Provérbios 21
Versão Católica (VC, 2024) vs NVI
1 O coração do rei é uma água fluente nas mãos do Senhor: ele o inclina para qualquer parte que quiser.
1 O coração do rei é como um rio controlado pelo Senhor; ele o dirige para onde quer.
2 Os caminhos do homem parecem retos aos seus olhos, mas cabe ao Senhor pesar os corações.
2 Todos os caminhos do homem lhe parecem justos, mas o Senhor pesa o coração.
3 A prática da justiça e da eqüidade vale aos olhos do Senhor mais que os sacrifícios.
3 Fazer o que é justo e certo é mais aceitável ao Senhor do que oferecer sacrifícios.
4 Olhares altivos ensoberbecem o coração; o luzeiro dos ímpios é o pecado.
4 A vida de pecado dos ímpios se vê no olhar orgulhoso e no coração arrogante,
5 Os planos do homem ativo produzem abundância; a precipitação só traz penúria.
5 Os planos bem elaborados levam à fartura; mas o apressado sempre acaba na miséria.
6 Tesouros adquiridos pela mentira: vaidade passageira para os que procuram a morte.
6 A fortuna obtida com língua mentirosa é ilusão fugidia e armadilha mortal.
7 A violência dos ímpios os conduz à {ruína}, porque se recusam a praticar a justiça.
7 A violência dos ímpios os arrastará, pois recusam-se a agir corretamente.
8 O caminhos do perverso é tortuoso, mas o inocente age com retidão.
8 O caminho do culpado é tortuoso, mas a conduta do inocente é reta.
9 Melhor é habitar num canto do terraço do que conviver com uma mulher impertinente.
9 Melhor é viver num canto sob o telhado do que repartir a casa com uma mulher briguenta.
10 A alma do ímpio deseja o mal; nem mesmo seu amigo encontrará graça a seus olhos.
10 O desejo do perverso é fazer o mal; ele não tem dó do próximo.
11 Quando se pune o zombador, o simples torna-se sábio; quando se adverte o sábio, ele adquire a ciência.
11 Quando o zombador é castigado, o inexperiente obtém sabedoria; quando o sábio recebe instrução, obtém conhecimento.
12 O justo observa a cada do ímpio e precipita os maus na desventura.
12 O justo observa a casa dos ímpios e os faz cair na desgraça.
13 Quem se faz de surdo aos gritos do pobre não será ouvido, quando ele mesmo clamar.
13 Quem fecha os ouvidos ao clamor dos pobres também clamará e não terá resposta.
14 Um presente dado sob o manto extingue a cólera; uma oferta concebida às ocultas acalma um furor violento.
14 O presente que se faz em segredo acalma a ira, e o suborno oferecido às ocultas apazigua a maior fúria.
15 Para o justo é uma alegria a prática da justiça, mas é um terror para aqueles que praticam a iniqüidade.
15 Quando se faz justiça, o justo se alegra, mas os malfeitores se apavoram.
16 O homem que se desvia do caminho da prudência repousará na companhia das trevas.
16 Quem se afasta do caminho da sensatez repousará na companhia dos mortos.
17 O que ama os banquetes será um homem indigente; o que ama o vinho e o óleo não se enriquecerá.
17 Quem se entrega aos prazeres passará necessidade; quem se apega ao vinho e ao azeite jamais será rico.
18 O ímpio serve de resgate para o justo e o pérfido para os homens retos.
18 O ímpio serve de resgate para o justo, e o infiel, para o homem íntegro.
19 Melhor é habitar no deserto do que com uma mulher impertinente e intrigante.
19 Melhor é viver no deserto do que com uma mulher briguenta e amargurada.
20 Na casa do sábio há preciosas reservas e óleo; um homem imprudente, porém, os absorverá.
20 Na casa do sábio há comida e azeite armazenados, mas o tolo devora tudo o que pode.
21 Quem segue a justiça e a misericórdia, achará vida, justiça e glória.
21 Quem segue a justiça e a lealdade encontra vida, justiça e honra.
22 O sábio toma de assalto a cidade dos heróis: destrói a fortaleza em que depositava confiança.
22 O sábio conquista a cidade dos valentes e derruba a fortaleza em que eles confiam.
23 Quem vigia sua boca e sua língua preserva sua vida da angústia.
23 Quem é cuidadoso no que fala evita muito sofrimento.
24 Chamamos de zombador um soberbo arrogante, que age com orgulho desmedido.
24 O vaidoso e arrogante, chama-se zombador; ele age com extremo orgulho.
25 Os desejos do preguiçoso o matam porque suas mãos recusam o trabalho;
25 O preguiçoso morre de tanto desejar e de nunca pôr as mãos no trabalho.
26 passam todo o dia a desejar com ardor, mas quem é justo dá largamente.
26 O dia inteiro ele deseja mais e mais, enquanto o justo reparte sem cessar.
27 O sacrifício dos ímpios é abominável, mormente quando o oferecem com má intenção.
27 O sacrifício dos ímpios já por si é detestável; quanto mais quando oferecido com más intenções.
28 A testemunha mentirosa perecerá, mas o homem que escuta sempre poderá falar.
28 A testemunha falsa perecerá, mas o testemunho do homem bem informado permanecerá.
29 O ímpio aparenta um ar firme; o homem correto consolida seu proceder.
29 O ímpio mostra no rosto a sua arrogância, mas o justo mantém em ordem o seu caminho.
30 Nem a sabedoria, nem prudência, nem conselho podem prevalescer contra o Senhor.
30 Não há sabedoria alguma, nem discernimento algum, nem plano algum que possa opor-se ao Senhor.
31 Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, mas é do senhor que depende a vitória.
31 Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, mas o Senhor é que dá a vitória.
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