Jeremias 52
Versão Católica (VC, 2024) vs BKJ
1 Tinha Sedecias vinte e um anos ao começar seu reinado. Seu reino durou onze anos em Jerusalém. Chamava-se sua mãe Amital, filha de Jeremias, e era natural de Lobna.
1 Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar, e ele reinou onze anos em Jerusalém. E o nome de sua mãe era Hamutal, filha de Jeremias, de Libna.
2 Como Joaquim, ele também praticou o mal aos olhos do Senhor.
2 E ele fez aquilo que era mau aos olhos do SENHOR, conforme tudo que Jeoiaquim tinha feito.
3 Assim aconteceu em Jerusalém e Judá, por querer o Senhor, em sua cólera, repeli-los para longe de sua presença.
3 Porquanto, por causa da ira do SENHOR, isto aconteceu em Jerusalém e em Judá, até ele os ter expelido de sua presença, e Zedequias rebelou-se contra o rei de Babilônia.
4 No nono ano de seu reinado, no décimo dia do décimo mês, foi Nabucodonosor, com todo o seu exército, contra Jerusalém, armando e construindo fortificações em torno dela.
4 E, aconteceu que, no nono ano de seu reinado, no décimo mês, no décimo dia do mês, veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio, ele e todo seu exército, contra Jerusalém, e acamparam-se contra ela, e edificaram fortificações contra ela ao redor.
5 Até o décimo primeiro ano do reinado de Sedecias perdurou o sítio da cidade.
5 Então a cidade foi sitiada até o décimo primeiro ano do rei Zedequias.
6 No nono dia do quarto mês, como a fome invadisse a cidade e não tivesse a população o que comer,
6 E no quarto mês, no nono dia do mês, a fome era intensa na cidade, que não havia pão para o povo da terra.
7 uma brecha foi feita na muralha da cidade e, à noite, fugiram os guerreiros pelo caminho da porta entre os dois muros, perto do jardim do rei, enquanto os caldeus cercavam a cidade. Tomaram esses homens o caminho da planície do Jordão.
7 Então a cidade foi quebrada, e todos os homens de guerra fugiram, e saíram da cidade à noite pelo caminho do portão entre os dois muros, que estava próximo ao jardim do rei (agora os caldeus estavam próximos a cidade, por todo o lado) e eles foram pelo caminho da planície.
8 Mas o exército dos caldeus perseguiu o rei e o alcançou nas planícies de Jericó. Então as tropas de Sedecias o abandonaram, dispersando-se em fuga.
8 Porém o exército dos caldeus perseguiu o rei, e alcançaram Zedequias nas planícies de Jericó. E todo o seu exército foi disperso dele.
9 Foi então o rei aprisionado e conduzido a Rebla, na presença do rei de Babilônia que contra ele pronunciou sua sentença.
9 Então eles capturaram o rei, e o levaram até o rei de Babilônia, a Ribla, na terra de Hamate, onde ele emitiu sentença sobre ele.
10 E, diante de seus olhos, foram degolados em Rebla seus filhos, assim como todos os chefes de Judá.
10 E o rei de Babilônia matou os filhos de Zedequias perante os seus olhos. Ele também matou todos os príncipes de Judá, em Ribla.
11 Em seguida, foram-lhe arrancados os olhos e, ligado com cadeias de bronze, levaram-no para Babilônia, onde, até o dia de sua morte, permaneceu encarcerado.
11 Então ele arrancou os olhos de Zedequias. E o rei de Babilônia o amarrou em correntes, e o levou para Babilônia, e o colocou na prisão até o dia da sua morte.
12 No sétimo dia do quinto mês, décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, rei de Babilônia, Nabuzardã, chefe da guarda e servidor do rei de Babilônia, penetrou em Jerusalém,
12 Ora, no quinto mês, no décimo dia do mês, que foi o décimo nono ano de Nabucodonosor, rei de Babilônia, Nebuzaradã, capitão da guarda, que serviu o rei de Babilônia, veio até Jerusalém.
13 pôs fogo no templo do Senhor, no palácio real, e em todas as casas da cidade, e entregou às chamas as casas dos maiorais.
13 E queimou a casa do SENHOR, e a casa do rei, e todas as casas de Jerusalém, e todas as casas dos grandes homens ele as incendiou.
14 Em seguida, as tropas dos caldeus, que acompanhavam o chefe da guarda, demoliram as muralhas que cercavam Jerusalém.
14 E todo o exército dos caldeus, que estava com o capitão da guarda, demoliram todos os muros de Jerusalém em redor.
15 E Nabuzardã, chefe da guarda, deportou para Babilônia uma parte dos pobres da terra e o que restara da população da cidade, bem como os que já se haviam rendido ao rei de Babilônia e o restante dos artífices.
15 Então, Nebuzaradã, o capitão da guarda, levou cativos alguns pobres dentre o povo, e o restante do povo que permaneceu na cidade, e aqueles que desertaram, que desertaram para o rei de Babilônia, e o restante da multidão.
16 O chefe da guarda deixou ali alguns homens pobres, como vinhateiros e lavradores.
16 Porém, Nebuzaradã, o capitão da guarda, deixou alguns dos pobres da terra para vinhateiros e agricultores.
17 Quebraram também os caldeus as colunas de bronze do templo do Senhor, juntamente com os pedestais e o mar de bronze que estava no templo, levando todo esse metal para Babilônia.
17 Também as colunas de bronze que estavam na casa do SENHOR, e as bases, e o mar de bronze que estava na casa do SENHOR, os caldeus quebraram, e levaram todo o bronze para Babilônia.
