Jeremias 4

Versão Católica (VC, 2024) vs NTLH

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NTLH Nova Tradução na Linguagem de Hoje 2000
1 Se tu, Israel, voltares - oráculo do Senhor, se voltares para mim, se ante meu olhar te despojares de tuas práticas abomináveis; se não andares a vaguear de um lado para outro,
1 O Senhor Deus diz: — Povo de Israel, se você vai voltar, volte para mim. Eu odeio os ídolos; acabe com eles e seja fiel a mim.
2 se pela vida do Senhor jurares, lealmente, com retidão e justiça, então as nações incluir-te-ão em suas bênçãos, e almejarão partilhar de tua glória.
2 Então, sim, você estará sendo verdadeiro, correto e honesto quando jurar pelo meu nome. Todas as nações pedirão que eu as abençoe e elas me louvarão.
3 Assim fala o Senhor aos homens de Judá e Jerusalém: Desbravai um novo campo, evitai semear entre espinhos, ó homens de Judá e Jerusalém.
3 Deus diz aos homens da tribo de Judá e da cidade de Jerusalém: — Passem o arado na terra que não foi preparada para plantar e não semeiem as sementes no meio de espinhos.
4 Circuncidai-vos em honra do Senhor, tirai os prepúcios de vossos corações, para que meu furor se não converta em fogo, e não vos consuma, sem que ninguém possa extingui-lo, por causa da perversidade de vossos atos.
4 Povo de Judá e moradores de Jerusalém, sejam fiéis à aliança que fizeram comigo, o Senhor , e se dediquem a mim de todo o coração; se não, a minha ira queimará como fogo. E, por causa das maldades que vocês têm feito, o meu furor será como fogo, e ninguém poderá apagá-lo.
5 Dai o alarme ao povo de Judá, avisai Jerusalém; mandai soar a trombeta pela terra inteira; gritai em altas vozes! Proclamai: Reuni-vos! Retiremo-nos para as cidades fortificadas!
5 Toquem a corneta em toda a terra! Gritem bem alto e bem claro! Digam ao povo de Judá e de Jerusalém que corra para as cidades protegidas por muralhas.
6 Erguei um estandarte dos lados de Sião! Abrigai-vos, não vos detenhais! Pois que vou desencadear do norte uma desgraça, catástrofe imensa.
6 Mostrem o caminho que vai a Sião ! Corram para os abrigos! Não demorem! Do Norte, Deus vai trazer desgraça e grande destruição.
7 Do seu covil parte um leão, e qual demolidor de nações se põe a caminho, saindo de seu refúgio para transformar em deserto a tua terra, e as cidades em desolação, onde ninguém mais habitará.
7 Como um leão que sai do seu esconderijo, um destruidor de nações vem vindo para acabar com o povo de Judá. As cidades de Judá serão destruídas, e ninguém morará nelas.
8 Revesti-vos, pois, de saco, chorai e gemei, pois que a tremenda cólera do Senhor não se afastou de nós.
8 Portanto, vistam roupa feita de pano grosseiro como sinal de tristeza. Lamentem e chorem, pois o fogo da ira de Deus não se desviou de Judá.
9 Naquele dia, - oráculo do Senhor -, faltará a coragem tanto ao rei como aos chefes; os sacerdotes serão tomados de terror; e os profetas, de espanto.
9 O Senhor Deus disse: — Naquele dia, os reis e as autoridades perderão a coragem, os sacerdotes ficarão abalados e os
10 Dir-se-á: Ah! Senhor JAVÉ! Na verdade enganastes este povo e Jerusalém, quando lhe dissestes: Tereis a paz, no momento em que a espada ia feri-los de morte.
10 Então eu disse: — Ó
11 Naquele tempo, dir-se-á a esse povo e a Jerusalém: qual vento abrasador desencadeado das colinas do deserto; incapaz de joeirar e purificar, assim é o proceder da filha do meu povo;
11 Está chegando o tempo de dizer ao povo de Jerusalém que do deserto um vento muito quente vai soprar sobre o povo de Deus. Não será o vento fraco que separa a palha do trigo.
12 vento impetuoso chega de lá até mim, mas, por minha vez, vou agora pronunciar minha sentença:
12 O vento que vem mandado por Deus será muito forte. Agora, é Deus mesmo que está dando a sentença contra o seu povo.
13 eis que alguém se levanta, como nuvens tempestuosas. São seus carros semelhantes ao furacão, seus cavalos, mais ligeiros que águias. Ai de nós! Estamos perdidos!
13 Olhem! Os inimigos vêm vindo como nuvens. Os seus carros de guerra são como uma forte ventania, e os seus cavalos são mais rápidos do que as águias. Estamos perdidos! Estamos acabados!
14 Jerusalém, limpa o coração da maldade, a fim de que consigas a salvação. Até quando abrigarás no coração pensamentos que te são funestos?
14 Jerusalém, limpe a maldade do seu coração para que você seja salva. Até quando você vai continuar com os seus maus pensamentos?
15 Eis que uma voz, vinda de Dã, dá o alarme, e desde os montes de Efraim anuncia a calamidade.
