Provérbios 26

Versão Católica (VC, 2024) vs NVT

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NVT Nova Versão Transformadora
1 Assim como a neve é imprópria no estio e a chuva na ceifa, do mesmo modo não convém ao insensato a consideração.
1 Como neve no verão e chuva na colheita, assim a honra é imprópria para o tolo.
2 Como um pássaro que foge, uma andorinha que voa: uma maldição injustificada permanece sem efeito.
2 Como o pardal que alça voo e a andorinha que atravessa o céu, a maldição imerecida não pousa sobre quem ela é dirigida.
3 O açoite para o cavalo, o freio para o asno: a vara para as costas do tolo.
3 Conduza o cavalo com o chicote, o jumento com o freio e o tolo com a vara nas costas.
4 Não respondas ao néscio segundo sua insensatez, para não seres semelhante a ele.
4 Não responda aos argumentos insensatos do tolo, para que não se torne tolo como ele.
5 Responde ao tolo segundo sua loucura para que ele não se julgue sábio aos seus olhos.
5 Responda aos argumentos insensatos do tolo, para que ele não se considere sábio.
6 Corta os pés, bebe aflições quem confia uma mensagem a um tolo.
6 Confiar ao tolo a responsabilidade de transmitir uma mensagem é como cortar o próprio pé ou beber veneno.
7 As pernas de um coxo não têm força: do mesmo modo uma sentença na boca de um tolo.
7 Um provérbio na boca do tolo é tão inútil quanto uma perna paralisada.
8 É colocar pedra na funda cumprimentar um tolo.
8 Honrar o tolo é tão insensato quanto amarrar a pedra à atiradeira.
9 Um espinho que cai na mão de um embriagado: tal é uma sentença na boca dos insensatos.
9 Um provérbio na boca do tolo é como um ramo cheio de espinhos na mão de um bêbado.
10 Um arqueiro que fere a todos: tal é aquele que emprega um tolo ou um embriagado.
10 Quem contrata um tolo ou o primeiro que passa é como o arqueiro que atira ao acaso.
11 Um cão que volta ao seu vômito: tal é o louco que reitera suas loucuras.
11 Como o cão volta a seu vômito, assim o tolo repete sua insensatez.
12 Tu tens visto um homem que se julga sábio? Há mais a esperar de um tolo do que dele.
12 Há mais esperança para o tolo que para aquele que se considera sábio.
13 Há um leão no caminho, diz o preguiçoso, um leão na estrada!
13 O preguiçoso diz: “Há um leão no caminho! Tenho certeza de que há um leão lá fora!”.
14 A porta gira sobre seus gonzos: assim o preguiçoso no seu leito.
14 Como a porta gira nas dobradiças, assim o preguiçoso se revira na cama.
15 O preguiçoso põe sua mão no prato e custa-lhe muito levá-la à boca.
15 O preguiçoso pega a comida na mão, mas não se dá o trabalho de levá-la à boca.
16 O preguiçoso julga-se mais sábio do que sete homens que respondem com prudência.
16 O preguiçoso se considera mais esperto que sete conselheiros sábios.
17 É pegar pelas orelhas um cão que passa envolver-se num debate que não interessa.
17 Meter-se em discussão alheia é como puxar um cachorro pelas orelhas.
18 Um louco furioso que lança chamas, flechas e morte:
18 O louco que atira com arma mortal causa tanto estrago
19 tal é o homem que engana seu próximo e diz em seguida: mas, era para brincar.
19 quanto quem mente para um amigo e depois diz: “Estava só brincando!”.
20 Sem lenha o fogo se apaga: desaparecido o relator, acaba-se a questão.
20 Sem lenha, o fogo apaga; sem intrigas, as brigas cessam.
21 Carvão sobre a brasa, lenha sobre o fogo: tal é um intrigante para atiçar uma disputa.
21 Como as brasas acendem o carvão e o fogo acende a lenha, assim o briguento provoca conflitos.
22 As palavras do mexeriqueiro são como guloseimas: penetram até o fundo das entranhas.
22 Calúnias são como petiscos saborosos que descem até o íntimo de quem ouve.
23 Uma liga de prata sobre o pote de argila: tais são as palavras ardentes com um coração malévolo.
23 Palavras suaves podem esconder um coração perverso, como uma camada de esmalte cobre o vaso de barro.
24 O que odeia, fala com dissimulação; no seu interior maquina a fraude;
24 As pessoas podem encobrir o ódio com palavras agradáveis, mas isso não passa de engano.
25 quando ele falar com amabilidade, não te fies nele porque há sete abominações em seu coração;
25 Ainda que pareçam amáveis, não acredite nelas; seu coração está cheio de maldade.
26 pode dissimular seu ódio sob aparências, e sua malícia acabará por ser revelada ao público.
26 Mesmo que escondam o ódio dissimuladamente, sua maldade será exposta em público.
27 Quem cava uma fossa, ali cai; quem rola uma pedra, cairá debaixo dela.
27 Quem prepara uma armadilha para outros nela cairá; quem rola uma pedra sobre outros por ela será esmagado.
28 A língua mendaz odeia aqueles que ela atinge, a boca enganosa conduz à ruína.
28 A língua mentirosa odeia suas vítimas; palavras bajuladoras causam ruína.

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