18 Carregaram também cinzeiros, pás, facas, vasos e demais objetos de bronze que serviam ao culto.
18 Os caldeirões também, e as pás, e os apagadores de velas, e as bacias, e as colheres e todos os vasos de bronze com que eles ministravam, eles tomaram.
19 Carregou ainda o chefe dos guardas as bacias, os braseiros, vasos, potes, candelabros, taças, copos e colheres, e o que havia em ouro e prata.
19 E o capitão da guarda tomou as bacias, e os braseiros, e as tigelas, e os caldeirões, e os castiçais, e as colheres, e as taças; aquilo que era de ouro, em ouro, e aquilo que era de prata, em prata.
20 Quanto às duas colunas, ao mar, aos doze bois de bronze que as sustentavam, e aos pedestais que Salomão mandara fabricar para o templo do Senhor, difícil seria calcular o valor do bronze de todos esses objetos.
20 As duas colunas, um mar, e doze bois de bronze que estavam sob as bases, os quais o rei Salomão tinha feito na casa do SENHOR; o bronze de todos estes vasos era de peso incalculável.
21 A altura de uma dessas colunas era de dezoito côvados e um cordão de doze côvados cingia-lhe a volta, sendo a espessura de quatro dedos, e oco o seu interior.
21 E, com relação às colunas, a altura de uma coluna era dezoito cúbitos. E uma tira de doze cúbitos a circundava. E a espessura desta era quatro dedos, esta era oca.
22 Encimava-as um capitel de bronze de cinco côvados; uma grade de romãs, também em bronze, cercavam o alto do capitel. Era semelhante a esta a segunda coluna, com romãs em torno,
22 E um capitel de bronze estava sobre ela, e a altura de um capitel era cinco cúbitos, com rede e romãs sobre os capitéis ao redor, tudo de bronze. Semelhante a esta era a segunda coluna, e as romãs.
23 em número de noventa e seis, e o total das romãs, em volta da grade, era de cem.
23 E havia noventa e seis romãs sobre um lado, e todas as romãs sobre a rede eram cem em todas as direções ao redor.
24 O chefe da guarda aprisionou o primeiro sacerdote, Saraías, e Sofonias, o segundo e os três guardas do vestíbulo.
24 E o capitão da guarda levou Seraías, o sumo sacerdote, e Sofonias, o segundo sacerdote, e os três guardiães da porta.
25 Tomou da cidade um eunuco, que era encarregado do comando dos homens de guerra, sete homens do séquito do rei que foram encontrados na cidade, o intendente do exército, encarregado do recrutamento na terra, assim como mais sessenta homens da terra que se encontravam na cidade.
25 Ele tomou também da cidade um eunuco, que tinha a responsabilidade sobre os homens de guerra, e sete daqueles homens que eram próximos à pessoa do rei, que foram encontrados na cidade, e o escriba mais importante do exército, que convocava o povo da terra, e sessenta homens do povo da terra, que foram encontrados no meio da cidade.
26 Nabuzardã, chefe da guarda, aprisionou-os e mandou-os conduzir a Rebla, ante o rei de Babilônia.
26 Então Nebuzaradã, o capitão da guarda, os tomou e os trouxe ao rei de Babilônia, a Ribla.
27 E este mandou executá-los em Rebla, na região de Emat. E assim Judá foi deportado para longe de sua terra.
27 E o rei de Babilônia os feriu e os matou em Ribla, na terra de Hamate. Desta forma Judá foi levado cativo da sua própria terra.
28 Eis o número dos homens que Nabucodonosor levou ao cativeiro: no sétimo ano, 3.032 homens de Judá;
28 Este é o povo a quem Nabucodonosor levou cativo: no sétimo ano três mil e vinte três judeus.
29 no décimo oitavo ano de Nabucodonosor, 832 pessoas foram deportadas de Jerusalém;
29 No décimo oitavo ano de Nabucodonosor ele levou cativos de Jerusalém oitocentas e trinta e duas pessoas.
30 no vigésimo terceiro ano de Nabucodonosor, Nabuzardã, chefe dos guardas, deportou de Judá 745 pessoas. Ao todo, 4.600 pessoas.
30 No vigésimo terceiro ano de Nabucodonosor, Nebuzaradã, o capitão da guarda, levou cativos dos judeus setecentas e quarenta e cinco pessoas. Todas as pessoas foram quatro mil e seiscentas.
31 No trigésimo sétimo ano do cativeiro de Joaquin, rei de Judá, no vigésimo quinto dia do décimo segundo mês, Evilmerodac, rei de Babilônia, no ano de sua elevação ao trono, perdoou Joaquin, rei de Judá, e mandou libertá-lo da prisão.
31 E, isto aconteceu no trigésimo sétimo ano do cativeiro de Jeoiaquim, rei de Judá, no duodécimo mês, no vigésimo quinto dia do mês, que Evil-Merodaque, rei de Babilônia, no primeiro ano de seu reinado, levantou a cabeça de Jeoiaquim, rei de Judá, e o trouxe para fora da prisão.
32 Falando-lhe com benevolência, designou-lhe um trono mais elevado que o dos reis que estavam com ele em Babilônia.
32 E falou-lhe bondosamente, e colocou seu trono acima do trono dos reis que estavam com ele em Babilônia.
33 Mandou que lhe mudassem as vestes de prisioneiro e, até o fim de sua vida, Joaquin comeu à mesa do rei da Babilônia.
33 E mudou suas vestes de prisão. E este comeu continuamente pão perante ele todos os dias de sua vida.
34 Durante toda a sua vida, até o dia de sua morte, sua manutenção foi garantida pelos cuidados do rei de Babilônia.
34 E para a sua alimentação, foi-lhe dada alimentação contínua pelo rei de Babilônia, cada dia uma porção até o dia de sua morte, todos os dias de sua vida.
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