Salmos 144
Versão Católica (VC, 2024) vs ARA
1 De Davi. Bendito seja o Senhor, meu rochedo, que adestra minhas mãos para o combate, meus dedos para a guerra;
1 Bendito seja o Senhor , rocha minha, que me adestra as mãos para a batalha e os dedos, para a guerra;
2 meu benfeitor e meu refúgio, minha cidadela e meu libertador, meu escudo e meu asilo, que submete a mim os povos.
2 minha misericórdia e fortaleza minha, meu alto refúgio e meu libertador, meu escudo, aquele em quem confio e quem me submete o meu povo.
3 Que é o homem, Senhor, para cuidardes dele, que é o filho do homem para que vos ocupeis dele?
3 Senhor , que é o homem para que dele tomes conhecimento? E o filho do homem, para que o estimes?
4 O homem é semelhante ao sopro da brisa, seus dias são como a sombra que passa.
4 O homem é como um sopro; os seus dias, como a sombra que passa.
5 Inclinai, Senhor, os vossos céus e descei, tocai as montanhas para que se abrasem,
5 Abaixa, Senhor , os teus céus e desce; toca os montes, e fumegarão.
6 fulminai o raio e dispersai-os, lançai vossas setas e afugentai-os.
6 Despede relâmpagos e dispersa os meus inimigos; arremessa as tuas flechas e desbarata-os.
7 Estendei do alto a vossa mão, tirai-me do caudal, das mãos do estrangeiro,
7 Estende a mão lá do alto; livra-me e arrebata-me das muitas águas e do poder de estranhos,
8 cuja boca só diz mentiras e cuja mão só faz juramentos falsos.
8 cuja boca profere mentiras, e cuja direita é direita de falsidade.
9 Ó Deus, cantar-vos-ei um cântico novo, louvar-vos-ei com a harpa de dez cordas.
9 A ti, ó Deus, entoarei novo cântico; no saltério de dez cordas, te cantarei louvores.
10 Vós que aos reis dais a vitória, que livrastes Davi, vosso servo;
10 É ele quem dá aos reis a vitória; quem livra da espada maligna a Davi, seu servo.
11 salvai-me da espada da malícia, e livrai-me das mãos de estrangeiros, cuja boca só diz mentiras e cuja mão só faz juramentos falsos.
11 Livra-me e salva-me do poder de estranhos, cuja boca profere mentiras, e cuja direita é direita de falsidade.
12 Sejam nossos filhos como as plantas novas, que crescem na sua juventude; sejam nossas filhas como as colunas angulares esculpidas, como os pilares do templo.
12 Que nossos filhos sejam, na sua mocidade, como plantas viçosas, e nossas filhas, como pedras angulares, lavradas como colunas de palácio;
13 Encham-se os nossos celeiros de frutos variados e abundantes, multipliquem-se aos milhares nossos rebanhos, por miríades cresçam eles em nossos campos; sejam fecundas as nossas novilhas.
13 que transbordem os nossos celeiros, atulhados de toda sorte de provisões; que os nossos rebanhos produzam a milhares e a dezenas de milhares, em nossos campos;
14 Não haja brechas em nossos muros, nem ruptura, nem lamentações em nossas praças.
14 que as nossas vacas andem pejadas, não lhes haja rotura, nem mau sucesso. Não haja gritos de lamento em nossas praças.
15 Feliz o povo agraciado com tais bens, feliz o povo cujo Deus é o Senhor.
15 Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! Sim, bem-aventurado é o povo cujo Deus é o
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