de todas as minhas transgressões; não faças de mim a vergonha dos tolos.
9 Calei-me, já não abro a boca, porque sois vós que operais.
9 Eu fiquei mudo, não abri minha boca, porque tu o fizeste.
10 Afastai de mim esse flagelo, pois sucumbo ao rigor de vossa mão.
10 Remove teu golpe para longe de mim; estou consumido pelo golpe de tua mão.
11 Quando punis o homem, fazendo-lhe sentir a sua culpa, consumis, como o faria a traça, o que ele tem de mais caro. Verdadeiramente, apenas um sopro é o homem.
11 Quando com repreensões tu corriges o homem pela iniquidade, fazes com que sua beleza se consuma como a traça; certamente, todo homem é vaidade. Selá.
12 Ouvi, Senhor, a minha oração, escutai os meus clamores, não fiqueis insensível às minhas lágrimas. Diante de vós não sou mais que um viajor, um peregrino, como foram os meus pais.
12 Ouve minha oração, ó SENHOR, e dá ouvidos ao meu clamor; não retenhas tua paz às minhas lágrimas, porque sou um estrangeiro contigo, e um peregrino, como todos os meus pais foram.
13 Afastai de mim a vossa ira para que eu tome alento, antes que me vá para não mais voltar.
13 Ó, poupa-me, para que eu possa recuperar minha força, antes que eu me vá daqui, e não seja mais.

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