Lucas 9

Versão Católica (VC, 2024) vs NTLH

Sair da comparação
NTLH Nova Tradução na Linguagem de Hoje 2000
1 Reunindo Jesus os doze apóstolos, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios, e para curar enfermidades.
1 Jesus chamou os doze discípulos e lhes deu poder e autoridade para expulsar todos os demônios e curar doenças.
2 Enviou-os a pregar o Reino de Deus e a curar os enfermos.
2 Então os enviou para anunciarem o Reino de Deus e curarem os doentes.
3 Disse-lhes: Não leveis coisa alguma para o caminho, nem bordão, nem mochila, nem pão, nem dinheiro, nem tenhais duas túnicas.
3 Ele disse:
4 Em qualquer casa em que entrardes, ficai ali até que deixeis aquela localidade.
4 Quando vocês entrarem numa cidade, fiquem na casa em que forem recebidos até irem embora daquele lugar.
5 Onde ninguém vos receber, deixai aquela cidade e em testemunho contra eles sacudi a poeira dos vossos pés.
5 Mas, se forem mal recebidos, saiam logo daquela cidade. E na saída sacudam o pó das suas sandálias, como sinal de protesto contra aquela gente.
6 Partiram, pois, e percorriam as aldeias, pregando o Evangelho e fazendo curas por toda parte.
6 Os discípulos então saíram de viagem e andaram por todos os povoados, anunciando o evangelho e curando doentes por toda parte.
7 O tetrarca Herodes ouviu falar de tudo o que Jesus fazia e ficou perplexo. Uns diziam: É João que ressurgiu dos mortos; outros: É Elias que apareceu;
7 Herodes, o governador da Galileia, ouviu falar de tudo o que estava acontecendo e ficou sem saber o que pensar. Pois alguns diziam que João Batista tinha sido ressuscitado,
8 e ainda outros: É um dos antigos profetas que ressuscitou.
8 outros diziam que Elias tinha aparecido, e outros ainda que um dos antigos profetas havia ressuscitado.
9 Mas Herodes dizia: Eu degolei João. Quem é, pois, este, de quem ouço tais coisas? E procurava ocasião de vê-lo.
9 Mas Herodes disse: — Eu mesmo mandei cortar a cabeça de João. Quem será então esse homem de quem ouço falar essas coisas? E Herodes procurava ver Jesus.
10 Os apóstolos, ao voltarem, contaram a Jesus tudo o que haviam feito. Tomando-os ele consigo à parte, dirigiu-se a um lugar deserto para o lado de Betsaida.
10 Os apóstolos voltaram e contaram a Jesus tudo o que haviam feito. Então ele os levou consigo, e foram sozinhos para o povoado de Betsaida.
11 Logo que a multidão o soube, o foi seguindo; Jesus recebeu-os e falava-lhes do Reino de Deus. Restabelecia também a saúde dos doentes.
11 Mas as multidões souberam disso e o seguiram. E Jesus os recebeu, falou a respeito do Reino de Deus e curou os que precisavam ser curados.
12 Ora, o dia começava a declinar e os Doze foram dizer-lhe: Despede as turbas, para que vão pelas aldeias e sítios da vizinhança e procurem alimento e hospedagem, porque aqui estamos num lugar deserto.
12 Estava anoitecendo, e por isso os doze apóstolos foram e disseram a Jesus: — Mande esta gente embora. Eles podem ir aos povoados e sítios que ficam por perto daqui e lá encontrarão o que comer e onde ficar, pois este lugar é deserto.
13 Jesus replicou-lhes: Dai-lhes vós mesmos de comer. Retrucaram eles: Não temos mais do que cinco pães e dois peixes, a menos que nós mesmos vamos e compremos mantimentos para todo este povo.
13 Mas Jesus respondeu: Os discípulos disseram: — Só temos cinco pães e dois peixes. O senhor quer que a gente vá comprar comida para toda esta multidão?
