Provérbios 1
Versão Católica (VC, 2024) vs NAA
1 Provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel,
1 Provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel,
2 para conhecer a sabedoria e a instrução, para compreender as palavras sensatas,
2 para aprender a sabedoria e o ensino; para entender as palavras de inteligência;
3 para adquirir as lições do bom senso, da justiça, da eqüidade e da retidão;
3 para obter o ensino do bom proceder, a justiça, o juízo e a equidade;
4 para dar aos simples o discernimento, ao adolescente a ciência e a reflexão.
4 para dar prudência aos simples e conhecimento e discernimento aos jovens.
5 Que o sábio escute, e aumentará seu saber, e o homem inteligente adquirirá prudência
5 Que o sábio ouça e cresça em prudência; e que o instruído adquira habilidade
6 para compreender os provérbios, as alegorias, as máximas dos sábios e seus enigmas.
6 para entender provérbios e parábolas, as palavras e os enigmas dos sábios.
7 O temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução.
7 O temor do Senhor é o princípio do saber, mas os insensatos desprezam a sabedoria e o ensino.
8 Ouve, meu filho, a instrução de teu pai: não desprezes o ensinamento de tua mãe.
8 Meu filho, ouça o ensino de seu pai e não despreze a instrução de sua mãe.
9 Isto será, pois, um diadema de graça para tua cabeça e um colar para teu pescoço.
9 Porque serão um diadema de graça para a sua cabeça e colares para o seu pescoço.
10 Meu filho, se pecadores te quiserem seduzir, não consintas;
10 Meu filho, se os pecadores quiserem seduzir você, não consinta.
11 se te disserem: Vem conosco, faremos emboscadas, para {derramar} sangue, armaremos ciladas ao inocente, sem motivo,
11 Talvez eles digam: “Venha conosco! Vamos preparar uma emboscada para matar alguém; vamos espreitar os inocentes, ainda que sem motivo.
12 como a região dos mortos devoremo-lo vivo, inteiro, como aquele que desce à cova.
12 Vamos engoli-los vivos, como o mundo dos mortos, e inteiros, como os que descem ao abismo.
13 Nós acharemos toda a sorte de coisas preciosas, nós encheremos nossas casas de despojos.
13 Acharemos todo tipo de bens preciosos; encheremos a nossa casa de despojos.
14 Tu desfrutarás tua parte conosco, uma só será a bolsa comum de todos nós!
14 Junte-se a nós! Teremos todos uma só bolsa.”
15 Oh, não andes com eles, afasta teus passos de suas sendas,
15 Meu filho, não se ponha a caminho com eles; fique com os seus pés longe das suas veredas!
16 porque seus passos se dirigem para o mal, e se apressam a derramar sangue.
16 Porque os pés deles correm para o mal e se apressam a derramar sangue.
17 Debalde se lança a rede diante daquele que tem asas.
17 Pois em vão se estende a rede se a ave estiver olhando;
18 Eles mesmos armam emboscadas contra seu próprio sangue e se enganam a si mesmos.
18 mas estes armam emboscadas contra o seu próprio sangue e ficam à espreita contra a própria vida.
19 Tal é a sorte de todo homem ávido de riqueza: arrebata a vida àquele que a detém.
19 Este é o fim de todo ganancioso; e este espírito de ganância tira a vida de quem o possui.
20 A Sabedoria clama nas ruas, eleva sua voz na praça,
20 A Sabedoria grita nas ruas; nas praças, levanta a sua voz.
21 clama nas esquinas da encruzilhada, à entrada das portas da cidade ela faz ouvir sua voz: e até quando os que zombam se comprazerão na zombaria?
21 Do alto das muralhas clama, à entrada dos portões e nas cidades profere as suas palavras:
22 Até quando, insensatos, amareis a tolice, e os tolos odiarão a ciência?
22 “Até quando vocês, ingênuos, amarão a ingenuidade? E vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria? E vocês, tolos, até quando odiarão o conhecimento?
23 Convertei-vos às minhas admoestações, espalharei sobre vós o meu espírito, ensinar-vos-ei minhas palavras.
23 Deem ouvidos à minha repreensão; eis que derramarei o meu espírito sobre vocês e lhes darei a conhecer as minhas palavras.
24 Uma vez que recusastes o meu chamado e ninguém prestou atenção quando estendi a mão,
24 Mas porque clamei, e vocês se recusaram a ouvir; porque estendi a minha mão, e não houve quem atendesse;
25 uma vez que negligenciastes todos os meus conselhos e não destes ouvidos às minhas admoestações,
25 — pelo contrário, rejeitaram todo o meu conselho e não quiseram a minha repreensão —
26 também eu me rirei do vosso infortúnio e zombarei, quando vos sobrevier um terror,
26 também eu darei risada da desgraça de vocês; ficarei zombando quando chegar o terror,
27 quando vier sobre vós um pânico, como furacão; quando se abater sobre vós a calamidade, como a tempestade; e quando caírem sobre vós tribulação e angústia.
27 quando o terror chegar como a tormenta, quando a calamidade chegar como o redemoinho, quando lhes sobrevierem o aperto e a angústia.
28 Então me chamarão, mas não responderei; procurar-me-ão, mas não atenderei.
28 Então eles me invocarão, mas eu não responderei; sairão à minha procura, porém não me encontrarão.
29 Porque detestam a ciência sem lhe antepor o temor do Senhor,
29 Porque odiaram o conhecimento e não preferiram o temor do
30 porque repelem meus conselhos com desprezo às minhas exortações;
30 não quiseram o meu conselho e desprezaram toda a minha repreensão.
31 comerão do fruto dos seus erros e se saciarão com seus planos,
31 Portanto, comerão do fruto da sua conduta e dos seus próprios conselhos se fartarão.
32 porque a apostasia dos tolos os mata e o desleixo dos insensatos os perde.
32 Os ingênuos são mortos porque se desviam da sabedoria; os tolos são destruídos por estarem satisfeitos consigo mesmos.
33 Aquele que me escuta, porém, habitará com segurança, viverá tranqüilo, sem recear dano algum.
33 Mas o que me der ouvidos habitará seguro, tranquilo e sem temor do mal.”
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