15 Mensageiros da cidade de Dã e das montanhas de Efraim anunciam as más notícias da invasão.
16 Proclamai-a às nações, ei-la! Levai a notícia até Jerusalém: assaltantes chegam de terra longínqua, lançando clamores contra as cidades de Judá.
16 Eles mandam avisar as nações e dizer a Jerusalém que os inimigos vêm vindo de um país distante e que eles vão dar o seu grito de guerra contra as cidades de Judá.
17 Quais guardiães de campo, circundam a cidade, por se haver ela revoltado contra mim - oráculo do Senhor.
17 Eles vão cercar Jerusalém como homens que guardam uma plantação, pois a nossa nação se revoltou contra Deus, o Senhor .
18 É o teu proceder, são os teus atos que te acarretam essas desgraças. Eis o fruto de tua malícia, uma amargura que te fere o coração.
18 Judá, você trouxe esse mal para você mesmo por causa do seu modo de viver, por causa das coisas que tem feito. O seu pecado trouxe esse sofrimento e feriu o seu próprio coração. Eu, o Senhor , estou falando.
19 Minhas entranhas! Minhas entranhas! Sofro! Oh! as fibras de meu coração! O coração me bate, não me posso calar! Ouço o som das trombetas e o fragor da batalha.
19 Que dor! Não posso suportar tanta dor! Ah! meu coração! O meu coração está batendo forte! Não posso ficar calado, pois ouvi a corneta e os gritos de guerra.
20 Anunciam-se desastres sobre desastres, todo o país foi devastado. Foram de repente destruídas minhas tendas; num instante, meus pavilhões.
20 Uma desgraça vem atrás da outra; o país inteiro está arrasado. De repente, as nossas barracas são destruídas, e as suas cortinas são rasgadas em pedaços.
21 Até quando verei o estandarte, e ouvirei o som da trombeta?
21 Até quando terei de ver as bandeiras inimigas e ouvir o som da corneta na batalha?
22 Está louco o meu povo; nem mais me conhece. São filhos insensatos, desprovidos de inteligência, hábeis em praticar o mal, incapazes do bem.
22 Deus diz: “O meu povo não tem juízo e não me conhece. Eles são como crianças tolas que não compreendem as coisas. Para fazer o mal, são espertos, mas não sabem fazer o bem.”
23 Olho para a terra: tudo é caótico e deserto; para o céu: dele desapareceu toda a luz.
23 Então olhei. A terra era um vazio, sem nenhum ser vivente, e no céu não havia luz.
24 Olho para as montanhas e as vejo vacilar; e as colinas todas estremecem.
24 Olhei para as montanhas, e elas estavam tremendo; e os montes balançavam para lá e para cá.
25 Olho: já não há nenhum ser humano; todas as aves do céu fugiram.
25 Vi que não havia ninguém e que até os passarinhos tinham fugido.
26 Olho: tornaram-se desertos os campos; todas as cidades foram destruídas diante do Senhor, ante a fúria de sua cólera.
26 Vi ainda que a terra boa tinha virado um deserto e que as cidades tinham sido arrasadas por Deus, por causa do seu grande furor.
27 Porque toda a terra será devastada - oráculo do Senhor -, mas não a exterminarei completamente.
27 Deus disse que a terra toda vai virar um deserto, mas ele não a destruirá completamente.
28 Eis a razão pela qual a terra cobriu-se de luto, e o céu, lá no alto, revestiu-se de negror. Pois que eu disse, e assim decretei: não voltarei atrás e não me retratarei.
28 A terra chorará, e o céu ficará escuro, pois Deus falou e não mudará de ideia. Ele já decidiu e não voltará atrás.
29 Ao grito de: Cavaleiros! Arqueiros!, toda a terra desandou em fuga. Lançaram-se nos esconderijos e galgaram rochedos, as cidades foram abandonadas e os habitantes desapareceram.
29 Quando ouvirem o barulho dos cavaleiros e dos atiradores de flechas, todos sairão correndo. Alguns fugirão para a floresta, e outros subirão pelas rochas. Todas as cidades ficarão vazias, e ninguém morará nelas.
30 E tu, devastada, para que revestir-te de púrpura, engalanar-te com ornamentos de ouro, e alongar-te os olhos com pinturas? Em vão tentas ser bela; desprezam-te os amantes. É tua vida que odeiam.
30 Jerusalém, você está condenada! Por que se veste de vermelho? Por que usa joias e pinta os olhos? Não adianta nada você querer ficar bonita! Os seus amantes a rejeitaram, e o que eles querem é matá-la.
31 Ouço gritos como os da mulher ao dar à luz, gritos de angústia quais os do primeiro parto. São os clamores da filha de Sião; geme e ergue as mãos: Desgraçada de mim! Desfaleço ante os algozes.
31 Ouvi um grito igual ao de uma mulher com dores de parto, um grito como o de uma mulher dando à luz o seu primeiro filho. Era o grito de Jerusalém respirando com dificuldade, estendendo as mãos em desespero e dizendo: “Estou perdida! Eles vêm vindo para me matar!”

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