14 {Pois eram quase cinco mil homens.} Jesus disse aos discípulos: Mandai-os sentar, divididos em grupos de cinqüenta.
14 Estavam ali mais ou menos cinco mil homens. Jesus ordenou aos seus discípulos:
15 Assim o fizeram e todos se assentaram.
15 Os discípulos obedeceram e mandaram que todos se sentassem.
16 Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou-os, partiu-os e deu-os a seus discípulos, para que os servissem ao povo.
16 Aí Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes, olhou para o céu e deu graças a Deus por eles. Depois partiu os pães e os peixes e os entregou aos discípulos para que eles distribuíssem ao povo.
17 E todos comeram e ficaram fartos. Do que sobrou recolheram ainda doze cestos de pedaços.
17 Todos comeram e ficaram satisfeitos, e os discípulos ainda encheram doze cestos com os pedaços que sobraram.
18 Num dia em que ele estava a orar a sós com os discípulos, perguntou-lhes: Quem dizem que eu sou?
18 Certa vez Jesus estava sozinho, orando, e os discípulos chegaram perto dele. Então ele perguntou:
19 Responderam-lhe: Uns dizem que és João Batista; outros, Elias; outros pensam que ressuscitou algum dos antigos profetas.
19 Eles responderam: — Alguns dizem que o senhor é João Batista; outros, que é Elias; e outros, que é um dos
20 Perguntou-lhes, então: E vós, quem dizeis que eu sou? Pedro respondeu: O Cristo de Deus.
20 — E vocês? Quem vocês dizem que eu sou? — perguntou Jesus. Pedro respondeu: — O
21 Ordenou-lhes energicamente que não o dissessem a ninguém.
21 Então Jesus proibiu os discípulos de contarem isso a qualquer pessoa.
22 Ele acrescentou: É necessário que o Filho do Homem padeça muitas coisas, seja rejeitado pelos anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas. É necessário que seja levado à morte e que ressuscite ao terceiro dia.
22 E continuou:
23 Em seguida, dirigiu-se a todos: Se alguém quer vir após mim, renegue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me.
23 Depois disse a todos:
24 Porque, quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem sacrificar a sua vida por amor de mim, salvá-la-á.
24 Pois quem põe os seus próprios interesses em primeiro lugar nunca terá a vida verdadeira; mas quem esquece a si mesmo por minha causa terá a vida verdadeira.
25 Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vem a perder-se a si mesmo e se causa a sua própria ruína?
25 O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira e ser destruído?
26 Se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do Homem se envergonhará dele, quando vier na sua glória, na glória de seu Pai e dos santos anjos.
26 Pois, se alguém tiver vergonha de mim e do meu ensinamento, então o Filho do Homem também terá vergonha dessa pessoa, quando ele vier na sua
27 Em verdade vos digo: dos que aqui se acham, alguns há que não morrerão, até que vejam o Reino de Deus.
27 Eu afirmo a vocês que estão aqui algumas pessoas que não morrerão antes de ver o
28 Passados uns oitos dias, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, e subiu ao monte para orar.
28 Mais ou menos uma semana depois de ter dito essas coisas, Jesus levou Pedro, João e Tiago e subiu o monte para orar.
29 Enquanto orava, transformou-se o seu rosto e as suas vestes tornaram-se resplandecentes de brancura.
29 Enquanto orava, o seu rosto mudou de aparência, e a sua roupa ficou muito branca e brilhante.
30 E eis que falavam com ele dois personagens: eram Moisés e Elias,
30 De repente, dois homens apareceram ali e começaram a falar com ele. Eram Moisés e Elias,
31 que apareceram envoltos em glória, e falavam da morte dele, que se havia de cumprir em Jerusalém.
31 que estavam cercados por um brilho celestial. Eles falavam com Jesus a respeito da morte que, de acordo com a vontade de Deus, ele ia sofrer em Jerusalém.
