Isaías 14
Versão Católica (VC, 2024) vs NTLH
1 Porque o Senhor terá compaixão de Jacó, e ainda dará a Israel a sua predileção e os restabelecerá na sua terra, os estrangeiros se reunirão a eles e se agregarão à casa de Jacó.
1 Mais uma vez, o Senhor Deus terá compaixão de Israel e o escolherá para ser o seu próprio povo. Fará com que os israelitas voltem para a sua própria terra, e estrangeiros irão morar ali com eles.
2 Os povos virão buscá-los para conduzi-los à sua morada. Possuí-los-á a casa de Israel na terra do Senhor como servos e como servas. Conservarão prisioneiros aqueles que os tinham detido, e dominarão seus opressores.
2 Pessoas de várias nações irão com os israelitas para a sua terra, a terra do Senhor , e ali se tornarão escravos e escravas do povo de Israel. Os israelitas terão como escravos aqueles que antigamente eram seus donos e dominarão aqueles que antes os dominavam.
3 Quando o Senhor te tiver aliviado de tuas penas, de teus tormentos e da dura servidão a que estiveste sujeito,
3 Povo de Israel, chegará o dia em que o Senhor Deus vai livrá-los da escravidão, e assim vocês ficarão livres dos sofrimentos e dos trabalhos pesados que são forçados a fazer.
4 cantarás esta sátira contra o rei de Babilônia, e dirás: Como? Não existe mais o tirano! Acabou-se a tormenta!
4 Quando esse dia chegar, zombem do rei da Babilônia, recitando esta poesia: Vejam como desapareceu o rei cruel! Vejam como acabou a sua violência!
5 O Senhor despedaçou o bastão dos perversos e o cetro dos opressores.
5 O Senhor tirou o poder dos maus; ele quebrou o bastão dos governadores cruéis,
6 Ele feria os povos com fúria, vibrando golpes sem interrupção, e governava as nações com brutalidade, subjugando-as sem piedade.
6 que na sua ira maltratavam os povos e na sua fúria perseguiam as nações que haviam conquistado.
7 Toda a terra conhece o repouso e a paz, todos exultam em cantos de alegria.
7 Agora o mundo inteiro está calmo e em paz, e todos cantam de alegria.
8 Até os ciprestes se regozijam de tua queda, dizendo com os cedros do Líbano: Desde que caíste, não sobe até nós o lenhador.
8 Até os ciprestes e os cedros do Líbano estão contentes com a queda do rei da Babilônia e dizem: “Desde o dia em que ele caiu, não apareceu ninguém para nos derrubar.”
9 Debaixo da terra se agita a morada dos mortos, para receber-te à tua chegada; despertam em tua honra as sombras dos grandes, e todos os senhores da terra, e levantam-se de seus tronos todos os reis das nações.
9 Lá embaixo, no mundo dos mortos , os seus moradores se preparam para receber o rei da Babilônia. As sombras daqueles que eram poderosos na terra acordam, os que foram reis se levantam dos seus tronos.
10 Todos tomam a palavra para dizer-te: Finalmente, eis-te fraco como nós, eis-te semelhante a nós.
10 Todos eles dirão ao rei: “Você também perdeu as forças! Agora você é igual a nós!
11 Tua majestade desceu à morada dos mortos, acompanhada do som de tuas harpas. Jazes sobre um leito de vermes e os vermes são a tua coberta.
11 Aonde foi parar a sua vaidade? Onde está agora a música das suas Elas estão aqui no mundo dos mortos, onde você vai se deitar em cima de vermes e vai se cobrir com bichos.”
12 Então! Caíste dos céus, astro brilhante, filho da aurora! Então! Foste abatido por terra, tu que prostravas as nações!
12 Rei da Babilônia, brilhante estrela da manhã, você caiu lá do céu! Você, que dominava as nações, foi derrubado no chão!
13 Tu dizias: Escalarei os céus e erigirei meu trono acima das estrelas. Assentar-me-ei no monte da assembléia, no extremo norte.
13 Antigamente você pensava assim: “Subirei até o céu e me sentarei no meu trono, acima das estrelas de Deus. Reinarei lá longe, no Norte, no monte onde os deuses se reúnem.
14 Subirei sobre as nuvens mais altas e me tornarei igual ao Altíssimo.
14 Subirei acima das nuvens mais altas e serei como o Deus Altíssimo.”
15 E, entretanto, eis que foste precipitado à morada dos mortos, ao mais profundo abismo.
15 Mas você foi jogado no mundo dos mortos, no
16 Detêm-se para ver-te melhor, e procuram reconhecer-te: Porventura é aquele que fazia tremer a terra, e abalava os impérios,
16 Os mortos vão olhar espantados para você e vão perguntar: “Será este o homem que fazia os reinos tremerem, que fazia o mundo inteiro tremer de medo?
17 que fazia do mundo um deserto, e destruía as cidades, e impedia os prisioneiros de voltarem para suas casas?
