Isaías 32

Versão Católica (VC, 2024) vs NAA

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NAA Nova Almeida Atualizada 2017
1 Eis que um rei reinará segundo a justiça, e os príncipes governarão com eqüidade.
1 Eis aí um rei que irá reinar com justiça, e príncipes que irão governar com retidão.
2 Cada um deles será como um abrigo contra o vento, um refúgio contra a chuva torrencial; como um fio de água num chão ressecado, e como a sombra de um alto rochedo em terra ressequida.
2 Cada um deles servirá de esconderijo contra o vento, de refúgio contra a tempestade, de torrentes de água em lugares secos e de sombra de uma grande rocha em terra sedenta.
3 Os olhos dos que vêem não mais serão ofuscados, e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
3 Os olhos dos que veem não se fecharão, e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos.
4 Os espíritos insensatos dispor-se-ão a compreender, e a língua dos gagos falará prontamente e com clareza;
4 O coração dos apressados saberá compreender, e a língua dos gagos falará com rapidez e clareza.
5 não mais se qualificará de nobre ao perverso, nem ao trapaceiro, de grande.
5 O tolo nunca mais será chamado de nobre, e do fraudulento nunca mais se dirá que é generoso.
6 Porque o insensato profere loucuras e seu coração dá-se ao mal; comete impiedades, forma sobre o Senhor conceitos errôneos, deixa o faminto queixar-se de sua miséria, priva da bebida àquele que tem sede.
6 Porque o tolo fala tolices, e o seu coração só pensa em fazer o mal, para praticar a iniquidade e para proferir mentiras contra o para deixar o faminto sem comida e o sedento sem ter o que beber.
7 As intrigas do trapaceiro são desleais, ele maquina desígnios criminosos para perder os humildes com mentiras, o pobre que faz valer seu direito;
7 Quanto ao fraudulento, os seus projetos são maus. Ele planeja intrigas para, com palavras mentirosas, arruinar os necessitados, mesmo quando a causa dos pobres é justa.
8 o fidalgo, porém, tem pensamentos dignos, e um procedimento nobre.
8 Mas o nobre projeta coisas nobres e pela sua nobreza se mantém em pé.
9 Mulheres descuidadas, escutei minha voz. Jovens confiantes demais, ouvi minhas palavras.
9 Vocês, mulheres que vivem tranquilas, levantem-se e ouçam a minha voz; e vocês, filhas que estão confiantes, escutem o que vou dizer.
10 Dentro de um ano e alguns dias, tremereis, indolentes, porque a vindima estará perdida e a colheita, frustrada.
10 Daqui a pouco mais de um ano, vocês, que estão confiantes, vão tremer de medo, porque a vindima se acabará, e não haverá colheita.
11 Fremi, descuidadas, tremei, confiantes. Despi-vos até estardes nuas. Cingi os vossos rins,
11 Vocês, mulheres que vivem tranquilas, comecem a sentir pavor; e vocês, que estão confiantes, tremam de medo. Tirem as suas roupas, fiquem nuas, e vistam-se de pano de saco.
12 batei nos vossos peitos, {chorando} sobre a sorte dos campos férteis e das vinhas fecundas,
12 Batam no peito e chorem por causa dos campos aprazíveis e por causa das vinhas frutíferas.
13 sobre as terras de meu povo, onde só crescem sarças, sobre todas as casas de prazer da cidade alegre.
13 Sobre a terra do meu povo virão espinheiros e ervas daninhas. Chorem também por causa de todas as casas onde há júbilo, na cidade cheia de alegria.
14 O palácio está deserto, a cidade barulhenta está abandonada. Ofel e a torre de guarda serão para sempre planaltos desnudos, onde vagueiam os asnos selvagens e pastam os rebanhos.
14 O palácio será abandonado, a cidade populosa ficará deserta. Ofel e a torre da guarda servirão de cavernas para sempre, para alegria dos jumentos selvagens e pastagem dos rebanhos.
15 Até que sobre nós se derrame o espírito do alto, então o deserto se mudará em vergel, e o vergel tomará o aspecto de uma floresta;
15 Isso será assim até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto. Então o deserto se tornará em pomar, e o pomar será tido por bosque;
16 no deserto reinará o direito, e a justiça residirá no vergel.
16 a retidão habitará no deserto, e a justiça morará no pomar.
17 A justiça produzirá a paz e o direito assegurará a tranqüilidade;
17 O efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça será repouso e segurança, para sempre.
18 meu povo habitará em mansão serena, em moradas seguras, em abrigos tranqüilos.
18 O meu povo habitará em moradas de paz, em moradas bem seguras e em lugares quietos e tranquilos,
19 {A floresta será abatida e a cidade, humilhada}.
19 mesmo que haja granizo, caia o bosque e a cidade seja inteiramente arrasada.
20 Bem-aventurados sereis por semear à margem de todos os cursos de água, e por deixar o boi e o asno sem peias.
20 Bem-aventurados são vocês, que semeiam junto a todas as águas e deixam os bois e jumentos pastar em liberdade.

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