32 Entretanto, Pedro e seus companheiros tinham-se deixado vencer pelo sono; ao despertarem, viram a glória de Jesus e os dois personagens em sua companhia.
32 Pedro e os seus companheiros estavam dormindo profundamente, mas acordaram e viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com ele.
33 Quando estes se apartaram de Jesus, Pedro disse: Mestre, é bom estarmos aqui. Podemos levantar três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias!... Ele não sabia o que dizia.
33 Quando esses dois homens estavam se afastando de Jesus, Pedro disse: — Mestre, como é bom estarmos aqui! Vamos armar três barracas: uma para o senhor, outra para Moisés e outra para Elias. Pedro não sabia o que estava dizendo.
34 Enquanto ainda assim falava, veio uma nuvem e encobriu-os com a sua sombra; e os discípulos, vendo-os desaparecer na nuvem, tiveram um grande pavor.
34 Ele ainda estava falando, quando apareceu uma nuvem e os cobriu. Os discípulos ficaram com medo quando a nuvem desceu sobre eles.
35 Então da nuvem saiu uma voz: Este é o meu Filho muito amado; ouvi-o!
35 E da nuvem veio uma voz, que disse: — Este é o meu Filho, o meu escolhido. Escutem o que ele diz!
36 E, enquanto ainda ressoava esta voz, achou-se Jesus sozinho. Os discípulos calaram-se e a ninguém disseram naqueles dias coisa alguma do que tinham visto.
36 Quando a voz parou, eles viram que Jesus estava sozinho. Os discípulos ficaram calados e naquela ocasião não disseram nada a ninguém sobre o que tinham visto.
37 No dia seguinte, descendo eles do monte, veio ao encontro de Jesus uma grande multidão.
37 No dia seguinte eles desceram do monte, e uma grande multidão veio se encontrar com Jesus.
38 Eis que um homem exclamou do meio da multidão: Mestre, rogo-te que olhes para meu filho, pois é o único que tenho.
38 Aí um homem que estava no meio do povo começou a gritar: — Mestre, peço ao senhor pelo meu filho, o meu único filho!
39 Um espírito se apodera dele e subitamente dá gritos, lança-o por terra, agita-o com violência, fá-lo espumar e só o larga depois de o deixar todo ofegante.
39 Um espírito mau o agarra, e, de repente, o menino dá um grito e começa a ter convulsões e a espumar pela boca. O espírito o maltrata e não o solta de jeito nenhum.
40 Pedi a teus discípulos que o expelissem, mas não o puderam fazer.
40 Já pedi aos discípulos do senhor que expulsassem o espírito mau, mas eles não conseguiram.
41 Respondeu Jesus: Ó geração incrédula e perversa, até quando estarei convosco e vos aturarei? Traze cá teu filho.
41 Jesus respondeu: Então disse ao homem: — Traga o seu filho aqui.
42 E quando ele ia chegando, o demônio lançou-o por terra e agitou-o violentamente. Mas Jesus intimou o espírito imundo, curou o menino e o restituiu a seu pai.
42 Quando o menino estava chegando, teve um ataque, e o demônio o jogou no chão. Então Jesus deu uma ordem ao espírito mau, curou o menino e o entregou ao pai.
43 Todos ficaram pasmados ante a grandeza de Deus. Como todos se admirassem de tudo o que Jesus fazia, disse ele a seus discípulos:
43 E todos ficaram admirados com o grande poder de Deus. Todos estavam admirados com o que Jesus fazia, e ele disse aos discípulos:
44 Gravai nos vossos corações estas palavras: O Filho do Homem há de ser entregue às mãos dos homens!
44 — Não esqueçam o que vou dizer a vocês: o
45 Eles, porém, não entendiam esta palavra e era-lhes obscura, de modo que não alcançaram o seu sentido; e tinham medo de lhe perguntar a este respeito.
45 Mas eles não entenderam isso, pois o que essas palavras queriam dizer tinha sido escondido deles para que não as entendessem. E eles estavam com medo de fazer perguntas a Jesus sobre o assunto.