17 Será este o homem que fez o mundo virar um deserto, que arrasava cidades e não deixava os seus prisioneiros voltarem para casa?”
18 Todos os reis das nações, todos repousam com glória, cada um no seu túmulo;
18 Todos os reis do mundo foram sepultados com homenagens, cada um na sua própria sepultura,
19 tu, porém, foste atirado para longe de teu sepulcro, como um aborto que causa horror. Os cadáveres dos homens mortos à espada jazem sobre as pedras de uma tumba;
19 mas você não foi sepultado. Como se fosse um aborto nojento, o seu corpo foi jogado fora e pisado. Está coberto de corpos de soldados mortos na batalha, daqueles que desceram até a cova cheia de pedras.
20 tal como uma carniça que se calca aos pés, tu não te reunirás a eles no sepulcro, porque arruinaste tua terra, e fizeste perecer o teu povo. Nunca, jamais se falará da raça dos ímpios.
20 Você não foi sepultado como os outros reis, pois arrasou o seu próprio país e matou o seu próprio povo. Que morram todos os descendentes desse rei maldito!
21 Preparai o massacre dos filhos por causa da iniqüidade dos pais. Que eles não se levantem para conquistar o mundo, e invadir toda a face da terra.
21 Por causa da maldade dos seus antepassados, matem logo os seus filhos a fim de que eles nunca venham a governar a terra, nem encham o mundo de cidades.
22 Levantar-me-ei contra eles, declara o Senhor dos exércitos, apagarei o nome e o vestígio de Babilônia, sua raça e sua posteridade, diz o Senhor.
22 O Senhor Todo-Poderoso diz: — Vou atacar e arrasar a cidade de Babilônia. Vou acabar com todos: pais e filhos, avós e netos. Sou eu, o
23 Farei dela o domínio da garça real, um lodaçal. Varrê-la-ei com a vassoura da destruição, - palavra do Senhor dos exércitos.
23 Farei com que a Babilônia vire um lamaçal, um lugar onde viverão as corujas. Vou varrê-la com a minha vassoura, e ela desaparecerá. Eu, o Senhor Todo-Poderoso, falei.
24 Jurou o Senhor dos exércitos: Por certo será feito como eu decidi, e o que resolvi se cumprirá.
24 O Senhor Todo-Poderoso jurou: “Vou fazer o que resolvi; vou realizar o meu plano.
25 Esmagarei o assírio em minha terra e o calcarei aos pés nos meus montes. Serão livres de seu jugo, e o seu fardo não lhes pesará nos ombros.
25 Vou acabar com os assírios que estão na minha terra de Israel, vou pisá-los nas minhas montanhas. Livrarei o meu povo da escravidão, quebrarei as correntes com que os assírios o prenderam e tirarei das suas costas as suas cargas pesadas.
26 Eis a decisão tomada para toda a terra; é assim que eu estendo a mão sobre todas as nações.
26 É este o plano que tenho para o mundo inteiro; a minha mão está levantada para castigar as nações.”
27 O Senhor dos exércitos decidiu, quem mudará sua sentença? Sua mão está estendida, quem o fará retirá-la?
27 O Senhor Todo-Poderoso resolveu fazer isso; haverá alguém que o faça parar? Ele levantou a mão para castigar; haverá quem a faça abaixar?
28 Este oráculo data do ano da morte do rei Acaz:
28 No ano em que o rei Acaz morreu, veio de Deus esta mensagem:
29 Não te alegres, ó terra dos filisteus, de que tenha sido quebrada a vara que te feria, porque da estirpe da serpente nascerá uma áspide, e seu fruto será um dragão voador.
29 “Povo da Filisteia, não fique alegre por estar quebrada a Assíria, o bastão que os castigava. Pois, quando uma cobra desaparece, vem outra pior, e do ovo de uma cobra sai um dragão voador.
30 Os humildes poderão pastar nas minhas pastagens, e os pobres dormirão tranqüilos. Eu farei, porém, morrer de fome a tua raça, e matarei tua posteridade.
30 Como um pastor cuida das ovelhas, assim eu cuidarei dos pobres do meu povo e farei com que vivam em segurança. Porém farei com que vocês, filisteus, morram de fome; não deixarei nenhum vivo.
31 Lamenta-te, ó porta! Grita, ó cidade! Treme, ó terra inteira dos filisteus! Porque do norte vem uma nuvem de poeira, e batalhões em filas cerradas.
31 Chorem e gritem de dor, cidades dos filisteus! Fiquem todas apavoradas! Pois do Norte vem uma nuvem de pó: é um exército que não tem nenhum covarde nas suas fileiras.”
32 E que responderá {meu povo} aos mensageiros desta nação? Que o Senhor fundou Sião, e que os humildes de seu povo aí encontrarão o refúgio.
32 Que resposta será dada aos mensageiros que vieram da Filisteia? A resposta será esta: “O e ali os pobres do seu povo encontram abrigo.”
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