Cânticos 6
Versão Católica (VC, 2024) vs BKJ
1 - Para onde foi o teu amado, ó mais bela das mulheres? Para onde se retirou o teu amigo? Nós o buscaremos contigo.
1 Para onde foi o teu amado, ó mais formosa entre as mulheres? Para onde retirou-se o teu amado, para que o procuremos contigo?
2 - O meu bem-amado desceu ao seu jardim, aos canteiros perfumados; para apascentar em meu jardim, e colher lírios.
2 O meu amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de especiarias, para apascentar nos jardins e para colher lírios.
3 Eu sou do meu amado e meu amado é meu. Ele apascenta entre os lírios.
3 Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; ele apascenta entre os lírios.
4 - És formosa, amiga minha, como Tirsa, graciosa como Jerusalém, temível como um exército em ordem de batalha.
4 Tu és bela, ó meu amor, como Tirza, formosa como Jerusalém, terrível como um exército com bandeiras.
5 Desvia de mim os teus olhos, porque eles me fascinam. Teus cabelos são como um rebanho de cabras descendo impetuosamente pelas encostas de Galaad.
5 Desvia os teus olhos de mim, porque eles me dominam. O teu cabelo é como o rebanho das cabras que aparecem em Gileade.
6 Teus dentes são como um rebanho de ovelhas que sobem do banho, cada uma leva dois {cordeirinhos} gêmeos, e nenhuma delas é estéril.
6 Os teus dentes são como o rebanho de ovelhas que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e não há uma só estéril entre elas.
7 Tua face é como um pedaço de romã debaixo do teu véu.
7 Como um pedaço de romã são tuas têmporas entre os teus cabelos.
8 Há sessenta rainhas, oitenta concubinas, e inumeráveis jovens mulheres;
8 Há sessenta rainhas, oitenta concubinas, e as virgens sem número.
9 uma, porém, é a minha pomba, uma só a minha perfeita; ela é a única de sua mãe, a predileta daquela que a deu à luz. Ao vê-la, as donzelas proclamam-na bem-aventurada, rainhas e concubinas a louvam.
9 Minha pomba, a minha perfeita é a única de sua mãe, e a escolhida por aquela que a concebeu. Viram-na as filhas e a abençoaram; sim, as rainhas e as concubinas louvaram-na.
10 Quem é esta que surge como a aurora, bela como a lua, brilhante como o sol, temível como um exército em ordem de batalha?
10 Quem é esta que aparece como a manhã, formosa como a lua, clara como o sol, e terrível como um exército com bandeiras?
11 Eu desci ao jardim das nogueiras para ver a nova vegetação dos vales, e para ver se a vinha crescia e se as romãzeiras estavam em flor.
11 Eu desci ao jardim das nogueiras para ver os frutos do vale, e para ver se as videiras floresciam, e se as romãzeiras brotavam.
12 Eu não o sabia; minha alma colocou-me nos carros de Aminadab.
12 Ou, antes de eu estar consciente, minha alma tornou-me como as carruagens de Aminadabe.
13 - Volta, volta, ó Sulamita, volta, volta, para que nós te vejamos. - Por que olhais a Sulamita, quando ela entra na dança de Maanaim?
13 Retorna, retorna, ó Sulamita, retorna, retorna, para que nós te vejamos. O que vereis na Sulamita? Como se fossem a companhia de dois exércitos.
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