46 Veio-lhes então o pensamento de qual deles seria o maior.
46 Os discípulos começaram a conversar sobre qual deles era o mais importante.
47 Penetrando Jesus nos pensamentos de seus corações, tomou um menino, colocou-o junto de si e disse-lhes:
47 Mas Jesus sabia o que eles estavam pensando. Então pegou uma criança e a pôs ao seu lado.
48 Todo o que recebe este menino em meu nome, a mim é que recebe; e quem recebe a mim, recebe aquele que me enviou; pois quem dentre vós for o menor, esse será grande.
48 Aí disse:
49 João tomou a palavra e disse: Mestre, vimos um homem que expelia demônios em teu nome, e nós lho proibimos, porque não é dos nossos.
49 João disse: — Mestre, vimos um homem que expulsa demônios pelo poder do nome do senhor, mas nós o proibimos de fazer isso porque ele não é do nosso grupo.
50 Mas Jesus lhe disse: Não lho proibais; porque, o que não é contra vós, é a vosso favor.
50 Então Jesus disse a João e aos outros discípulos:
51 Aproximando-se o tempo em que Jesus devia ser arrebatado deste mundo, ele resolveu dirigir-se a Jerusalém.
51 Como estava chegando o tempo de Jesus ir para o céu, ele resolveu ir para Jerusalém.
52 Enviou diante de si mensageiros que, tendo partido, entraram em uma povoação dos samaritanos para lhe arranjar pousada.
52 Então mandou que alguns mensageiros fossem na frente. No caminho eles entraram em um povoado da região de Samaria a fim de prepararem um lugar para ele.
53 Mas não o receberam, por ele dar mostras de que ia para Jerusalém.
53 Mas os moradores dali não quiseram receber Jesus porque viram que ele estava indo para Jerusalém.
54 Vendo isto, Tiago e João disseram: Senhor, queres que mandemos que desça fogo do céu e os consuma?
54 Quando os seus discípulos Tiago e João viram isso, disseram: — O senhor quer que a gente mande descer fogo do céu para acabar com estas pessoas?
55 Jesus voltou-se e repreendeu-os severamente. {Não sabeis de que espírito sois animados.
55 Porém Jesus, virando-se para eles, os repreendeu.
56 O Filho do Homem não veio para perder as vidas dos homens, mas para salvá-las.} Foram então para outra povoação.
56 Então ele e os seus discípulos foram para outro povoado.
57 Enquanto caminhavam, um homem lhe disse: Senhor, seguir-te-ei para onde quer que vás.
57 Quando Jesus e os discípulos iam pelo caminho, um homem disse a Jesus: — Eu estou pronto a seguir o senhor para qualquer lugar onde o senhor for.
58 Jesus replicou-lhe: As raposas têm covas e as aves do céu, ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.
58 Então Jesus disse:
59 A outro disse: Segue-me. Mas ele pediu: Senhor, permite-me ir primeiro enterrar meu pai.
59 Aí ele disse para outro homem: Mas ele respondeu: — Senhor, primeiro deixe que eu volte e sepulte o meu pai.
60 Mas Jesus disse-lhe: Deixa que os mortos enterrem seus mortos; tu, porém, vai e anuncia o Reino de Deus.
60 Jesus disse:
61 Um outro ainda lhe falou: Senhor, seguir-te-ei, mas permite primeiro que me despeça dos que estão em casa.
61 Outro homem disse: — Eu seguirei o senhor, mas primeiro deixe que eu vá me despedir da minha família.
62 Mas Jesus disse-lhe: Aquele que põe a mão no arado e olha para trás, não é apto para o Reino de Deus.
62 Jesus respondeu:

Ler em outra tradução

Comparar com outra

Estude este capítulo no WhatsApp

Peça à IA da Bíblia Fala para explicar Lucas 9, comparar traduções ou montar um estudo — tudo direto pelo WhatsApp.